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100Grana Viu: X-Men First Class

Sem medo de errar: o melhor de todos.

Antes de falar do novo, vamos relembrar o “antigo”. O polêmico X-Men 3: O Confronto Final (2006), tão odiado entre os xiistas, era uma ótima oportunidade para o diretor Matthew Vaughn mostrar o que era capaz de fazer. Aliás, desde aquela época, na minha opinião, seria um belo cartão de visitas para o cara entrar de cabeça no mundo dos quadrinhos no cinema.

Pouca gente lembra, mas na época, houve uma séria crise durante a produção do filme, devido ao choque de idéias entre o diretor e o que a Fox queria. A Fox venceu, trocou Vaughn por Brett Ratner e o resultado foi aquele.

Mesmo saindo aquele samba-do-mutante-doido, eu gostei. Entendi ali, que tinha alguém tentando contar uma boa história, mas foi impedido. Diferente de Homem Aranha 3, onde Sam Raimi quis realmente sabotar o filme.

Agora voltemos a X-Men: First Class (2011). Um filme impecável, uma qualidade de adaptação que eu não via desde X-Men 2, nos tempos em que Bryan Singer fazia algum sentido neste mundo da cultura pop.

O filme começa com a clássica cena de Erik Lensherr ainda jovem, sendo separado dos pais em um campo de concentração nazista. A cena é uma releitura fiel do flashback do primeiro filme da saga X-Men. Logo após, somos agraciados com a continuação desta mesma cena, quando o garoto é levado para um interrogatório por Sebastian Shaw (Kevin Bacon) e sofre o seu primeiro grande surto de poder. Algo que poderemos chamar de “despertar”. O desespero do jovem Erik dá o tom do filme logo no início. Tenso.

O jovem Erik Lensherr é desafiado por Sebastian Shaw

Este sem dúvida foi um dos filmes mais violentos da franquia. Tratemos aqui a violência na sua forma psicológica e não física. Erik, antes de se tornar Magneto, já tinha nascido do ódio; da guerra; da dor e utiliza este poder, ou melhor, esta herança, para se tornar mais forte ao longo do tempo.

Abraçar o mal, não se importar com os meios, tudo em prol de um objetivo: vingança. Este é Magneto. No entanto, em determinado momento, Erik chega ao seu limite. Já adulto, ele se torna um perseguidor implacável de Sebastian e cruza o planeta pela mínima chance de acertar as contas com o seu algoz nazista.

Quando ele finalmente falha em sua jornada e percebe que o ódio não é mais suficiente para encarar os seus obstáculos, Erik conhece o jovem professor Charles Xavier, que lhe ensinará a verdadeira natureza do seu poder.

É muito interessante a forma como é colocada a relação entre Charles e Erik. Em nenhum momento os dois se enganaram quanto ao caráter de cada um. Charles acreditava na coexistência pacífica entre mutantes e humanos, enquanto Erik, vítima da guerra, aprendeu a odiar a natureza humana quando se trata em aprender a lidar com o diferente: sejam eles judeus ou mutantes.

Charles e Erik: amigos, mas com ideais diferentes

Adaptações foram feitas, é verdade, muitos reclamaram, inclusive nós do 100Grana, pela pura falta de fé na Fox, mas graças aos bons deuses das adaptações, tudo correu de forma equilibrada.

Além de se preocuparem em adaptar de forma correta os personagens, antigos e novos, a história foi coesa. Sim, coesa, e ao ser, automaticamente, o filme alcançou a excelência. Xavier foi muito bem interpretado por James McAvoy, que já mostrou o seu talento em O Procurado. Ele convenceu como o jovem Charles, que evoluiu no filme, de um jovem brilhante, festeiro e “Xavecador” para o sério e preocupado Professor X.

Michael Fassbender fez um Magneto que deve ter orgulhado até mesmo o nosso caro Ian McKellen. Ele não disse “Você é um tolo, Charles!”, mas deixou bem claro seu posicionamento enquanto jogava xadrez com seu amigo Charles: “Peace was never an option”. Sem dúvida, as melhores cenas foram protagonizadas pelo ator e seu personagem, principalmente quando Xavier o ensina a verdadeira face de seu poder.

Os demais personagens foram colocados de forma harmônica. Houve até mesmo uma explicação para o Fera ser azul. Ela não existe nos quadrinhos, mas ficou legal no cinema. Banshee foi responsável por diversos momentos de “sou mutante e tô curtindo muito. UUUUUOOOOOOAAAAHHHHHHH”.

Quem diria, Banshee não ficou ridículo na telona

Há quem reclame por Emma Frost (January Jones) não ter tido um destaque maior na história. Mas entendam, adaptações de quadrinhos geralmente precisam de antagonismo. Se o filme tivesse dois ou três grandes vilões, seria necessário destacar dois ou três grandes heróis. Custo alto para a edição e produção do filme.

