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100Grana viu: Thor

Foram pelo menos três anos de espera para escrever isso. Agora, caro liso, senta aí na frente do monitor que eu vou te dizer o que achei deste filme.

A primeira vez que eu ouvi falar de Thor foi quando, há muitos anos atrás, ganhei uma revista do Hulk, e lá estava uma história em que o loirão dividia uma aventura ao lado Aranha. Eu até consegui recuperar essa revista recentemente, mas o caso é que não era o personagem que eu procurava de cara quando chegava em uma banca de revistas. Minha praia era mais o aracnídeo mesmo, ou os X-Men. Mas sempre gostei do Thor, era legal ver ele em ação com o martelo e todas aquelas fírulas na hora de falar, a relação dele com outros heróis, como o Capitão ou o Homem de Ferro. Só depois comecei a conferir suas histórias, isso em meados de 1996. É, faz tempo.

Mas estamos em 2011, e a espera finalmente acabou. Pelo menos, a espera que envolvia a versão em carne e osso do Deus do Trovão chegando aos cinemas. O que eu posso dizer de cara é: todas as boas expectativas enraizadas aqui no 100Grana, tanto por parte dos membros como por parte dos leitores,  não foram infundadas, o longa é mesmo muito bom.

Voltando a falar de quadrinhos, o começo do filme me lembrou muito a graphic novel Thor: A Era do Trovão, que mostrava a impetuosidade do filho de Odin, e como isso lhe custou o banimento de Asgard. Não é exatamente a mesma coisa, mas o roteiro de Mark Protosevich conseguiu trazer elementos que ilustram bem como a história de A Era do Trovão e do filme se parecem, e conforme muito já disseram, o que vemos na tela não é a saga de um homem conseguindo seus poderes. Ele já os tem, mas o filme mostra exatamente sua transformação em um verdadeiro herói.

Assim temos Thor, o orgulhoso e arrogante filho de Odin, que após provocar uma iminência de guerra, é banido para a Terra, a fim de aprender uma ou duas coisinhas sobre ser humilde e sábio. Ele acaba esbarrando na jovem astrofísica Jane Foster, que ao mesmo termpo investiga os fenômenos meteorológicos que rolam no Novo México, acaba atraída por aquele grandalhão falante que jura ser filho de Odin.

Ao mesmo tempo, Loki, irmão de Thor, faz descobertas sobre si mesmo que o levam a tomar o trono do Reino Eterno para si e tramar contra todos os nove mundos.

Se Thor funcionou nos cinemas, é justo elogiar um por um. A começar pela direção de Kenneth Brannagh. Quem já assistiu qualquer filme dirigido por ele, especialmente os shakesperianos, sabe como ele explora bem as partes mais teatrais e pontua bem as relações de poder e os conflitos familiares. E para quem nunca comandou um filme com efeitos especiais, ele até que se saiu muito bem.

O já mencionado roteiro de Mark Protosevich tem méritos por criar situações emblemáticas(o fator “só pessoas dignas podem erguer Mjolnir” é muito bem explorado), além de algumas situações cômicas baseadas na criação bárbara/nórdica/asgardiana de Thor. Sem falar que, em certo momento, uma frase dita ao Agente Coulson (Clark Gregg, uma das “colas” entre os filmes da Marvel) lá pelo fim do filme soa como algo que esperaríamos de um futuro membro de uma certa equipe.

O roteiro obviamente também pontua menções ao restante do Universo Marvel, fora a já revelada e curta participação do Gavião Arqueiro, discreta e instigante para o que vem por aí em Vingadores

Um de seus grandes acertos foi a escolha de Chris Hemsworth para o papel de Thor. Além de ser um semi-desconhecido, o que ajuda muito numa produção dessas, o cara soube passar o que é um filho de deus metido à besta fora de casa que aprende seu real papel em seu mundo e no nosso. E para minha alegri, ele faz tudo o que um cara que já leu Thor na vida espera que o Asgardiano faça usando seu poderoso martelo de Uru.

