Sem dúvidas, povo liso! Ele voltou!
Por Diego Andrade
Superando todas as expectativas e todos os receios criados durante dois anos de notícias e muita especulação em relação ao filme, sem dúvida podemos dizer: Indy ( ou Dr. Jones) realmente está de volta; e com orgulho podemos dizer “Eu vi Indiana Jones no cinema!!!”
Vamos entrar no clima do filme. Ouça aqui:
Aproveitando o gás de velhos ícones do cinema que retornaram para a telona como Duro de Matar, Rocky ou mesmo o tão falado Rambo, Spielberg e George Lucas encontraram o momento certo de trazer o mais conhecido arqueólogo aventureiro dos cinemas de volta ao público fã e as novas gerações. Na trama Dr. Jones ainda é um renomado professor de arqueologia, que ainda possui o hábito de conferir “in locco” se os maiores tesouros da humanidade ainda estão no lugar ou precisam ser levados para um museu à custo de algumas balas, chicotadas e socos nocauteadores. No filme, os tempos são outros e agora a narrativa se passa na moderna década de 50, com a juventude transviada, automóveis possantes e tudo mais. O inimigo da nação americana não é mais o nazismo, como foi na década de 30, o grande problema político agora é a Guerra Fria (não gazetem aula) e os camaradas russos, que na época eram soviéticos.
Sem muita enrolação o filme já começa com Indiana (Harrison Ford) e seu amigo ‘Mac’ George McHale (Ray Winstone) capturados pela vilã Irina Spalko (Cate Blanchett). Num bela cena o velho Indy, literalmente velho, pega seu chapéu do chão com a mesma confiança de 27 anos atrás e mostra que ele está lá, com aquele jeito de “nem o tempo conseguiu me derrubar”. Os dois são levado para o galpão secreto do governo americano, possivelmente na “Àrea 51″, que já apareceu no final do primeiro filme quando um simpático zelador leva a Arca Sagrada, encaixotada, para o depósito.
Indiana é obrigado a ajudar os soviéticos a achar um artefato secreto descoberto em 1947, no caso Roswell. Sem opção ele acaba dando aos vilões o que eles querem, e sem nenhuma cerimônia é mostrado o cadáver de um alien, por isso, não trate essa informação com um “spolier”.
É claro que isso dá a deixa para a primeira grande escapada do filme, com direto a chicotadas, saltos mirabolantes e muitos tiros. Acredite, para quem viu todos os filmes do personagem, ter a chance de ver Harrison Ford realizando tudo isso outra vez, sem dublê, é uma coisa espetacular. Todos os elementos básicos que compõe uma história desse tipo não foram esquecidos, principalmente a questão da “sorte”. Durante a fuga Indy acaba parando numa área de teste nucleares… E sobrevive!!! Como? Assista ao filme.
Logo após uma série de problemas com o serviço secreto por ter ajudado, mesmo a contragosto, os soviéticos a encontrarem os destroços de Roswell, Dr. Henry Jones Jr. tenta voltar para sua vida normal na Universidade, mas descobre que sua reputação ficou prejudicada depois do caso na área 51.
Dispensado da sua função e com seu amigo, o reitor Jim Broadbent, afastado do cargo por causa das acusações e desconfianças do meio acadêmico em relação a uma possível “traição comunista”, Indiana decide deixar o país e começar uma investigação por conta própria até que o jovem Mutt Williams (Shia LaBeouf) cruza o seu caminho pedindo ajuda no resgate do professor Oxley (John Hurt) e de sua mãe, que ao tentar resgatá-lo também ficou presa nas selvas do Peru. O professor Oxley estava na trilha da cidade Akator, mais conhecida como El Dorado possuia relação direta com uma lendária caveira de cristal. É interessante citar neste trecho do filme Mutt diz que o nome de sua é “Mary” e não e “Marion Ravenwood” e também há uma relação interessante sobre a caveira de cristal quando são citadas as caveiras reais que basearam a história do filme estão expostas no museu de Londres.
É a partir deste ponto que o filme começa realmente, com direito até a clássica passagem de continente desenhado no mapa com uma linha vermelha e um aviãozinho ligando os pontos até chegar ao Peru. Nostálgico até o último minuto.
