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100Grana Viu: O Exterminador do Futuro: A Salvação

Salvação? Não chega a tanto. Mas dá pro gasto.

Por Igor Oliveira e Diego Andrade

Não é tarefa fácil ser responsável pela continuidade de uma série cinematográfica que se tornou referência no gênero ação e ficção científica. Isso, claro, se existir o objetivo de fazer um capítulo que faça jus à qualidade dos filmes anteriores.  Em 2008 tivemos o quarto filme do Indiana Jones, este ano é a vez de O Exterminador do Futuro voltar às telas. Mas, se a história do arqueólogo criado por George Lucas segue uma linha relativamente simples de narrativa, a série  Terminator tem sua cronologia mais complexa graças a um elemento comum em ficção científica: viagem no tempo. Que isso pode deixar a história mais interessante, não há dúvidas (vide Star Trek). Mas também abre espaço para que se encontre muitas lacunas na trama (ainda mais levando em conta a proposta dos filmes anteriores) e que acaba compromentendo o resultado final. É o que se pode notar em O Exterminador do Futuro: A Salvação.

terminator-salvation-poster

Já que estamos falando de cronologia, vale recapitular o que aconteceu antes (ou depois, depende do ponto de vista). Em O Exterminador do Futuro, história criada e dirigida por James Cameron em 1984, vimos  Sarah Connor (Linda Hamilton),  ser perseguida pelo andróide T-800 (o papel da vida de Arnold Schwarzenegger), que veio do futuro para impedir o nascimento do líder da resistência humana contra as máquinas: John Connor. Para dar uma ajuda, o próprio Connor enviou um soldado, Kyle Reese, para proteger sua mãe.  Sarah consegue sobreviver e destruir o andróide, mas Reese morre durante o combate. Em O Julgamento Final, sequência lançada em 1991, o andróide T-1000 vem do futuro, desta vez para matar o adolescente Connor. E para defender o cara aparece o andróide T-800,   protagonizando assim uma das mais emocionantes continuações dentro do universo da cultura pop. A perseguição do implacável T-1000 (Robert Patrick) e os embates com o T-800 entraram para história do cinema. “Hasta la vista, baby!”.

t1000T-1000. Pouco papo. Muita ação.

Já o terceiro filme, A Rebelião das Máquinas, lançado em 2003, apenas requentou a trama: um andróide é enviado do futuro (desta é a uma “fêmea”, a Terminatrix) para matar John Connor e o Scwarzenegger volta a vestir sua jaqueta de couro para proteger o cara. Mais uma vez ele consegue defender Connor, mas apenas para que ele sobrevivesse ao Dia do Julgamento, supostamente alterado nos eventos do filme anterior. Ou seja, bagunçou bonito a cronologia da série. E olha que nem estamos contando com  outras mídias, como a série de TV ou os quadrinhos.

terminator3 txT-X, vilã do terceiro filme: o mais fraco dos filmes

Agora Salvação tenta dar novos rumos à franquia. Não anima muito o fato de isso ficar sob a responsabilidade de John D. Brancato e Michael Ferris, os mesmos roteiristas do terceiro filme. Mas, para quem alimentava baixa expectativa, o resultado não é ruim. Na nova trama, o ano é 2018, e John Connor (Christian “Batman” Bale) é mostrado como um dos líderes da resistência. Ao contrário do que se previa, ele não o líder de todos, e sim, apenas um dos vários comandantes da guerra contra as máquinas. Ele é visto com um messias salvador (igualzinho um outro JC de uma outra saga) por alguns e um louco por outros. A história esquenta a partir da descoberta de um meio para desligar a Skynet. Além disso, o surgimento de um homem que acorda depois de um longo sono, Marcus Wright, parece confundir ainda mais os planos de Connor, que ainda tem que salvar Kyle Reese (Anton Yelchin, marcando presença pela segunda vez no gênero ficção científica após Star Trek), que está sendo caçado pelas máquinas.

connorO messias John Connor

McG, diretor marcado pela histeria de As Panteras, obviamente não é James Cameron para imprimir a mesma qualidade dos dois primeiros filmes. Mas mesmo assim ele se garante em produzir boas sequências de ação, tendo destaque a cena da  queda de um helicóptero. E, como é um cenário de guerra, tiros e explosões é o que não faltam, principalmente porque são apresentados vários tipos de exterminadores. Desde o modelo básico mira-e-atira até motos e robôs voadores. O T-800 está na fase final de desenvolvimento, o que obviamente preocupa Connor. Além disso, o clima de perseguição e urgência dos filmes anteriores também é respeitado aqui. Os personagens têm a consciência de que não podem parar por muito tempo ou então morrem. Estão sempre fugindo, lutando, descansando do combate ou planejando o próximo passo.  Ponto pro McG .