Além disso, um inimigo interpretado por Kevin Bacon já é suficiente para trazer o apocalipse na Terra. Bacon com poderes mutantes já pode ser considerado “o apocalipse”. Contentem-se com as deliciosas cenas da nossa querida Rainha Branca de lingerie.

Sebastian Shaw e Emma Frost

Trilha sonora, fotografia e ritmo de edição também fizeram uma grande diferença. Em certos momentos, a virada exata de câmera mudou completamente o tom do filme. Vide a sala de tortura nazista. A cena aberta na praia de Cuba, a câmera acompanhando o vôo de Banshee, além do recurso quadro ao lado de quadro. Uma ferramenta que imita o layout dos quadrinhos e que quando usado da maneira correta (não foi o caso do Hulk de Ang Lee), pode criar uma estética interessante, quando é necessário tratar diversas cenas diferentes ao mesmo tempo.

O filme é cheio de citações interessantes, uma participação especial que ficou sensacional (vá ao cinema para descobrir, filho do Google), e ainda tem um clima de seriedade impressionante criado pela mescla entre a história dos quadrinhos e os fatos reais da história mundial. Aula de hoje: procure por “crise dos mísseis em Cuba”.

Xavier e Erik no limite dos conflitos ideológicos

Outro fato interessante: é a primeira vez que vejo uma adaptação de quadrinhos recente tratando os personagens e a história na sua época original. Como assim? Os X-Men foram criados nos anos 60 e foram batizados como “Os Filhos do Átomo” e assim eles foram mostrados e chamados em “First Class”. Entendam, seria o equivalente a assistir a uma adaptação do Homem Aranha hoje, ambientada na década de 60. Já vimos que isso dá muito certo.

Qualquer trocadilho com um filme de “primeira classe”, neste momento, não definirá o quanto gostamos do filme. Aliás, acredito que nós, que consumimos e gostamos do universo da cultura pop merecemos filmes como este. Todos nós do 100Grana gostamos e nos surpreendemos com o filme, até mesmo o mais descrente, o Sr. Danilo Passos.

No mais, levantem vossas nádegas da cadeira e vão assistir ao filme no cinema. Ele merece.

O elenco traz  James McAvoy (Charles Xavier), Michael Fassbender (Magneto), January Jones (Emma Frost), Nicholas Hoult (Fera), Rose Byrne (Moira MacTaggert), Oliver Platt como o “Homem de Preto Caleb Landry Jones (Banshee), Kevin Bacon (Sebastian Shaw),  Jason Flemyng (Azazel), Jennifer Lawrence (Mística) e Lucas Till (Destrutor).

X-Men: First Class tem produção de Bryan Singer e Lauren Shuler Donner. A direção é de Mathew Vaughn (Kick Ass).

51 comentários em “100Grana Viu: X-Men First Class

  1. Vi ontem, sensacional! Não é por acaso que achei o trabalho de Mathew Vaughn no Kick-Ass muitíssimo mais interessante e engraçado que a HQ (acho Mark Millar fantástico, mas pra mim o quadrinho do Kick-Ass deixou muito a desejar…).

    O filme pegou uma caminho difícil e se manteve com equilíbrio, maestria e ousadia. Fez escola. Juntou um monte de personagens secundários e lhes conferiu carisma. Falando em carisma, o que são os antagonistas do filme? James McAvoy e Michael Fassbender merecem ser mencionados com todas as letras. Os caras são realmente muito bons. E como eu já disse por aqui o Fassbender tem uma presença cênica muito forte, ele consegue passar todo o trauma e todas as convicções do Magneto.

    Ah, quanto a January Jones, a mulher é bonita, mas pouco expressiva… Achei até melhor ela não ter ganhado mais cenas… já Jennifer Lawrence, que mulher, heim.

    Curti.

    Só tenho dúvidas se o “Ram Saimi” sabotou mesmo a Sony, como o @Diego falou. Me parece que foi o contrário, até porque o diretor fez um mea-culpa quando preparava seu natimorto Emo-Aranha 4.

    Agora ele precisa da placa Evil Dead Trilogy pendurada no pescoço pra não ser ridicularizado. Claro que isso é um metáfora. Eu acho.

  2. Ainda não vi, mas já tô com gostinho de língua queimada na língua! Deve tá do caralho… o cara já tinha mandado bem no Kick Ass [Apolo, não precisa exagerar, a HQ é muito boa também!]
    Sinceramente, não sei porque esculacham tanto o X-3, não vejo pra tanto! Eu curto toda aquela porradaria, que tá mais parecido com o quadrinho do que toda pseudo-filosofia Singeriana.
    Mas vou ver esse novo nessa semana pra comentar também!