Vilões
Não são os mais terríveis da série Indiana Jones, mas seguem um padrão de traição, perversidade e ligação com algum regime totalitário… No segundo filme (O Templo da Perdição) não tivemos um “regime”, mas um grupo extremista religioso. No contexto do filme, acaba tendo o mesmo significado. Posso dizer que esperava mais de Cate Blanchett, que no filme até ensaia uns poderes paranormais, mas não chega a usá-los.
Heróis
Indiana Jones é o mesmo em quase tudo, pois é óbvio que devido a idade certas proezas seriam inviáveis, mas isso passa quase desapercebido com tantas cenas de ação protagonizadas por Harrison Ford, sem dublê! A principal mudança no comportamento do herói – e creio que isso tenha sido feito como exigência da produção – foi o abrandamento dos atos violento de Indiana. Para quem lembra dos filmes anteriores, o personagem não pensava duas vezes antes de apertar o gatilho de seu revólver ou de uma metralhadora qualquer que ele achasse no caminho. É claro que ele matava para se defender, mas nunca se mostrou preocupado com isso. Neste novo filme, Indy não mata quase nínguem.
Nem o tempo e nem a idade derrotaram Indiana Jones… Os soviéticos muito menos.
Mutt Williams (Shia Labeouf) tenho que admitir que o ator se esforçou muito para fazer uma interpretação digna de um filho de Indiana Jones. Não é a melhor de todas, mas ele não estragar o filme e até ajuda bem nos momentos cômicos do filme. As cenas de ação ficaram bem construídas e o garoto treinou muito para poder encená-las. Shia não chega a falar seu famoso bordão “nononononono”, mas deixa escapar um “GoGoGoGo!!”, mas como eu disse, nada que afete o filme.
GoGoGo Speed!! Opa… Filme errado.
Marion Ravenwood participa ativamente da história que mostra a primeira aventura em família de Indiana Jones. Marion continua louca, impulsiva e pavio curto, porém ele aparentemente deixou o vício do álcool, mais uma característica que pode ter sido retirada para dimunir a censura em relação ao novo público do filme.
Professor Ox passa o filme todo totalmente “doido de pedra” depois de ter contato com a Caveira de Cristal, mas tem seus momentos de grande participação.
Trama
Para todos aqueles que assistiram a trilogia de Indiana Jones, não é difícil perceber que cada filme trouxe algo de novo para acrescentar na história: Caçadores da Arca Perdida (1981) apresentou o aventureiro ao público e mostrou o grande potencial que a franquia poderia ter; O Templo da Perdição (1984) foi o filme mais recheado de ação e aventura de todos, por isso é um dos preferidos para a maioria dos fãs, isso sem falar naquele feiticeiro sinistro que consta no hall dos grandes inimigos de Dr. Jones; Por fim.. A Última Cruzada (1989) não tinha esse nome simplesmente por tratar de uma lenda das Cruzadas, pois era a última aventura (teoricamente) de Indiana, que tem toda a sua origem revelada, desde o motivo da jaqueta, chicote e chapéu até mesmo a cicatriz no queixo. A participação do pai de Indiana, Dr. Henry Jones, foi fundamental nesse processo de detalhamento do personagem que confrontou todas as suas crenças como arqueólogo e professor, passando a acreditar muito mais nos mitos, nas lendas e na sabedoria de seu pai, que ainda tinha muito a lhe ensinar.
Poster de “A última Cruzada”.
E o novo filme?
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal não é uma história inútil ou desnecessária, como já cheguei a ler em várias críticas estrangeiras e até brasileiras. A história é uma espécie de epílogo da saga do herói, algo como “o que aconteceu depois de tudo?” e funciona muito bem assim. Sabemos que Indiana ganha uma família do dia para a noite, que alguns amigos seus já se foram e que ele, mesmo aos 65 anos, ainda se mantém firme e forte no seu trabalho. Falando em “família”, podemos dizer aos que necessitam de uma classificação, que está é a primeira aventura em família de Jones.