terminator-salvation_robotLembra um Transformer, mas é um tipo de Exterminador

Já Bale, que basicamente passa o filme com  expressão carrancuda e voz rouca, mostra John Connor como um homem angustiado por entender as conexões passado-futuro que marcaram e vão marcar a sua trajetória (assim como o público). Escuta diversas vezes as gravações de sua mãe e sempre pede conselhos à sua esposa. Mas a impressão que passa é que ele é um líder apenas porque alguma profecia assim afirmou, não porque ele é combatente excepcional ou um brilhante comandante.  Sam Worthington e Anton Yelchin fazem bom trabalho nos papéis de Marcus e Kyle Reese, respectivamente. Enquanto Marcus se mostra cada vez mais aflito com suas descobertas, Kyle Reese ainda é um adolescente que não tem ideia da sua importância histórica,  mas  o fato de acreditar cegamente na resistência humana e em seu líder evidencia o caminho que irá seguir.

Kyle ReeseKyle Reese pós-Mad Max

Mas nada disso compensa as brechas no roteiro. E isso tem justamente a ver com os efeitos das viagens no tempo na série. E aqui começam os SPOILERS para apontar melhor essas falhas.

No primeiro filme vimos que Kyle Reese voltou no passado e acabou engravidando sua protegida Sarah Connor, que deu à luz John Connor. Desta forma, entende-se que o futuro teve que intervir no passado para que o próprio futuro pudesse acontecer (princípio semelhante ao  de Os 12 macacos). Já o segundo filme mostra Sarah, John e o T-800 destruindo os esboços da Skynet, alterando o futuro e evitando o Dia do Julgamento. Porém, no terceiro filme, o andróide T-850 diz que o Dia do Julgamento aconteceu e os esforços de Connor não foram para evitar este dia, mas para sobreviver a ele  e se firmar como um dos líderes humanos. Ou seja, enquanto o segundo filme mostra que as ações no passado podem mesmo mudar o futuro (como em Efeito Borboleta), o primeiro e terceiro capítulos partem da ideia de que a linha do tempo não pode ser alterada, num contínuo temporal que salta no passado e futuro, mas  é imutável.

terminator 2 end T-800 se sacrificando para não deixar nada para a Skynet. Não colou…

Qual a linha que Salvação segue? Não fica claro. John Connor sabe que Kyle Reese é seu pai e que, se não enviá-lo para o passado, ele não nascerá. Sabe também que, como foi avisado no terceiro filme, vai morrer assassinado por um andróide T-800 que conseguiu se inflitrar na organização dos humanos e, se aproveitando da ligação emocional que ele desenvolveu com o modelo durante o segundo filme, se aproxima de John e o mata. E agora? Isso vai acontecer, mesmo ele sabendo do que se trata? Outra dúvida é por que a Skynet decidiu retirar especificamente Kyle Reese dos humanos capturados e prendê-lo numa cela especial. Segundo o filme, foi uma isca para atrair John Connor e matá-lo. Como  a Skynet sabia que Connor iria resgatá-lo? Se a resposta for porque ela sabia que Reese era o pai de Connor, então por que não matá-lo ali mesmo?

São perguntas que ficam no ar. Mas, ao contrário de incentivar o interesse, isso pode acabar afastando a atenção do público. Principalmente depois dos resultados do terceiro filme (o que, de certa forma, ajuda a encarar melhor A Salvação). Afinal, assistir a um filme da série Terminator para ver mais cenas de ação elaboaradas e descobrir ainda mais furos no roteiro envolvendo viagens no tempo e suas consequências, nem Schwarzenegger aguenta. Exterminador do Futuro: A Salvação dá novo fôlego à franquia, mas ainda não garante seu futuro.

Continue lendo o 100grana!

Leia também a crítica de Vinicius Passos

Sobre Igor Oliveira

O objetivo é comentar sobre as adaptações de quadrinhos para o cinema desde o ano de 2000. Como não sei se vou ser bem-sucedido, ainda trato este espaço como um laboratório que sempre estará em mudanças. Resta esperar que sejam sempre melhores.