Como elogiar Anthony Hopkins é chover no molhado, vou pular para Tom Hiddleston. Pouco foi mostrado dele nos trailers em ação, mas quando vemos o filme, encontramos um vilão realmente bem construído, e que realmente manipula seus adversários de forma ardilosa. O roteiro tentou meio que criar uma situação de explicar o porquê de Loki ser maligno, mas que nos faz até ter pena do chifrudo. Mas ele mandou muito bem.

Natalie Portman, sempre um pitéu, não fez lá grandes coisas, mas cumpriu seu papel muito bem. Não teve a carga dramática de sua última participação numa adaptação de HQ (V de Vingança), mas começou e terminou o filme de forma impecável.

Falando sobre os coadjuvantes de Asgard: Jaimie Alexander fez uma convincente Lady Sif, tanto na questão de guerreira e de companheira fiel de Thor em batalhas. O mesmo vale para os três guerreiros, em especial Joshua Dallas, que graças à Odin entrou no lugar de Stuart Townsend  (que ficou arrumando encrenca nos bastidores e foi cortado) e entregou um Fandraal divertido e poser, quase um Erroll Flynn mais canastrão. E Ray Stevenson, em sua segunda performance em filmes da Marvel, entregou um Vostagg não tão volumoso, mas tão comilão e fiel ao filho de Odin como nas HQs.

E o que dizer de Idris Elba, uma escolha tão criticada por causa de ser um ator afro-americano? Ele simplesmente encarnou Heimdall de forma convincente, calando a boca de muita gente que achou que ele destoaria dos outros. Bem, ele se destacou de forma positiva, fazendo um guardião fiel ao seu dever e ao seu reino. Mas acima de tudo, fiel ao que é justo. Ele tem meu voto para ser Luke Cage. Sim, ele está interessado no papel.

. Stan Lee também dá as caras, mantendo a tradição de suas impagáveis participações.

Enfim, Thor mantém o nível de seus antecessores nessa nova empreitada da Marvel, saindo do tecnológico e caindo para o místico, o inexplicável pela primeira vez. E nos deixando mais ansiosos para julho, quando será a vez do Capitão América partir para a guerra, e 2012, quando todos juntos vão salvar o mundo em Vingadores.

Ps: E como de praxe, ninguém se levante antes do fim dos créditos SPOILER.  O Dr. Selvig (Stellan Skaarsgard) se encontra com Nick Fury (Samuel L. Jackson) que lhe apresenta o Cubo Cósmico (que deve aparecer em Capitão América – O Primeiro Vingador). Controlado por Loki, o cientista topa investigar o artefato. FIM DO SPOILER

Cotação: 9,00

33 comentários em “100Grana viu: Thor

  1. muito bom mesmo ^^

    Não curti a ultima cena… que vem depois das letrinhas uhauhauhauha

  2. Stuart Townsend é um mala mesmo, depois que tomou um pé na bunda da Charlize Theron, piorou… kKkKkKkKkKkKkKkkK!!!

  3. Ah sim, já assisti 2 vezes, gostei e muito do filme.

  4. O comentário “fica, vai ter extra” era geral no cinema, hehehe…

    Já fiz meu texto pro Ponto Zero, já já tá no ar. Mas adianto: dou dez pro filme, fortemente influenciada pela participação marota do Chris, que encarnou muito bem o papel de deus nórdico alto, forte, viril e… bem, entenderam.

    Meu ponto negativo vai pro Loki, que, como vocês disseram, fez a gente ter peninha dele. Senti falta de cinismo ali, olha…

  5. Cara, o filme é ótimo! Muita ação, efeitos sonoros que caem bem em um filme que exibe “cavalos batizados” sentando o cacete em tudo que se mexe, comédia na medida certa e o melhor… belas atrizes ( a Jaimie Alexander e a parceira “desbocada” da Natalie Portman são as mais lindas).
    Creio que só você (exceto, claro, o Stan lee e o lanterninha) viu a tal cena do cubo após os créditos hehehe.

