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100Grana viu e se emocionou com “O Incrível Hulk”!!!

Acima de qualquer expectativa O Incrível Hulk conseguiu a proeza de ser o primeiro filme, de VERDADE, do personagem… Confira!

Por Diego Andrade

Um projeto que foi feito as pressas, praticamente um ano desde o anúnicio na Comic Con ’07, onde tivemos certeza de que este filme não era mais um plano, mas sim, um fato. Porém, “incrivelmente”, tudo funcionou muito bem e nós, tivemos o privilégio de assistir ao primeiro filme, de verdade, do Hulk. Aviso previamente, aos fãs de Ang Lee (já encontrei muitos durante a semana) que a versão de Louis Leterrier e Edward Norton é bem diferente do filme de 2003. Graças à Deus.

Realmente Incrível.

Baseada nas evolução do personagem nos últimos anos e principalmente, trazendo vários conceitos criados na antiga série de TV estrelada por Bill Bixby e Lou Ferrigno, O Incrível Hulk traz finalmente o conceito original do pesonagem ao cinemas, demonstrando que Hulk não é extamente um super-herói, mas um erro, um fardo que o cientista Bruce Banner tenta a todo custo se livrar, pois acaba se tornando refém do monstro que carrega consigo. Há várias discussões sobre isso, inclusive histórias clássicas da literatura mundial como O Médico e O Monstro e até mesmo Frankstein.

Clássico.

O filme já começa com uma ótima abertura, que mais parece uma chamada de seriado. Em 10 minutos toda a história de origem do personagem é contada. O acidente no laboratório, a primeira transformação e o início da caçada ao Hulk, liderada pelo General Ross. Entre os vários nomes que surgem rapidamente na tela do exército estão as Indústrias Stark, Shield e o próprio Nick Fury… Citações, Citações. Logo após essa pequena apresentação do personagem, o cenário muda e chegamos no Brasil, onde foram filmadas as famosas cenas da favela Tavares Bastos, retratada no filme como a favela da Rocinha. As tomadas amplas feitas na favela carioca encheram a tela do cinema, realmente passaram a impressão de que se alguém quisesse se esconder ali, dificimente seria achado. Na verdade, é isso que acontece por lá, mas isso não vem ao caso.

Norton em cenas iguais ao seriado antigo.

Veja aqui a abertura do seriado e compare com o filme:

Bruce leva uma vida simples e contida. Tem um emprego de operário numa fábrica de refrigerantes, chamado “Pingo Doce” que deixaria os gerentes da Coca-Cola de cabelos em pé. Mas, vamos tratá-la com um fábrica pequena, como algumas que ainda existem no país, e vamos evitar de falar que o local era sujo e mal cuidado só porque era no Brasil. Depois de um descuido, o cientista-operário deixa justamente um “Pingo” de sangue cair numa das garrafas, que é exportada para os E.U.A. A radiação Gama é rastreada depois que um simpático senhor sofre um evenamento após tomar o refrigerante contaminado.

E saber quem era o velhinho?

Stan “Mestre-Das-Pontas-Infinitas” Lee!!! O co-criador do Universo Marvel (Lembrem-se de Jack Kirby também)

Um ponto interessante do início, é que não sabemos ao certo como Bruce foi parar no Brasil, a única pista é a sua busca constante pela cura. Nesse contexto ele pesquisa a flora local, tentando criar antídotos e também aproveitar um tempo livre para tomar uma aulas de artes marciais com um mestre que adora recontorcer o diafragma. Ele usa esse aprendizado (não do diafragma, mas da respiração e artes marciais, ok?) para evitar confrontos e fugir. Alías, é o que ele mais tenta fazer durante todo o filme “FUGIR!!!”. Mas… O exército é insistente.

Banner precisa fugir constantemente.

A primeira transformação do filme foi colocada num clima de suspense, algo que funcionou bem para quem não acompanhou os vários vídeos divulgados na internet (afinal, para nós não era tão “surpresa” assim), pode ter causado uma sensação tensa, digna do momento. Hulk é um monstro que vive nas sombras, sejam elas a metáfora da mente de Bruce Banner ou a escuridão da fábrica de refrigerantes, que vira palco para a primeira demonstração de poder e fúria do personagem, que pela primeira vez confronta, ou melhor, encara seu futuro adversário, o soldado Emil Blonsky.

O monstro nas sombras.