  3. Ótima resenha pessoal, concordo com vocês, o filme é muito bom. Lembro que fiz até alguns comentários negativos sobre esse filme, tanto que quando o filme acabou eu falei pra mim mesmo: Ai, na sua cara mané!!!

    Quanto ao Michael Fassbender, realmente o cara rouba o filme. Quarta-feira (Dia de cinema mais barato) irei assistir de novo, pois esse filme (Assim como Thor, que assisti “4” vezes)vale meu suado e liso salário de professor… KkKkKkkKkKkKkK!!!

    Abraços a todos e uma ótima semana!

  4. Michael Fassbinder, diga-se de passagem, não é novato em adaptações de HQ, ele era um dos 300, aquele que diz: “Então, lutaremos à sombra”

  5. Porr#, eu não ia assistir esse filme mas agora estou na duvida meu colega disse que é excelente e vocês agora botaram mais lenha na fogera, vou fala com meu pai para irmos assistir, pois é tenho ainda de falar com meu pai e eu estou no periodo de férias…–‘

  6. Ouvi bons comentários até da galera que não curte quadrinhos. Assim que possível irei conferir a obra.

    E quem não sabe que a participação especial é o Wolverine? 😛

  7. Cara…
    First Class é uma adaptação de quadrinhos…. sem sobra de duvidas
    um filme mt bom
    porém peca em alguns casos…. por exemplo:

    1 -a fox nem o diretor/produtores nunca confirmaram que esse filme é ou n um reboot, se n for… simplesmente eles cagaram pra cronologia.
    2- gosto mt da ema frost… queria que ela participasse mais do filme (acho que a personagem merecia uma atriz melhorzinha) mas concordo com o 100 grana a respeito de mais antagonistas significa mais protagonistas e esse filme nao tinha tanta grana e espaço pra isso
    3- sou fan de quadrinhos leio desde a infancia e coleciono desde meus 11 anos… quando sei a respeito de alguma adaptação que eu goste… fico na torcida para que respeite ao menos a
    essência de cada personagem ou hq. o filme first class (origem dos X-men, a primeira turma e algumas historias de personagens) n é nada fiel a isso. tem uma historia original mais distroce boa parte das Hqs

    Repetindo: è um filme Mt bom…bom mesmo vale mt a pena assistilo, mais se vc éum fan xiista dos x-men pode sair um pouco triste dos cinemas

    ps: dos dois filmes da marvel (thor e first class) esse ano foram mt bons ( dou nota 8,5 pros dois) conto os dias para capitão america….

    parabens pelo 100 grana viu

  8. Concordo com a resenha. Mas existe sim explicação para a aparência azul do Fera. E é bem parecida com a do filme, só não tem a Mística.

  9. a participaçao especial citada seria do wolverine?

  10. Barbaroth vc foi na ferida. É exatamente o que eu penso desse filme. que por sinal tá muto doido mas parece q tem tanta dualidade deixa um vazio imenso depois do final pq a gente sabe q isso é baseado numa outra realidade, é um outro contexto bem diferente dos q a gente conhece como origem. O filme é tão bom mas que acaba sendo triste por não ou por saber q agora o unico caminho a seguir é completamente fora do q foi criado

  11. pode crer Sérgio Mentorbreak Fiore , Michael Fassbender apareceu em 300.. muito mais forte fisicamente é claro. kkkkk

    Ótimo ator! Exelente Filme!
    Xavier e Erik levam o filmes nas costas!

  12. Em três palavras: eu não falei?

  13. É com muito pesar que, depois de esta resenha que exprime muito bem o que é X-Men: First Class, me deparo com comentário como o de Barbaroth. Infelizmente, ainda tem gente que pensa que HQ é filme e filme é HQ. Uma tão rica e tão grande como a dos X-Men não pode nunca ser contade em 120 minutos, seria uma utopia ridícula. Um filme sempre, e é sempre mesmo, encontra as maiores dificuldades no seu desenvolvimento (e consequente êxito) no momento da adaptação.

    Contar uma história coesa e que ao mesmo tempo busque explicar todos os itens da história sendo fiel à sua essência é trabalho pra pouco (pouquíssimos, dizendo melhor). Acabamos que no fim nos contentamos com filmes que não são realmente fiéis às tramas pelo simples argumento deste ser agradável (o Batman de Tim Burton fez do coringa o assassino dos pais de Bruce, e nem por isso ele deixou de ser um filme muito bem recebido – o qual eu particularmente gosto muito, sendo o único filme de Batman que se salva até o aparecimento de Christopher Nolan).

    Minha crítica se dirige, portanto, à esse “xiitismo” ridículo, que mais parece uma necessidade fudamentl desses indivíduos de “catar” erros onde eles não são vistos à olho nu. No caso de X-Men: First Class não é diferente, é “procurar uma agulha em um palheiro”. Isso porque este filme, dentre as tantas adaptações de quadrinhos na história do cinema, se destaca de maneira fenomenal.