23 comentários em “100Grana Viu: O Exterminador do Futuro: A Salvação

  1. Simplismente perfeito.
    Parabéns Igor, ótima crítica.
    Resumiu tudo o que pensamos quando assistimos o filme.
    Mas quando ouvimos You could be mine, ou quando Arnold “digital” apareceu, esquecemos todos os furos, falhas do roteiro, etc, apesar de tudo.

  2. melhor filme da fraquia, arnold sh essa sem duvida e nelhor atuação dele não fala nada

  3. Aplausos para MCG, as cenas estão muito bem feitas, principalmente as de ação. Quanto aos senhores John D. Brancato e Michael Ferris melhor procurar outro emprego.

  4. Enquanto Marcus se mostra cada vez mais aflito com as descobertas da sua viagem no tempo??? Putz! Que viagem maionésica foi essa?

    NÃO, colega, Marcus Wright NÃO VIAJOU pelo tempo. Ele fora convertido em ciborgue durantes anos após 2003, é por isso o enorme lapso de memória, e é “despertado” em 2018 como um daqueles “cadáveres” nús deitado numa das salas da instalação/prisão subterrânea da SkyNet instantes antes da enorme explosão matar toda a equipe de John Connor.

    Única conclusão lógica possível é a de que ele seria um protótipo mais vulnerável para o T-800, por isso AINDA tinha cérebro e coração humanos, suas partes vulneráveis. No filme, se não me engano o holograma da Drª Kogan o chama de T-RIP (Terminator – Resistance Infiltrator Prototype).

    Ao final do filme, vemos o primeiro e já fodástico T-800, John Connor ganhar a clássica cicatriz na face esquerda e de lambuja virar o único grande líder da Resistência.

    Já comecei a contar os dias para a estreia do 5º filme, nem que seja em 2012.

  5. “Enquanto Marcus se mostra cada vez mais aflito com as descobertas da sua viagem no tempo??? Putz! Que viagem maionésica foi essa?”

    Opa, Rodrigo! Valeu pela correção! Texto alterado.

  6. Fato que esse filme foi cheio desses lapsos temporais.
    Deu a impressão de que apenas foram “fazendo” filmes e mais filmes e acabaram perdendo a linha do raciocinio…
    Mas quando eu estava lá assistindo, em meio a explossões, com a impressão de estava assistindo Batman xD husuhasa, as revelações de Marcus Wright, todos aqueles modelos fodas de exterminadores e a aparição do Schwarzenegger, manooooo… Remediou todos os problemas de cronologia com os outros filmes…
    Se “O Exterminador do Futuro: A Salvação” te faz parar pra pensar quanto a ordem cronologica da franquia ao mesmo tempo ele não deixa de ser empolgante.

  7. T-RIP? bem lembrado!
    filme maneiro!! foi concebido como uma trilogia… muita coisa sobrou pros proximos, como as viagens no tempo, o filho do JC, t-1000, etc, etc…
    gostei!! so tem que corrigir os furos no roteiro…

  8. Cara você matou a pau. Uma análise, diria eu, brilhante! Digna dos melhores críticos de cinema do nosso planeta. Parabéns e vida longa ao 100grana.com.

  9. Pra mim o melhor de todos é o 2, sem sobra de dúvidas.

    Mas o que mais me irrita nessa franquia, é o pq dos Exterminadores sempre que agarram o Connor nao arrancarem logo uma perna, ou um braço, em vez de ficar atirando o cara pra longe ¬¬

  10. Ótima crítica. Torço para que corrijam os erros e a franquia continue, pois é uma das melhores de ficção científica.

  11. Cara, um ótimo filme merece uma ótima crítica, e vc cumpriu isso, meus parabéns!!
    Qnto á história, há alguns fatos q gostaria d acrescentar….

    “Outra dúvida é por que a Skynet decidiu retirar especificamente Kyle Reese dos humanos capturados e prendê-lo numa cela especial. Segundo o filme, foi uma isca para atrair John Connor e matá-lo. Como a Skynet sabia que Connor iria resgatá-lo? Se a resposta for porque ela sabia que Reese era o pai de Connor, então por que não matá-lo ali mesmo?”

    A Skynet tinha em Kyle R. uma das maiores ameaças da resistência, e não como isca p/ atrair John Connor. A isca foi justamente o Marcus Wright, conforme explicou a própria Skynet através do holograma da Drª. Kogan.

    Dessa forma podemos concluir q Marcus não era um protótipo do T-800, e sim o primeiro (talvez único, quem sabe?) T-RIP. Seu propósito inicial foi exclusivamente se infiltrar na resistência e facilitar a ida/entrada d Connor na base da Skynet.