Aloprações e Jusficativas
Não se assustem com as cenas que hoje consideramos mentirosas e sortudas demais, pois todos os filmes anteriores tinham isso, faz parte da fórmula da aventura, mas. Há duas cenas que forçam demais a barra como as formigas gigantes da Amazônia e o bando de macacos-prego que ensinam Shia Labeouf a balançar nos cipós.. Isso foi pesado. No entanto, nossa visão de brasileiros sobre toda e qualquer coisa relacionada a a Amazônia sempre será extremanente crítica, principalmente para nós 100Grana.com, que moramos na região amazônica (Belém, lembram?). Para os americanos e para muitos brasileiros que não tem nem idéia de como as coisas realmente são por aqui, pode até ser “real” da mesma forma como nós acharíamos as mesmas cenas possíveis de acontecer na África, nos tempos de Tarzan.
Sobre a polêmica das cataratas… Em determinado ponto do filme, Indiana Jones & família estão passando por um trecho do rio amazonas, em busca de Akator, esse pedaço do rio era desconhecido e possuía três grandes quedas ou cachoeiras, por isso surge a cena das Cataratas do Iguaçu, no filme elas são apenas um cachoeira escondida no amazonas. Nada demais. Afinal, na cabeça dos diretores, o maior rio do mundo deveria ter a maior cachoeira também. Coisa de americano.
As cenas finais são totalmente Spieberg na veia, com toda a sua simbologia intergalática alinígena vindo a tona. Não fica ruim, mas é estranho. Assistam para no cinema para entender melhor.
Continuações
Não, não!! Já está bom… Chega! A franquia tem uma saga perfeita e até um filme extra, não há razões para continuações, mesmo que Spielberg e Harrison Ford já tenham ensaiado dizer isso por aí. O que posso dizer para você é que outros filmes significariam passar o legal de Indiana Jones para Mutt Williams, o que não tem nexo algum. Spielberg e até mesmo o lunático Geroge Lucas sabem disso, algo que eles deixaram bem claro com a melhor da cena do filme acontece nos 5 minutos finais. Shia Labeouf não envergonhou a franquia do Indiana, mas não é para abusar da sorte e pensar em substiuir o aventureiro. Agora é só parar por aqui e deixar a coisa se transformar, noamente, num clássico. Daqui a 20 anos, quem sabe refilmem a série…? Sabemos que Lucas é tão rico que já fez clones de si mesmo o suficiente para dirigir filmes de Star Wars nos próximos 200 anos.
Indiana Jones numa aventura em família.
Curiosidades
A idéia de colocar aliens no filmes não é de hoje, na verdade, a idéia vem sendo debatida desde o início dos anos 90 com George Lucas fazendo de tudo para que fosse assim, enquanto Harrison Ford e Spielberg se opuseram a idéia durante anos. Quando finalmente aceitaram a idéia, Steven Spielberg ficou responsável por tratar a história para que ficasse algo realmente aceitável. E não que ficou?
O chapéu de Indiana Jones é fabricado no Brasil… Você sabia dessa? Ele é confeccionado pela Chapéus Cury, desde o primeiro filme, em 1981. A fábrica fica em Campinas (SP) e hoje tem uma grande visibilidade graças a esse “super garoto propaganda”. A Cury já produziiu cerca de 500 mil unidades do modelo “Indiana Jones” e exporta o produto para o mundo todo. Quer saber os preços? Até que não são caros:
Existem duas versões: com lã ou com pêlo de coelho. A primeira custa na loja R$ 85. A versão mais elaborada, que é a que Harrison Ford usa, chega a R$ 170. Ou seja, eu quero a versão mais elaborada. É óbvio.
Alô leitores de Campinas! Mandem um chapéu desses para o 100Grana!!
Considerações finais
Foi uma longa resenha, é verdade, mas era necessária e o filme mereceu cada parte dela e até mais se tivéssemos tempo. “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” é um ótimo filme, que trouxe outra vez o velho aventureiro para os “velhos fãs” e principalmente, cumpriu o seu papel de mostrar as novas gerações como era divertido assistir a um bom filme de aventura no cinema, com direito a trilha sonora de John Williams, chitote, chapéu, socos, sorte e uma bela frase de efeito dispara por um sorriso confiante.
“if adventure has a name… It must be indiana is must be Indiana Jones!”
Ele já encontrou Arca Perdida, lutou contra um feiticeiro indiano que arranca corações com a mão, bebeu o sangue envenenado de Kalima, não só achou o Santo Graal como bebeu no próprio Cálice Sagrado e como se não bastasse… Ainda viu alienígenas. E tudo isso, sem nunca perder o chapéu.
