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Comando para Matar…e surpreender!

Para você ver que esse mundo dá voltas, muuito violentas.

Por Sérgio Mentorbreak Fiore

Da última vez que fiz esta matéria, falei dum filme ultraviolento que era Desejo de Matar. Quem diria, agora vou falar de Comando para Matar, que é 1.000.000 vezes mais elevado à 13ª potência.

Dirigido por Mark L. Lester, a produção notória de 1985, estrelada por Arnold Schwarzenegger (consegui escrever de uma só vez hehehe), até hoje detém um dos recordes de matança em filmes com o bruto austríaco matando cerca de 88 pessoas e faturou, só nos EUA 7,700,000 dólares no fim de semana de estréia, tendo sido exibido em 1,495 salas no país. Faturou 35 milhões and 57 milhões em todo o mundo.

  A trama já é batida de Domingo Maior também: John Matrix (Arnold Schwarzenegger) é um coronel aposentado há dez anos que vive para Jenny Matrix, sua filha. Repentinamente ela é seqüestrada por , um ex-ditador latino-americano que espera recuperar o poder, e que para isto chantageia Matrix, ordenando-o que mate o presidente Velasquez, o atual mandatário amigo de Matrix. Mas John foge do avião, numa das cenas mais mentirosas da história cinematográfica, diga-se de passagem. Vamos relembrar??

E agora ele tem só 11 horas para resgatar Jenny antes que descubram que escapou e não pretende cometer nenhum assassinato. Na sua tentativa só encontra obstáculos pelo caminho e a única pessoa que fica do seu lado é Cindy, uma aeromoça para lá de medrosa (Lembram da cena da bazuca??).

Mas isso é somente um detalhe. Vamos às curiosidades desta produção. Muita gente deve se lembrar de Jenny, aquela pobre garotinha  que passa a maior parte do filme trancada num quarto todo fechado e foge usando uma maçaneta (!).

Mas, quantos de vocês sabiam que essa atriz aí é Alyssa Milano, com apenas 10 aninhos de idade. Milano, que tempos depois teria aparições em Melrose, mas ficou mais conhecida pela séries sobrenatural Charmed, encerrada recentemente nos States.

É… ela cresceu, né?

Falando em mulher bonita, não esquecamos de Cindy. Interpretada pela morenaça Rae Dawn Chong, ela foi uma das minhas musas nos anos 80,do lado da Sarah dos Flashman e da Tee-la, no He-Man, entre outras.

Aliás, só um parêntesis (isso foi totalmente Mussum).Ela é filha do ator Tommy Chong, famoso por sua parceria com Cheech Marin, nos filmes da dupla Cheech & Chong, dois caras chapadões que viviam se metendo em confusão. E que recentemente, voltou ao tema “afetado” na série That 70’s Show fazendo o impagável Leo.

Tommy Chong

 

Do lado dos vilões, começamos por Dan Hedaya. Supostmamente o vilão principal do filme, o Gen.Arius, ele atuou em séries de Tv como Chips (aquela dos patrulheiros rodoviários com o Erick Estrada e tal, lembram?), e também em filmes como Daylight, A Família Adamms, Shaft e Alien a Ressureição, além de ter passado por umdas consequências mais interessantes do cinema ao fazer uma participação como Trini Cardoza em Nixon, de Oliver Stone, e depois interpretar o próprio Nixon na comédia Dick- Todas as Garotas do Presidente, de 1999.

Um outro velho conhecido é o bom e velho Cookie. Enfim, esse capanga com nome de biscoito foi interpretado pelo ator Bill Duke, que atuou em filmes como Predador e Action Jackson… e recentemente, pôde ser visto como o Bolivar Trask de X-Men: O Confronto Final.

 

Mas lembremos dele no filme. Reparem no sotaque horrível do “Schwarza” para xingar:

Agora, decadência total foi a do Bennet, o dublê de Freddie Mercury que fez uma ponta como vilão no filme.Interpretado pelo ator Vernon Wells, ele atuou em Mad Max II, fez ponta em MacGyver…E pra quê, eu te pergunto, liso? Para simplesmente acabar como Ransik, vilão principal em Power Rangers Força do Tempo. Agradeço ao amigo Alexandre – cujo único defeito é curtir Power rangers (argh)– pela informação.

bennet11.jpg

“Weeeee are the champions”….ops, bigode errado.