    O protótipo do T-800 aparece no filme duas vezes. Na primeira, através de dados q foram descriptografados no computador da base subterrânea destruída no início do filme, e na segunda, o modelo já terminado, q ataca e quase ‘desfalece’ o líder Connor.

    5º filme? Provável, previsível e totalmente esperado!! Usando palavras já conhecidas dos filmes anteriores e deste último, o 4º filme poderia terminar dizendo:
    -I’ll be back!!
    kkkk

  12. continuando … depois de todos ese acontecimentos a humanidade perde a guerra e as, maquinas usam os humanos como pilhas a prisonado nossas mente en um programa chamado matrix , muito muito tempo depois suger o escolhido ,neo

  13. Crítica muito mais sensata que a outra assinada pelo blog.

    Vale lembrar também que o T-RIP pode ser mais “vulnerável” não por
    ser um protótipo do T-800, e sim por ter como função única a arte de se infiltrar.
    Como tem essa finalidade, não demandaria aparatos de guerra para ser
    um andróide mais robusto. O T-RIP seria meio que “descartável”.

    Achei que o McG se superou.
    Para um cara que dirige “Supernatural” e dirigiu as Panteras,
    ele fez o trabalho da vida dele.

  14. Kyle Reese era o nº 1 da lista da Skynet para morrer porque no 1º filme ele é enviado para proteger Sarah Connor e o T 800 tem que impedir o nascimento de John matando Sarah, porém o fato de J. Connor continuar vivo e liderando a raça humana provou que o T 800 falhou, então eles tentam matar Connor com o T 1000. Logo o que concluimos?

    1º A Salvação é anterior à viagem de Reese no tempo para proteger Sarah, na verdade é um prólogo porque mostra à audiência como Reese, K. entrou para a resistência, como Connor, J. ganhou a cicatriz e como ele sabia do T 800 antes mesmo de ser fabricado.

    2º As máquinas sabiam que Kyle Reese era fundamental para a missão de proteger Sarah no futuro, mas não sabiam que ele era o pai de Connor, sabe por quê? No 1º filme Kyle diz à Sarah que as outras Sarahs Connors mortas, só foram assassinadas porque após a guerra nuclear diversos arquivos se perderam dentre eles o que “localizava” Sarah no passado. A Skynet não sabia muito sobre Sarah por causa disso. Com os arquivos queimados tudo que sabiam era que ela morou em Los Angeles então mandaram o T 800 para lá matar toda Sarah Connor que encontrasse.

    3º Como ela escapou com Kyle e não deu bobeira ficando parada não há registro de Kyle como pai de John porque ele nasceu no futuro e provavelmente para resguardar a existência do filho Sarah não o registrou com o sobrenome de Kyle e sim com o de algum familiar ou só com o dela mesmo. Alguém aí sabe o nome do meio de John? Eu não sei!

    4º Como os eventos mostrados neste 4º filme antecedem a missão de Kyle resta a pergunta como as máquinas sabiam que ele ia ser enviado para o passado? E se sabiam disso e que ele iria cumprir a missão (Missão dada é missão cumprida) porque não o mataram logo?

    5º As máquinas não sabem que Reese é pai de Kyle porque isso não é comentado nos outros dois filmes (o de 1991 e o de 2003).

  15. gostei

  16. Essa muvuca no roteiro me faz lembrar muito LOST, uma coisa assim swept away (sem rumo), um labirinto ou um círculo vicioso que os próprios escritores criaram proposital – acidental ou involuntariamente, e não há um número de temporadas exato que os façam escapar do “juízo final”.

    Um dia tudo tem que acabar, a não ser que fique que nem o desenho “A Caverna do Dragão”, de tanta enrolação acabou ficando sem final.

    Eu, particularmente, não sei se terei sanidade mental suficiente de esperar mais anos por uma nova franquia até encontrar mais pistas sobre Terminator. Sei que parece ignorância, mas por ter acabado de asssitir “A Salvação”, minha cabeça não sossega com indagações.

    Já ia fazer uma pergunta ignorante a respeito da paternidade ultra-temporal entre Kyle Reese e John Coonor, mas a explicação/teoria do Renan aliviou a mente desta pobre alma carente de esclarecimentos. VALEU RENAN! Mas espera um segundo:

    RENAN diz:
    – “5º. As máquinas não sabem que Reese é pai de Kyle porque isso não é comentado nos outros dois filmes…”
    Você não quis dizer “As máquinas não sabem que Reese é pai de John Connor”?