A partir daí a jornada de Bruce muda de país, sendo que ele precisa chegar aos E.U.A para conseguir as informações do projeto que criou o monstro Hulk. Há um contato constante de Bruce Banner com um certo Sr. Blue (não é o Capitão América) pela internet, uma pessoa que se propôs, não se sabe em que ponto da história, a ajudar o cientista.

É claro que a verdadeira história começaria na chegada de Banner nos E.U.A. O General Ross decide falar sobre o projeto do” Super Soldado”, criado na 2ª Guerra Mundial (Referência ao Capitão América!), e além disso, propõem (como uma espécie de pacto com o diabo) ao soldado que se submeta a mesma experiência, só que em doses baixas, com o soro que Dr. Banner desenvolveu. E o resultado? Blonsky ganha as habilidades do Capitão América e as utiliza para se esquivar e encarar o Hulk, como nós vimos aqui.

Então… O Capitão América terá habilidades muito parecidas com essas no cinema

O resto é composto por muitas perseguições, excelente cenas de ação que lembram, e muito, os quadrinhos. A batalha no campo da universidade é espetacular em cada precioso segundo. O General Ross é um obcecado pela criatura que ajudou a criar e quer, a tudo custo, tê-la de volta. Liv Tyler está, além de linda como sempre, está muito bem como Betty Ross, afinal, ela é a personagem que está mais próxima no drama de Bruce Banner e sente de perto como é díficil para ele se manter calmo para não machucar ninguém.

Cena da batalha na Universidade.

Falando em “vida díficil”. Perdoem-me leitores, mas não vejo outra expressão que defina tão fielmente a imagem que vi de Bruce Banner neste filme :”cara, ele é muuuito fudido…”. E o mais engraçado é que essa frase não era algo que surgiu apenas da minha observação, pois ecoava por todo o cinema na boca dos espectadores presentes. Vi o filme duas vezes, na estréia e na Quarta-feira passada. Ambas com a mesma reação. E de fato, inspirado no melhor do seriado antigo e nas mais recentes versões do personagem nos quadrinhos, Bruce Banner foi mostrado como alguém que sofre constantemente pela privação de sua vida. Ele não pode trabalhar, nunca tem dinheiro, vive fuigindo do exército – comandado pelo seu ex-sogro psicótico (General Ross) – , não consegue manter e nem ter nada, pois, quando se transforma acaba destruindo tudo, acordando nu ou com uns trapos pedurados no corpo, perdido em algum país da América Latina.

E ainda tem a pior parte… Não pode ficar com mulher que tanto ama, não pelo risco que ela corre, mas sim, pelo terrível fato de não poder transar( já pensou nesse tormento?)!!! Se os seus batimentos cardíacos passarem de 200 ele perde o controle… Então, nada de excitação.

“Cara… Ele é muito fudido…”

Para completar, ainda usaram o trilha sonora do seriado, com algumas alterações, mas ela está lá.. Para nos deixar mais tristes ainda:

O combate final é muito bom, tem seus clichês, é claro, mas o diretor Louis Leterrier soube trabalhar de forma que o resultado não ficasse enfadonho aos fãs ou previsível demais para os chatos críticos de plantão, que de qualquer forma, sempre reclamarão de um filme do personagem. Há boas sólidas deixas para um próximo filme ( um novo vilão), além do fato de que a luta foi retratada com todo o potencial de força e fúria do Hulk… É claro, uma lágrima nostálgica caiu ao ouvir o Gigante gritar, à toda força:

HULK! SMAAAAAAAAAAASH!!!

Salve Lou Ferrigno, o primeiro Hulk, e responsável pela voz da atual versão nos cinemas. Bela Homenagem.

Falando em críticos de cinema, em relação a adaptação de quadrinhos, acredito que seja necessário existir uma crítica especializada no assunto, pessoas que conheçam o tema (quadrinhos e cinema) e não somente a análise massiva e concentrada na linguagem cinematográfica, o que na maioria das vezes fazem surgir críticas equivocadas em grandes meios de comunicação. Mas, isso é pauta para outra discussão.

Willian Hurt mostrou um General Ross impecável. Segundo o ator Tim Roth, isso se deve ao fato de que Hurt tem um filho fanático por quadrinhos que lhe fez um dossiê sobre o Hulk. Junte isso ao talento deste ator veterano e temos um excelente trabalho como resultado.