E, cá para nós, o Bennet envelheceu. Dá uma olhada no cara agora.

vernon.jpg

Parece coronel de novela de época das oito horas.

Mas como recordar é viver, vamos rever o cara num de seus melhores momentos. Olha a brutalidade, como diria Brunno o Bruto. Que por sinal, vai adorar rever essa porrada aqui.

Ô mundo para dar voltas… Até a próxima, liso!

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13 comentários em “Comando para Matar…e surpreender!

  1. O melhor de tudo é que esse filme foi escrito pelo “espetacular” Jeph Loeb, responsável entre outras coisas pela terrível super-homem e batman, supermoça e batman silêncio.

  2. Esse filme é todo do Baralho. Até as piadas de Schwarzenegger são engraçadas. A luta final então foi 10 desde a roupa de “comandos em ação” de Bennet (o Nigel Mansell de Hollywood), até a morte do mesmo com o cano de gás no meio do peito com direito a clássica frase: “Deixe sair um pouco dessa energia, bennet.” Feita por Schwarzenegger. Essa essa ultima cena eu já vi 3 veses só agora de tão firme que é

  3. Essa luta final é muito tosca! Vocês precisam assistir isso! E o pior é que isso passava na sessão da tarde. O cara leva um choque superior à 500 ou sei lá quantos volts e volta dando porrada, sem nenhuma queimadura! Esse é o filme!

  4. me gustaria saber cual es el tema que sale al final de la pelicula de comando, ya cuando arnold schwarzenegger termina con los malos y carga a su hija en los brazos si alguien sabe como se llama ese tema escribanme a mi correo

  5. Mira señor Sérgio! Tienes una visita internacional!
    Parabien compañero!!!

  6. Fabrizzio, esta música do final do filme é We Fight For Love (também conhecida como “Somewhere, Somehow, Someone’s Gotta Pay”) da banda Power Station.Beleza???

    Continue visitando o site.Até!

  7. Faltou falar daquele maluquinho que é jogado do penhasco! (Mas você falou que ia me matar por último!!! Eu menti!) Ele fez o filme O Corvo (tomava pinga com balas de revolver) mas o grande papel da vida dele foi como o vilão chapadão chefe de gangue Hard-Rock no classicaço supremo Domingo Maior The Warriors – Os Selvagens da Noite!!! Guerreiros, venham me pega-arr! guerreeeeeeeeeeiros…

  8. […] Como é de costume nas produções em que dirige ou escreve o roteiro, Stallone leva o personagem ao inferno e o faz voltar para a redenção (como em Rocky), carregando uma mensagem forte consigo. Mas o que com outros autores seria subtexto, Stallone transfere o miolo da idéia geral para a boca de seu personagem, o que soa um tanto panfletário. Para fazer isso entrar sem rejeição no público médio americano, Stalllone carregou nas tintas fortes: Soviéticos diabólicos, vietnamitas idem, mocinha lutadora porém submissa, além de tornar Rambo quase um super-herói bélico. A fórmula, iniciada com Braddock, de Carlos Ray “Chuck” Norris, lançado um ano antes, foi clonada ad nauseum por acaso ou de propósito no resto da década, até por Schwarzennegger em Comando Para Matar. […]

  9. […] Aproveite, e caso você não conheça o Comando Para Matar original (duvido muito), leia este especial sobre […]

  10. Rapaz, pra mim a cena desse filme é quando o Schwarza corta o braço do cara no meio, hehehe!!!

  11. […] Enfim, deixa para lá. Enquanto isso, relembrem o clásico dos anos 80. […]

  12. […] O cara ficou famoso mesmo no papel do psicótico Bennett,  que traiu o John Matrix (Arnold Schwarzenegger) e luta com ele em Comando Para Matar. […]

Comenta, liso! É grátis.

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