  6. crítica excelente no aguardo do dvd…

  7. Vocês assistiram em 3d?

    To louco pra ver esse filme, quando eu voltar para casa na segunda vo assistir no cinema ocm certeza!
    Muito boa a resenha, me deixou com mais vontade de assistir.

  8. Eu tbm vi a cena inal no cinema, sensacional!

    Que venhas Capitão America e Os Vingadores!

  9. o filme realmente ficou muito bom, superou minhas expectativas. O maior porém, entretanto, foi a parte do Thor na Terra. Digamos q as coisas aconteceram meio rápido demais, ele não teve lá muito tempo de desenvolvimento e ficou meio “falsa” a lição aprendida.
    E a luta lá com na Terra tbm, a Sif e os outros tavam meio sem graça, poderia ser melhor. Mas a conta termina em um resultado positivo felizmente.
    Recomendo

  10. O filme é divertido, mas não me empolgou! Achei o Loki um vilão muito sem graça. Era só o cara fazer terapia pra curar o complexo de filho bastardo mal amado e tudo se resolvia, mas como não deve ter psicólogo em asgard, deu no que deu!

    A cena pós créditos foi uma bosta! Esperava uma aparição do tony stark ou algo impactante.

    Ponto positivo: Chris Hemsworth está perfeito como Thor!

  11. Achei a resenha fraca dessa vez. Se limitou a descrever e elogiar o filme, enquanto que os pontos negativos foram ignorados. E na minha opinião, houveram muitos.

    É difícil dizer se o problema foi do diretor ou do roteiro, mas considerando que gosto do Branagah há tempos e achei os diálogos muito fracos, apostaria no segundo. Enquanto que a turma de Asgard dá um show, como Jaimie Alexander, Joshua Dallas, Tom Hiddleston (que está ótimo), e o sempre magnífico Anthony Hopkins, os personagens terrenos ficaram muito rasos.

    Natalie Portman parece se encontrar no filme apenas quando a S.H.I.E.L.D. leva sua tralha embora (algo assim: Ebaa! Enfim motivação!!). Stellan Skaarsgard foi muitíssimo mal-aproveitado (pra que serve aquele personagem, alguém sabe? Ah sim, pra nada) e nem adianta perder tempo falando da Kat Dennings. Sem mostrar o busto ela é invisível.

    O deus do trovão enquanto humano também sofreu desse mal de mediocridade. Enquanto em Asgard ele mostra uma personalidade forte, na Terra o personagem ficou bobo. Afinal, o Thor é orgulhoso ou humilde? Furioso ou cavalheiro? Imprudente ou meticuloso. Claro, um pesonagem pode ter todas essas caracteristicas, mas nesse caso elas estão tão distintas umas das outras que o cara ficou esquizofrênico. E aonde está o momento que ele aprende a tal lição que o torna novamente digno do martelo? De uma hora pra outra ele aceita morrer por todos os humanos? Meio bizarro isso.

    A parte que mais irritou no entanto é a invasão daquela micro-base da S.H.I.E.L.D. Mas que porra foi aquela? O maior orgão tecnológico dos EUA, em tempos de tecnologia de Tony Stark, pós-Capitão América, e entra um zé ruela ali e quebra todo mundo no soco? Por melhor que seja o treinamento, não faz sentido. Os caras estão todos armados. O próprio agente Coulson (filho de Cou, essa foi boa!) diz isso. E mesmo mostrando depois que estavam fingindo acreditar naquele papo de Dr Donald Blake, é abusar da nossa inteligência.

    O filme tem sua beleza, tem seus momentos, muito sem graça quando quer ser engraçado, muito divertido quando mostra ação, mas pra mim teve problemas sérios de coerência de ritmo, pra um filme dessa magnitude.