Tim Roth fez o que melhor sabe fazer: um vilão. Na verdade, ele construiu o Abominável com usa personalidade e não com o soro e radiação. Seu comportamento desde o início da história já mostrava que ele era um soldado disposto a tudo em nome do prazer de realizar a sua missão.

Edward Norton conseguiu, perfeitamente, mostrar toda a angúsita, descrita à pouco, do personagem. Provavelmente, muito disso se deve ao fato da sua longa experiência com tipos de dupla personalidade como em “A Outra Face do Crime” e “O Clube da Luta”.

O Monstro Hulk ainda vai ser feito com uma tecnologia que o deixe mais real mas, por enquanto, o que foi feito até está de bom tamanho, levando em consideração a riqueza da história. Destaques para o fato do personagem “falar” em algumas cenas e também, para o seu comportamente, que não é o de agressão, mas sim, de defesa. O único momento em que ele se torna totalmente agressivo é… Não vou contar.

A calça do Hulk- Como assim? Um observação que não pode faltar: O Hulk aparece de calças porque Bruce Banner, um gênio, sempre se preocupa em comprar calças bem largas, já prevendo que ele pode acordar nu em qualquer canto do mundo. A situação é tão interessante, que em certo momento ele recusa um shortão roxo oferecido por Betty. Hilário e perfeito.

Alguns pontos negativos:

Infelizmente, várias cenas foram retiradas da versão que chegou aos cinemas. Segundo o diretor, forma cerca de 70 minutos, que incluem algumas cenas que vimos várias vezes no trailer:

  • A cena do diálogo entre Banner e o psicólogo Dr. Samson (Ty Burrell) com a célebre frase “There are aspects of my personality that I can’t control..”, que foi para limbo assim como a outra frase dita no filme Homem de Ferro “What are you building Stark?”. Dr Samson tem apenas uma participação mínima no filme.
  • A cena com o General Joe Greller, intepretado por Peter Menash. Também pode ser visto no trailer durante sua participação num diálogo sobre o Abominável, que não consta no filme.
  • A cena no Ártico, a mais famosa do trailer. De acordo com informações recente liberadas pelo diretor, esta parte foi censurada do filme. Nela, Bruce está caminhando pelo Ártico e tenta se matar, algo que não foi muito bem visto pelos produtores, que não estavam interessados em subir a censura do filme por causa deste trecho. Sendo que… Poderia surgir uma certa imagem do Capitão América congelado. Que pena não ver isso no cinema.
  • O surgimento do nome “Hulk” no filme. Isso ficou muito mal contado… Dois estudantes filmam um monstro verde acabando com o exército e quando são entrevistados, dizem que viram um gigante parecido com um “Hulk”. Com assim? Nos E.U.A Hulk é alguma outra coisa também?

Todos esses pontos são considerados negativos, nesta crítica, porém, não afetam drasticamente o resultado final do filme.

E a cena final com o Tony Stark? A maioria já assitiu no post que publicamos semana passada. Eu esperei para poder ver no cinema e não me decepcionei, aconselho o mesmo a vocês.

Porém, se você não gostou da versão do Ang Lee e nem da versão de Louis Leterrier, o seu problema não é com o filme ou seus diretores… É com o Hulk!

O 100Grana recomenda “O Incrível Hulk” como um dos grandes filmes da Marvel, conseguiu cumprir com a promessa de recriar a franquia e amarrou uma história que ainda pode render muito bem nas mãos das pessoas certas. Se este surto de consciência continuar, podemos esperar por produções cada vez mais espetaculares e quem sabe até, além do esperado filme dos Vingadores, um novo Homem-Aranha que apague os erros do passado…

Obs: Assista o filme no cinema pois ele merece isso.

Continuem visitando o 100Grana.com e até a próxima notícia!

Falando no cabeça de teia… Para quem nunca viu, nós fizemos um Especial Homem-Aranha 3 no ano passado:

Se você gostou do filme; é melhor nem ler…

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41 comentários em “100Grana viu e se emocionou com “O Incrível Hulk”!!!

  1. Hulk é um adjetivo: algo grande, troncudo. Se não me engano é um tipo de navio grande também. Enfim, o Hulk é hulk e daí que veio o nome =)

    Dependendo do jeito que os garotos falaram no filme, pode ser algo como “ele tá um hulk mermo, hein mermão” e o nome tenha pegado..

    Na verdade eu ainda não vi esse filme, tô muito em falta de ir pro cinema… mas o post tá legal, deu uma impressão boa do filme, mesmo que eu não curta tanto o personagem.

