Veja uma arte promocional não usada na divulgação de Jumper
E confira várias informações soltadas pelos realizadores sobre a mitologia criada na ficção científica dirigida por Doug Liman.
Por Danilo Passos
“Se pudesse se teletransportar, para onde você iria?” A única pessoa que vai pode responder essa pergunta é David Rice, um jovem maltratado pelo pai e que descobre que tem esse incrível poder. Ele é completa e inteiramente “móvel”, capaz de passar rapidamente por mínimos buracos na malha do tempo-espaço e chegar a qualquer cidade, qualquer edifício, qualquer lugar que sua mente desejar.
Até então, ele vinha usando seus poderes para fugir do passado, desfrutando de uma riqueza ilimitada, tudo para permanecer completamente independente. Ele nunca soube o que significavam as palavras “limites”, “fronteiras” ou “conseqüências”.

Até que ele encontra um outro igual a ele (Griffin, Jamie Bell) mas que tem uma mente insana e rebelde. David não é mais o exemplar único de uma aberração da natureza, e sim parte de uma cadeia extensa de anomalias genéticas que constituem seres conhecidos como os Jumpers, e nenhum mais está a salvo. Agora, David Rice foi identificado por uma organização secreta que jurou a sua morte e a dos outros Jumpers. E a caçada por estes seres está prestes a se iniciar numa ficção científica que promete muita ação e aventura ao redor do mundo.
Essa é parte do press release do show Justin Timberlake World Tour 2008 thriller de ficção Jumper, estrelado por Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Rachel Bilson e Jamie Bell.
Doug Liman fez uma extensa pesquisa para a produção junto com o roteirista David S. Goyer(Batman Begins) e estiveram realmente junto com a equipe de filmagem e o elenco em cada uma das locações que aparecem na tela. Baseado no romance de Steven Gould, o roteiro teve co-autoria de Jim Uhls (Clube da Luta) e Simon Kinberg (Sr. e Sra. Smith, X-Men 3 – O Confronto Final)

Esta pesquisa foi desde o prisma mais místico até as teorias físicas mais recentes para que a história pudesse ficar o mais verossímil possível para ajudá-los nas filmagens. “Falamos com uma porção de físicos para que pudéssemos entender a ciência de como o teletransporte funcionaria, e usamos isso como base para a história, na realidade. Mas também pesquisamos a mitologia do teletransporte, que tem feito parte do nosso imaginário cultural durante milhares de anos”, explica Kinberg. “As mitologias sufi e hindu supostamente praticavam o teletransporte séculos atrás. Acho que a idéia de ir até o topo de uma montanha onde ninguém consegue chegar, ou apenas a capacidade de flanar por aí, coisas cotidianas como pular a fila do escritório de emissão de passaporte, oferece muito apelo para a imaginação. O desejo pela realização é realmente forte”.
Confira um vídeo de um mini making-of do filme:
Mas a natureza complacente do teletransporte oferece as mesmas oportunidades para os que tem idéias erradas. “Em vez de usarem o teletransporte para fazerem o bem ou coisas divertidas, como tomar café-da-manhã no topo de uma esfinge e depois, em um piscar de olhos, ir surfar na Austrália, alguém com más intenções poderia pegar uma bomba nuclear e jogá-la na Casa Branca, ou fazer outras maldades. Quando você pensa nisso, acaba chegando à conclusão de que, ao mesmo tempo em que a habilidade de se teletransportar é maravilhosa, ela também pode ser uma espécie de maldição”, analisa Lucas Foster, um dos produtores. “Se o poder cair em mãos erradas, ou se for usado por alguém que queira manipular os Jumpers, eles podem ir para qualquer lugar e fazer qualquer coisa”.