  12. Bônus sobre Tom Hiddleston. O britânico conseguiu ser expressivo de uma forma sutil, mesmo tendo pouco destaque no começo seus olhares diziam muito. Ia se dar bem até no cinema mudo.

    Já nos momentos de rodar a baiana com Odin, o cara explode em fúria e mágoa contida de uma forma impressionante. Os diálogos dele com o pai adotivo são os melhores de toda a produção, no modo como ele interpreta de maneira emotiva o que lhe é dito. Foi um momento bem convincente. Aliás, falando nisso, era de se esperar que Anthony Hopkins pegasse as melhores falas do filme.

  13. Pessoas diferentes, opiniões diferente, meu caro Apolo. E pelo que entendi, a SHIELD não caiu na conversa do Dr., mas liberou Thor para ficar de olho nele 🙂

  14. Ótimo filme, excelente resenha! .o/

    Após ver o filme, só tenha a acrescentar dois pontos:
    1- Acho que deveriam ter usado mais o termo ‘Ragnarok’ p/ definir a grande guerra (mencionada algumas vezes no filme);
    2- Apesar de não haver menção alguma durante toda a criação do filme, tinha esperança de que aparecesse alguma goXXtosa representando a Encantor… 😦

    Super recomendado!

  15. A luta contra o Destruidor é o unico ponto do filme que para mim poderia ter sido melhor explorado, a armadura ja matou o Thor mais de uma vez a produção poderia ter criado uma luta mais prolongada, tirando isso o filme foi fantastico.

  16. Concordo com o Apolo plenamente.
    O filme foi uma broxada assim como o IronMan 2.
    Não é por que o filme era esperado e tem ligação com OS VINGADORES que temos
    que babar por ele. Teve seus momentos bons, mas os ruis se sobresairam. E cade o BALDER ???
    Eu já esperava isso do MOTOQUEIRO ASGARDIANO.
    Enfim… agora é esperar que o Capitão America não seja semelhante a esse Thor, pois se a coisa continuar desse jeito, não sei o que se poderá esperar sobre OS VINGADORES ?

  17. Deixa eu ver…

    “mesmo mostrando depois que estavam fingindo acreditar”

    É, foi o que eu disse. 🙂

  18. Não briguem meninos, o problemas não está no roteiro ou na direção, mas com a produção do filme (talvez um pouco com o roteiro também). Com mais uns 40 minutos para desenvolver melhor o personagem Thor e um investimento maior nas cenas e diálogos dos personagens terráqueos tudo estaria completamente resolvido.

    Sinceramente? Eu acho que mesmo com esse pequeno deslize o filme ficou ótimo. Disparado o melhor Marvel já feito até o momento e vale ser revisto pelo menos 2 ou 3 vezes para poder perceber cada detalhe e nuance, que não são poucos.

    Para o grande público então!? O um filme perfeito.

  19. Acabei de chegar do cinema e a palavra é simplesmente… Excepcional!!! Valeu cada centavo gasto! Porém esperava um pouco mais da cena pós créditos mas mesmo assim tá valendo!

  20. acho q o problema maior do filme foram as falhas mitologicas, muito serias, para uma marvel que visava a todo custo deixar nossa realidade mais proxima nos filmes, que fique claro q adorei como adaptaram a passagem de loki para o lado dos malvados e tambem n estou falando de um cavalo q faltou mais 2 pares de patas, o problema é: Isso ja aconteceu, gostaria de saber q tinha escrito nakele livrão de mitologia nordica infantil, não existe fenrir, hella, nem tyr perdendo braço nem duendes fazendo coleiras de seda, a mitologia nordica do filme se resume apenas akele resumo da introduçao do filme. a falta de valkyria e amora não seria sentida se n houvesse uma cena de coroação em q no minimo todos de asgard deveriam esta vendo. alguma distorção tempo espaço poderia ter ajeitado esse problema…

  21. @Apolo, porra… agora vou ver o filme com pé atrás! Já li umas 3 críticas parecidas com a sua… fazer o que, tem que ver pra criticar!
    Ah, neguinho ainda dizia por aí aos 4 ventos que esse filme iria desbancar ou se igualar a TDK… quero só ver!