  2. Aaaah ta… Então Hulk é um tipo de “Hulk” ;) … Valeu Caco!

    Tava imaginando isso… Só que no filme isso não fica claro.

    Abraço!

  3. Hulk esmaga!

  4. Depois dessa crítica/resenha, sou obrigada a ver no cinema mesmo o filme.
    Recebi duas opiniões contrárias, dizendo que o filme era isso ou aquilo, mas como fã de quadrinhos, já sei que não podemos esperar um filme digno de oscar…

    Bjs!

  5. Hulk se eu não estou errado e uma gira de militaris para “Grande Obstaculo em Campo de Batalha”, algo que combina perfeitamente com o Golias Esmeralda.

  6. Hulk esmaga! [2]

    auahhauhahauhuaha, muito bom =D

  7. Saudações!

    É.. parece que foi bom mesmo!

    Vou consultar o oráculo para ver se eu posso ir ou não!

    HULK ODEIA LANÇAMENTO!!!

    Abraços!

    (Lex Luthor)

  8. vou ver se vejo.

  9. Hulk seria algo como um brutamontes ou uma “pessoa grande e desajeitada” (!!!). deve ser alguma coisa parecida com isso oq eles queriam dizer.

  10. Se não me engano Hulk significa algo grande, forte, é como se fosse uma expressão.

    Já assisti o filme, e é muito bom!!!!!

  11. ele podia ir pra cama com ela de um jeito romantico.. devagar..

    mas o problema é correr o risco de se transformar no meio, imaginem o estrago

  12. por outro lado..

    dizem que bomba deixa o cara broxa

    entao a situaçao de bruce deve estar bem fudida…

  13. outra falha:

    a favela do rio nao é o melhor lugar para evitar emoçoes fortes…

  14. um bom filme

  15. Filme excelente!
    Tão bom quanto Iron-man na minha singela opinião! ^^

    Falando em quadrinhos, vi em outro site a explicação p/ fotos do Tom Jane como Jonah Hex.
    Bizarro…

  16. Aliás, voltando a falar do filme, além da voz do verdão alguém mais reparou a ponta que o Ferrigno faz durante o filme ou foi só impressão minha?!

  17. A mim, que AINDA NÃO VI O FILME, cabe pensamentos como:

    Como é o alter-ego do Banner passa a se referir a SI MESMO como HULK???

    Ao ponto de dizer: “HULK! SMAAAAAAAAAAASH!!!” ????

    Coisas da MARVEL…

  18. Sim.. A ponta do Ferrigno como um guarda é ótima, assim como a aparição de Bill Bixby numa série de TV. Não quis falar isso para não estragar a surpresa…

  19. legal seu blog cara
    ta afim de parceria?

    abraços

  20. Desconheço qq pessoa que não tenha se emocionado. O filme está belíssimo, e adorei o texto.

    O filme só não chega a ser perfeito por Liv Tyler. Nisso o primeiro teve melhor q o segundo. Jennifer Connely é muito superior. Liv é linda, mas eu não aguentava mais ouvi-la com aquela vozinha chata (pensando q ainda tva no senhor dos anéis) falar: “Bruce?!?!?” ou “Tudo bem”. Será q faltou texto p ela, ou pq ela é ruizinha mesmo?

    No mais, todo mundo bem colocado. O filme é tão forte q chorei depois q saí. Não podia lembrar q me emocionava. Superou minhas expectativas.
    Tou felizona. Agora aguardando Batman.

  21. Segundo o dictionary.com, “Hulk” pode ser, entre outras coisas, “uma pessoa, objeto ou massa de grandes proporções, difícil de ser manobrado”. Exatamente o que se vê. Dá-lhe Stan Lee e Jack Kirby

  22. Eita!!!

  23. Hulk tb é uma gíria militar para algo grande, um obstáculo no caminho, pelo menos nos EUA

  24. Hulk também é uma gíria pra apresentador baixinho e narigudo… Foi criado pela Betty Ross, um jeito carinho de brincar com ele, tipo “vem cá, meu hulk”,

  25. Ops! O.o’

    Mals aew, Sinuhe…

  26. Muito bom, superou as expectativas!
    Na espera por TDK :D

  27. Esse filme tá muito fodão mesmo, eu vi e tá execelente!!!

  28. No filme os garotos dizem que viram algo como um hulk, para dizer que viram algo realmente grande, uma giria. e quanto ao Hulk falar “Hulk esmaga!” Bruce Banner viu a materia na TV e era ele no final do filme quem estava no controle do monstro, o que esplica o “Betty…”