Para criar uma base sólida para a estrutura interna da história deste épico moderno, a equipe bolou duas regras fundamentais para o teletransporte:
1) Você pode se teletransportar de qualquer lugar que esteja vendo no momento;
2) Você pode se teletransportar para qualquer lugar que já tenha visto anteriormente, mesmo que seja de uma fotografia, contanto que tenha uma forte lembrança visual dele.
Para você que tá curioso e quer saber um pouco mais sobre essa anomalia genética e se você adora um vídeo, aí vai uma pequena explicação do fenômeno com cenas do filme pra ilustrar:
O que é pular?
Também como parte das regras do teletransporte são as jumpscars, as “cicatrizes do teletransporte”, raios momentâneos ou rasgos na malha tempo-espaço que são produtos do teletransporte dos Jumpers – e que deixam um rastro para que outro Jumper possa segui-lo. Em seguida, existem as “correntes”, ou seja, armas eletrônicas usadas pelos Paladinos para laçar, encontrar e finalmente eliminar os Jumpers que andam soltos por aí. A corrente é o maior pesadelo de um Jumper.
Apesar da natureza fantástica de todos esses elementos do teletransporte, a idéia sempre foi manter as coisas o mais fiéis à realidade. “Nós queríamos que a história transmitisse a idéia de que ela poderia muito bem acontecer no nosso mundo contemporâneo”, observa Kinberg. “David Rice não usa uma capa, não tem um anel mágico. Na maioria das vezes, ele é um cara normal que apenas tem uma habilidade incrível, anormal, e a maneira como ele lida com isso é justamente o centro de nosso filme.”
Kinberg continua: “O teletransporte nos permitiu explorar um tema que é central em todas as boas histórias de amor, que é a honestidade que precisa existir em uma boa relação amorosa. É algo que também exploramos em Sr. e Sra. Smith, mas de maneira diferente”.
Vitais para a complexa história e mitologia dos Jumpers em nosso meio são seus inimigos confessos: os Paladinos, que fazem parte de uma organização secreta cujos membros vêm travando, século após século, uma guerra implacável com os Jumpers, na esperança de impedir que um Jumper nefasto destrua a Terra.
Para Samuel L. Jackson, o líder dos paladinos Roland, parte da mística dos Paladinos é o alto grau de treinamento que eles têm para a missão única de impedir que os Jumpers causem impactos na história humana. “Os Paladinos são guerreiros anciãos, soldados que têm habilidades específicas, desenvolvidas ao longo dos séculos e que a maioria das pessoas não tem”, explica Jackson. “Podemos pensar que os Jumpers estão em vantagem porque eles podem se teletransportar, mas eles não são guerreiros como os Paladinos“.

Igualmente influente na vida de David Rice é uma jovem mulher do mundo dos mortais – Millie Harris – por quem David sente atração desde a infância, quando os dois apenas sonhavam em viajar juntos pelo mundo. No caso de David, o sonho tornou-se realidade quando ele descobriu seus poderes de se teletransportar. Mas Millie nunca havia saído de sua cidadezinha quando David reapareceu inesperadamente em sua vida.

Para interpretar Millie, Doug Liman foi atrás da gostosíssima atriz Rachel Bilson, com quem ele trabalhou pela primeira vez ao escalar a moça para o seriado The O.C. – Um Estranho no Paraíso. Bilson ficou bastante conhecida como Summer Roberts na série exibida na TV do homem do baú.
Confere aí embaixo uma arte não usada para o filme:

E os pôsteres finais e em outras línguas:




Jumper foi oficialmente adiado. Agora a estréia nacional acontecerá em 28 de março.













porra esse q não estreia!
Ah, eu não acho que vá ser muito bom não… mas quem sabe
e que raio de pose é essa repetida..
vai ser um bom aperitivo até chegar os pratos principais (hulk,iron men,hell boy e batman)
acho q o filme vai ser muito bom ao contrario q muitos dizem cof..cof..caco..cof
haha eu acho q vai ser uma droga! fala sério, chamaram o cara que estragou o Anakin
Quem estragou o anakin na verdade foi o seu criador !! Sr Lucas
pra mim os dois trabalharam em conjunto pra acabar com ele
atorzinho fraco pqp…
Gostaria deixar uma sugestão: Que vcs fizessem matérias semanais sobre seriados norte americanos…oq ta vindo d novo,os seriados antigos,os atuais..etc ok…um abraço