    Parabéns também ao Igor, pela crítica.

  17. Fi, o Renan falou tuuudo e mais um pouco, nesse 4 filme desde a hora que anunciaram que kyle reese era o principal alvo da skynet eu ja pensei de cara … Como??? Como a skinet pode saber que Kyle reese voltou no tempo se ela pratocamente foi criada ah apenas alguns anos e não sabe nada sobre os acontecimentos que irão acontecer no futuro como essa viagem dele?? E a unica explcação que eu consigo bolar na minha cabeça de que porque as máquinas não matam logo kyle e connor é que talvez elas saibam que alterar o presente pode ser perigoso demais (como mostrado nos outros filmes (seeee ela soubesse disso) ) então prefer apenas paralizá-los até uma resposta mais correta das coisas… (mas isso é claro é uma desculpa que eu coloco na cabeça p não ficar pensando : “Ah os diretores não iriam matar o conor mesmo e não teriam graça se ele não lutasse um poquinho com umas maquinas”… A verdade é que alguem que não pudesse morrer, nunca poderia se esncontrar em tal situações como pegos pela skynet ou pegos por um robo, porque no real isso seria morte pura considerando que a skynet os queria mortos… mas ai os diretores não podemm matar o personagens principais né … ai… da nisso, joga ele longe na parede hauahau)

  18. AH mais uma coisa, alguem pode me explicar como aquele helicóptero da resistência chega e sai numa boa da “The central” da skynet???? rsrs Ah mas um comentário básico, o filme ficou muito bom e gostei muito do final porque o diretor trabalha a parte da história que agente pensa: “Como que humanos que estão desmantelados, sem sustentos de cidades, mais fracos e em menor número conseguem fazer páreo para um inimigo de metal mais inteligente, mais forte em maior número que não precisa comer, nunca para e quase indestrutível?” Alias destaque para a grande invunerabilidade do T-800 que nos faz lembrar do 1 filme que mostra o quanto é difícil destruir um esxterminador… e outra coisa… sempre pensava… como que humanos nas condições do futuro que os filmes mostram conseguem capturar exterminadores em bom estado e resprogamá-los de tal modo que ele possa proteger humanos no passado? Pensava eu… “No mínimo numa guerra dessas p deter um exterminador… só destruindo ele mesmo… mas nesse filem com essa nova arma de frequencia… fica mais explicado… ponto p diretor… Mas uma coisa que é preocupante é que se a skynet descobriu até o que o conor falou p Marcus la na base (Vc matou , meu pai, minha mae, mas não vai me matar”) então agora ela sabe boa parte dos esconderijos e organizações dos humanos… o que posso pensar agora? Terable hauhau

  19. Eu posso conviver com este lance todo de paradoxo temporal, segundo o que se aceita, o futuro já aconteceu e ningém precisa enviar Kiley Reese para o passado para que John Connor exista, ele JÁ existe e pode até mesmo matar reese que não vai deixar de existir, porque deixaria?

    Mas o que é inaceitavel é:

    de um lado temos a Skynet, são robôs, tem células de energia nuclear e fábricas para se reproduzirem, podem fazer backups de suas consicências, etc…

    de um outro lado temos humanos, precisam de comida, respiram, adoecem, etc…

    Pelo Amor de Deus, com um centésimo da capacidade da Skynet eu imagino centenas de maneiras de exterminar a raça humana sem o menor esforço

    porque não, simplesmente espalhar radiação no planeta todo? ou, simplesmente um agente desfolhante como o agente laranja, elimina a vegetação e a humanidade morre de FOME…aliás, tivemos uma guerra nuclear no primeiro filme, como o planeta está tão bonitinho, com árvores, rios limpos, etc… está melhor que HOJE, eu voto na skynet pra proteger a amazônia.

    E, como bem colocado acima, porque o T-800 não esmagava ou rasgava no meio suas vítimas ao invés de jogá-las longe (elas pareciam feitas de borracha, inclusive)

  20. Outra pergunta que queria fazer era a seguinte:Como John Connor descobriu os planos da Skynet para enviar um exterminador T-800 para o passado e matar sua mãe?

  21. se a skinet nao sabia que kyle reese é/seria/será o pai de connor por que colocou ele numa sala especial? se ele , kyle reese, era uma alvo pois seria importante na luta contra as maquinas por que nao mataram logo ele?se a skinet sabia q ele seria pai de connor por que nao matou logo ele?

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