  29. O Hulk torce para o palmeiras e tá junto com o partido verde.

  30. e é ecológicamente correto

  31. Acabei de assistir. O filme é muito bom.
    Realmente, como o colega acima postou, Lou Ferrigno faz uma ponta no filme, como segurança, e ainda troca umas palavras com o Banner.
    O Stan Lee aparece (como sempre). Desta vez ele tomou o refrigerante que tinha o sangue do hulk.
    Bill Bixby também fez uma aparição, na cena em que Banner assiste a um episódio da série “Papai precisa casar”.
    No final, tive a impressão de que no próximo filme, Hulk será inteligente. Pelo menos é o que a última cena de Banner pareceu indicar.

  32. E tudo indica que o Lider será o vilão.

  33. Opa, eu fico com a versão militar do nome do Hulk: segundo o original, é gíria militar prum obstáculo grande, como os colegas acima disseram.

    No mais, adorei o filme. Mais alguém viu o merchan descarado da Ortobom na favela? XD

    E explicando aquela frase do Banner (a mais cômica do filme): “focê está me deixanto com fome!”: parece que a palavra “fome” foi jogada à toa lá, mas notem:
    fome: hunger
    raiva: anger
    São palavras parecidas o bastante pra ele ter se confundido na hora. Foi isso. =]

    No mais, momento máximo do filme: “HULK… SMASH!!!”

  34. Gostei muito do filme e como sempre a resenha está ótima (por que demoraram tanto?). Realmente foi emocionante ver a fidelidade ao personagem e à atmosfera do seriado. Curiosidades: mais uma vez Rick Jones ficou de fora. Os moleques que filmam o Hulk chamam-se Mcgee (não lembro o primeiro nome), que era o nome do repórter que perseguia o Verdão no seriado, e Jim Wilsom, que foi parceiro do Hulk nos quadrinhos e morreu de Aids. O professor de Jiu-jitsu é simplesmente Rickson Gracie, lenda viva do esporte que já treinou vários astros em Hollywood, como Mel Gibson e Brad Pitt. Como sempre, alterações na geografia: Bruce mora na Rocinha, que fica na zona sul, mas quando desce o morro, sai na Lapa que é no centro do Rio (isso é o de menos, depois do Indy…). Felizmente a cena do Tony Stark é antes dos créditos e nos poupou de ter aquela espera interminável. O filme É OBRIGATÓRIO pra qualquer fã de quadrinhos que se preze. O ponto negativo: Edward Norton estava certo e os executivos estão errados: não se tira 70 min de um filme sem fazer estragos. O Hulk não pula no filme, mas a história salta mais que um canguru. A edição parece claramente feita nas coxas, com vários cortes simplesmente absurdos. Vamos torcer que todo esse material seja recuperado em dvd. Um abraço a todos e que venha o Batman.

  35. Podem esquecer a versão de Ang Lee. O Incrível Hulk 2008 é o MELHOR.

  36. So tenho elogios para este dignissimo filme!!!!!!!!!!

    Parabens ao elenco e sua belissimas interpretações, destaque paraTim Roth e sua persistencia e principalmente a William Hurt.
    O pixo fico mais do que identico com o do gibi!!!!!!!
    tanto fisicamente como (principalemnte) psicologicamente!!!!!!

    Tuche Stark

  37. […] o mesmo diretor do filme O Incrível Hulk, que por sinal, todos nós do 100Grana.com gosta muito (leia nossa crítica) esse filme é chato até para quem gosta de filmes de […]

  38. […] Na minha humilde opinião, uma participação de Norton e seu Hulk só fariam acrescentar mais a este projeto, espero que esta também seja a opinião da Marvel Studios. E mais um filme do Hulk é obrigação depois de tantas brechaas deixadas neste último filme. Já leu nossa crítica do filme? […]

  39. […] difícil que a Marvel não aproveite as amplas possibilidades deixadas pelo  filme dirigido por Louis Leterrier. Possibilidades essas que inclusive podem muito bem ser aproveitadas num filme de equipe como o dos […]

  40. ai vou dizer uma coisa , pra quem e viciado em academia como eu quem ver o filme do huck pira o cara e monstrao , assim que a gente se inspira huck e embaçado so quem treina pesado sabe como e nois rapa

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