Esse é Indiana Jones!
Espero que tenham gostado da crítica (deu trabalho), agora vem a parte de vocês! O que acharam do filme?
Continuem visitando o 100Grana.com e até a próxima notícia!




















É..é…vamos ver…vou asssitir e depois eu falo algma coisa!!!
Mas..Boa resenha!!!
Sobre as cataratas do Iguaçú na Amazônia… acho completamente válida a idéia.
“Mas é um absurdo! As cataratas ficam na região sul!”
Se fomos considerar precisão geográfica… no “Caçadores da Arca Perdida” o Dr. Jones está no Egito, mas as cenas foram filmadas na Tunísia. Assim como no “Templo da Perdição”, nosso amigo Indy está na Índia, porém as locações foram no Sri Lanka.
O que está na tela do cinema não é a realidade. Está sendo contada uma história alí e as cenas servem para ajudar a contá-la. Apenas isso! Sem nóia sobre ignorância gringa quanto a geografia brasileira, mesmo porque eu não sei em que estado norte-americano está o Grand Canyon.
Assisti o filme e gostei muito. Se não fosse pela idade do Ford, eu creditaria q o filme foi feito na mesma época dos anterios, poís ele segue o mesmo padrão deles. O melhor de tudo é assistir com uma turma que também tenha assistido os filmes e gostem deles.
Quanto aos “detalhes” geográficos, eu sempre procuro desconsiderar em nome da diversão. Exceto quando é feito por ignorância (e nesses casos o resultado é desatroso), as vezes é preciso mudar algumas coisas do mundo real p que o filme possa ter ritmo. Quando bem feito, não acho q seja algo muito grave.
Tem alguns exageros, mas como foi dito na resenha: isso é Indiana Jones! ^^
A parte dos et’s (ou seres interdimensionais) achei meio viagem, mas gostei muito. E a parte final do filme na igreja, do chapeu, foi ótima !
O lance dos ETs interdimensionais é a nova hipotese do mundo ufologico, já que a ciência hoje contesta a possibilidade de vida semelheante a nossa viajar milhares de anos luz para fazer uma visita. Neste aspecto a dupla Spil e LuLu estudaram um pouco e atualizaram (vide contatos imediatos do 3º grau).
O q o povo não entende é q as cataratas do iguaçu foram apena usadas como dublê para o filme, assim como poderia ter sido cataratas de qualquer outro lugar, contanto q agradasse a produção.
MAs a pergunta é: Pra que usar as cataratas!!!
A historia iria ficar ruim sem elas?! Não é ser chato, é lógico que agente desconsidera essas coisas em nome da diversão e tal!!! Mas não me venha comparar as filmagens do sirilanka representando o egito com as cataras do Iguaçu com a amazonia, PELOAMORDEDEUS!!!
A Amazonia não tem quase nenhum terreno acidentado é tudo nivelado tem cachoeira, mas não tem uma CATARATA do IGUAÇU, Imensa!!!
O Problema é que se fosse outro filme as pessoas estariam falando mal atacando a ignorancia alheia, mas como disseram: Como é Indiana Jones, né?!
Vai um filme brasilero colocar o Grand Canyon na Florida pra tu ver!!!
INDIANA JONES 5 JÁ!
Se a catarata serve para a história, ou seja, faz uso dela para dar ritmo a história, está certo sim!
Cinema é a arte da ilusão. É fazer a gente acreditar em tubarões brancos devoradores de pessoas, é acreditar em cavaleiros cuja Força vem de midchlorians, é acreditar em ETs perdidos na Terra.
Precisão geográfica nos cobramos em documentários. Seria feio (para não dizer desrespeitoso) se um documentarista dissesse que o Brasil fica na África. Mas discutir isso não tem sentido. Mesmo porque, não altera o que está gravado, nem ninguém ganha nada com isso.
Pelo amor de deus: A força não vem de midchlorians!!!
Isso foi uma porcaria iventada que nem foi mais mencionada!!!
E Continuo, se um filme brasileiro ou outro filme fizesse a mesma coisa todo mundo iria cair de pau!!! E repito mais, Como é Indiana Jones, né?!
Olá pessoal… Vamos discutir o filme? As cataratas foram só um cenário..Só pra dizer que existia uma cachoeira escondida, nada mais.. Relax.