  22. Para mim que só tinha visto ele abrir uma cerveja com uma faca num filme do Hulk, esse filme tá ótimo.

  23. Concordo plenamente com Apolo…aliás, até ler o comentário dele estava começando a pensar em assistir o filme outra vez…pq é muito bizarro vc ler taaaaaaaantas resenhas positivas e meio descompromissadas de um filme q tinha tudo pra ser muito melhor.

    Apolo indicou os pontos certinho…esquecendo só de salientar um detalhe…a lição, o amor, e todas as revoluções ocorridas na vida de thor que o levaram de um deus arrogante para um homem “cristão” aconteceram em DOIS DIAS!!!

    Como um cara se transforma tanto em dois dias??

    Só sofrendo muito, na minha opinião…dor q não vi rolar na tela.

    A lição de humildade de Odin seria muito mais eficaz se Thor encarnasse no corpo d e um médico aleijado.

  24. Pô, Sérgio. Vou ter que concordar um pouquinho com o Apolo: quando pensei que ia começar a resenha, ela terminou.

    Gostei do que vi. Senti que essa temporada do “Summer Movies” vai ser boa. Já li e ouvi gente reclamar do 3D, mas essa ladainha vai ser eterna, pois 3D não é mais o filme na nossa cara como era antigamente.

    O elenco se saiu muito bem individualmente, mas a Kat Dennings não serviu nem pra alívio cômico. A fala mais engraçada do filme fica por conta do agente da S.H.I.E.L.D. quando Lady Sif e os três guerreiros desembarcam na Terra.

    Por conta da classificação indicativa (10 anos) só encontrei cópia dublada nos horários da tarde e notei que Odin e Heimdall ficaram bem falados em mãos brazucas. Até mesmo Jaimie Alexander, que tem uma voz rouca na qual eu não gosto muito, ganhou uma voz mais digna de uma Lady.

    Agora o casting foi muito bem planejado. Notem que “Thor” já era uma adaptação muito esperada e o público masculino já era garantido. Fica mais fácil entender porque houve todo esse apelo ao público feminino com a imagem de Chris Hemsworth e a escalação de Natalie Portman (uma atriz de verdade) como a moçinha do filme. Bem diferente de uma Megan Fox da vida, que não passa de uma “gostosa em cena” e nada mais além disso.

    Minha cotação: 8,00 “contos”.
    Valeu. Abraço!

  25. É, gostei da crítica.. achei melhor que a do Omelete..
    Vendo superficialmente, e menos críticamente, o filme é exelente, os efeitos são exelentes tbm..

    única coisa chata mesmo foi a mudança repentina do Thor e algumas cenas na Terra…

    obs> A cena de luta do começo (contra os homens de gelo) foi a melhor que eu já vi em filmes do gênero. me empolgou ao extremo, fiquei tão feliz e emocionado que até pulei da cadeira quando ele voa.. hsuashuahs

  26. O filme foi legal, mas o que estraga ele é sem dúvida as partes em que ele fica na terra, se fosse sempre em Asgard seria muito mais legal.
    Eu esperava mais.
    E cade o Balder?

    Ainda fico com o Homem de Ferro.

    Ahhhh mas foi legal ver o Gavião Arqueiro fazendo ponta no filme. ^^

  27. O filme pra mim foi otimo melhor de qualquer porcaria que tenha lançado aqui no brasil mas acho que thor não devia ter sido lançado antes da prevista por que isso poderia ter resultado muitas recepções negativas por parte do publico estrangeiro mas pelo visto foi arriscado mas ele digamos que saiu muito bem.Seria interessante chama jon favreu pra dar uma ajudinha ao kenneth bragan.