O Innukchuk realmente é o cara que deseja a destruição das grandes franquias;
Exagero de verdade foram os macacos e as formigas, mas isso não afetou a qualidade do filme.
nota 8
Eu adorei o filme, principalmente porcausa da historia, os Ets foram uma ideia muito boa, ja que muitos acreditam que eles são os deuses verdadeiros, principalmente nos tempos antigos como mostra no filme, tirando as formigas do capeta que fazer escadinha e os macacos que ensinam atraves do olhar o filme foi excelente!!!!!!!!!!!
MAs estamos discutindo o filme o cenario é de onde?
Agora o problema é qdo começam a dizer que tudo pode pq filmaram EM COMPARAÇÃO. Continuo dizendo: se fosse outro filme esse tipo de afirmação não existiria!
É claro que o filme pode ser bom! Agente quer ver aventuras do sr Jones seja onde for!!!
O filme é muito bom e a resenha ficou genial. Como fã da trilogia de quatro filmes, só tenho a parabenizá-lo pelo texto. E eu também quero um chapéu do Indiana Jones.
tô louco pra ver!
tchupissshhhhhhh!!!!!
putz di!
vc se supera a cada coluna!!!
vou correr pro cine na sexta… PRECISO assistir!
Para quem é das antigas como o Indiana, vão adorar o CineDica.
O filme é realmente MUITO BOM e a resenha foi ótima. Pergunta: quem eram aqueles carinhas que lutavam capoeira no primeiro túmulo que os heróis descobriram? Surgiram berrando do nada (não eram índios) e sumiram sem nem sequer uma explicação do Jones tipo “são nativos” ou “malucos”.
Parabéns viu, vcs sao otimos.
vou plagiar o paragrafo final
“ele encontrou a arca perdida[...]
mas nao se preocupem vou citar.
Pois é Waldir, são “Nativos” que estavam defendendo o local… Só que a cena queria mostrar que eles era meio monstros, quando na verdade, não eram.
[...] Mas antes que pensem que estou fazendo uma resenha, vou logo afirmando: só queria memso registrar a minha emoção em ser presenteada no mês de aniversário com tão belo trabalho. Tem uma bela resenha dos meninos do 100grana, vale a pena conferir http://100grana.wordpress.com/2008/05/25/100grana-viu-indiana-jones-e-o-reino-da-caveira-de-cristal/ [...]
100graneiros sou fã há muito tempo do Indiana e gostei muito de rever o herói mais real que o cinema americando já criou. Creio que o tema de ufologia ter entrada neste roteiro era um caminho a chegar já que tanto George com Steven já fizeram filmes ligados ao tema. O filme tem muito mais referência a série e outras conversas do que os outros, inclusive a série de tv. Vida longa ao Indy.
E não perca! Em junho nas principais loja do ramo a coletânea de quadrinhos Quadrinorte.
Somehow i missed the point. Probably lost in translation
Anyway … nice blog to visit.
cheers, Distortedness.
E um dos melhores filmes que já assisti em minha vida sensacional, maravilhoso…..não tenho palavras…isto sim e um incone das Setimas Arte…………
________________ _
one of the best films that already attended in my life, wonderful ….. I do not have words… this yes and one incons of the 7ª Art …………
alguem ai me diz aonde posso baixar este filme pls (mas nao pelo o orkut) escreve o nome do site aki no blog
Ótimo post, realmente o comentário do filme ficou mito bom!!!
Parabéns
[...] como serão as aventuras de Indy nessa nova abordagem do personagem, (já leram a nossa crítica de O Reino da Caveira de Cristal? Leiam) é [...]
[...] O Dia em Que a Terra Parou * Super-Heróis – A Liga da Injustiça * Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Concordo. A quarta parte do Mr. Jones me deu sono. Decepção de 2008. Opinião pessoal, tá? Tem [...]
Eu axei muito loko o filme tirando as partes que as formigas gigantes começam a montar uma escada aquilo foi um lixo total tirando isso o filme e exelente
[...] Agora, eu acredito que, embora ele tenha muitas gags evidentes em outros films, foi justamtente no filme do Indy em que Shia foi melhor e nem as usou. Resta saber que nova trama Spielberg tem em mente para o arqueólogo. Leia a crítica do último filme. [...]