  28. @Willie Zureta

    “Ah, neguinho ainda dizia por aí aos 4 ventos que esse filme iria desbancar ou se igualar a TDK… quero só ver! ”

    Pode por ai na disputa o Watchmen.

    Bom…agora boto mais fé no Lanterna Verde do que eu já não estava potando no Motoqueiro Asgardiano.

  29. Eu só queria que o Thor no começo fosse ranzinza com todos (que não seus amigos e companheiros vulgos os 3 guerreiros e a Sif)

    Spoilers ridiculos para quem não viu o filme mas achei interessante avisar xD

    Fora isso acho que o Thor não aprendeu a ser humilde em 2 dias ele aprendeu a ser menos arrogante, a compreender que estava errado e deixar de pensar sempre só nele, ele tinha a garota e tinha medo de perder, o pai dele estava morto (ou pelo menos era o que ela acreditava) sua mãe não queria mais que ele voltasse (de acordo com o loki isso tudo neh haha) por ai tem sim como ele ter aprendido pelo menos o necessário para que pudesse recuperar Mjolnir e consequentemente seus poderes, o suficiente para dar o primeiro passo.(Isso na minha opinião neh xD)

    Lógico o filme teve seus pequenos problemas assim como geralmente todos os filmes de super-herois tem, mas no geral achei o filme excelente, gostei de ver o Thor no cinema, não foi estranho e nem minha mãe achou estranho, muito pelo contrario ela gostou e MUITO (já até queria ver denovo) e eu posso levar isso em consideração pelo fato de que ela não sabe NADA nem do universo Marvel e muito menos do Thor, o filme ta la pros fãs dos quadrinhos e pra quem não conhece, foi só o começo de algo maior e não digo só dos Vingadores mas sim de futuros filmes tanto do universo Marvel como do próprio Thor!

  30. “foi só o começo de algo maior e não digo só dos Vingadores mas sim de futuros filmes tanto do universo Marvel como do próprio Thor!”

    Quis dizer filmes de todo universo marvel (como vingadores, guerra civil etc…) como thor, homem de ferro, capitão america, homem aranha etc…

  31. vi o filme e esperava um pouco mais, principalmente nas cenas de luta, nota 8

  32. Pela enésima vez uma adaptação dos heróis da Marvel decepcionou. Thor não é um equívoco completo, já que no mínimo tem alguns planos bonitos em Asgard (embora nem sejam tão memoráveis assim), Natalie Portman e Anthony Hopkins. Mas para por aí. O roteiro é raso que dá pena, sobretudo na construção dos personagens, sempre unidimensionais e pouco atrativos. O galã Chris Hemsworth, responsável pelo personagem-título, até se esforça para passar o misto de arrogância e nobreza que caracteriza o herói, mas não dá conta do recado, faltou brilho e carisma. Portman é sem dúvidas a melhor em cena, porém tem contra si uma personagem sem sal, mocinha pouco sexualizada, sem absolutamente nada a acrescentar – logo ela, que esbanjou erotismo em filmes tipo A Outra e até na adolescente de O Profissional.

    Musicalmente, outro fiasco. A partitura de Parick Doyle não atrapalha, porém não comove nem empolga em momento nenhum. A direção de Kenneth Branagh – chamaram um sujeito especialista em adaptar Shakespeare para filmar cinema pipoca! – vai no mesmo rumo, com cenas de ação marromenos e bastante falha no crescendo narrativo do segundo ato, no tocante aos reencontros de Thor com os demais personagens. Os guerreiros amigos asgardianos, em especial, não tem nada a fazer e só confudem pelo excesso de personagens. Não chega a ser tão ruim e até tem lá seus momentos bem-humorados, mas é totalmente descartável.

  33. Porque o afrodescendente tem que ser o porteiro do filme????

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