    Confesso que ainda estou chocado com o que vi no cinema, o que talvez influencie e aumente meu gosto pelo filme. Nunca acreditei nele, nunca nem me liguei em saber o dia da estréia. Minhas impressões ruins só pioravam à medida que o marketing lançava aqueles cartazes toscos, dignos de um Fan-art dos piores – alguns deles me lembraram o crime que foi Street Fighter: A Lenda de Chun-Li, filme com o qual costumava associar pra aumentar meu discrétido pelo First Class.

    Porém, meus amigos, quando saí do cinema não foi isso que eu vi. Ao contrário, econtrei aí um filme extremamente agradável (tanto ao leigo quanto ao leitor de quadrinhos), que consegue equilibrar a ação, o drama e a comédia de modo digno de exemplo pra todo e qualquer filme da atualidade. E isto se extende até aos filmes da Marvel Studios (como Homem de Ferro e Thor) e da Warner (como O cavaleiro das trevas – pra mim a melhor adaptação de super-heróis de todos os tempos), porque X-Men: First Class tem uma coisa que é muito rara nesse gênero: COESÃO. As histórias costumam ter muitas pontas soltas, intencionalmente ou não, criando certas confusões no final do filme. Com First Class isso não ocorre, as prguntas que se fazem, são tão logo respondidas de maneira que não se perde o foco da narrativa. As perguntas que ficam ao final (agora respondo ao primeiro ponto levantado pelo Barbaroth) são deixadas intencionalmente para serem repondidas no que se pretende transformar em uma “trilogia First Class” (informação obtida no Adorocinema.com) – Hollywood é uma indústria e como tal que dinheiro…

    Me alonguei demais com os comentáros, peço até desculpas, mas sou do tipo que fica indignado com essa verdadeira necessidade de se criticar algo, e não aceitar que é bom, e pronto!

    Antes de encerrar quero fazer só mais uma colocação que foi, pra mim, o ponto que mais fiquei feliz pelo filme. O Magneto começa o filme se mostrando um verdadeiro louco vingativo, vítima das circunstâncias. Porém, ao longo do filme ele muda, se tornando um personagem que chega ser simpático, tirando a idéia de ele ser “o cara mau”, ao mesmo tempo sem perder a personalidade e as ideologias de Magneto. Ao fim do filme, as diferenças entre Xavier e Magneto suplantam seu apreço mútuo provocando a quebre entre os dois (com aquela cena fantástica da moeda, a melhor do filme), que seguiram os caminhos que sabemos. Confesso que o a atuação de Fassbender contribui de maneira muito significativa, tornando o personagem muito bem construído, e causando um questionamento que em nenhum dos outros filmes dos X-Men eu consegui fazer: AFINAL, SERÁ MESMO QUE O MAGNETO TÁ TÃO ERRADO ASSIM COMO A GENTE PENSA?. E pra minha imensa satisfação, o filme em nenhum momento esboça alguma resposta, deixando à cargo do espectador escolher um “lado”.

    Entre esses e outros fatores incansavelmente discutidos, X-Men: Firs Class é um filme digno de nota 10, que agrada, diverte, emociona, faz rir e, o que vejo como principal em um filme qualquer, nos faz sair do cinema mais felizes, com uma boa história contada e sabendo que o dinheiro do seu ingresso valeu (e muito) a pena.

  14. só espero que Xavier e Magneto não se tornem inimigos ao extremo nas continuações, porque em X Men 3 os dois aparecem mais velhos que em First Class para recrutar a jovem Jean Grey e ainda são “amigos”. tomara que levem isso em consideração.

  15. Muito bom, @João Vitor. Tô com você. Acredito que se o filme é bom, funciona sem a HQ, está feito. É que nem as lendas e folclores que existem por aí: há várias maneiras de contá-las.

    Por exemplo, não acho ruim os filmes do Homem-Aranha na Sony porque a Gwen Stacy não foi a primeira namorada de Peter ou porque o Homem-Areia matou o Tio Ben. Achei ridículo porque a dinâmica dos filmes é péssima, debocha da nossa inteligência, ainda que o Sam Raimi parece ter se desdobrado pra filmar aqueles roteiros péssimos, claramente carregados de “remendos” desnecessários.

    Eu poderia dizer que o pior de Thor é a ausência daqueles diálogos rebuscados dos quadrinhos. Não é. O pior é o filme perder o fôlego, aproveitar mal alguns personagens, centrar-se em coisas desnecessárias.

    Espero que o Capitão América e o Lanterna Verde sejam como X-Men First Class (eu costumava chamar de XXX-Men: First Fuck e coisas assim): bons filmes em si, o cinema contando a sua versão da história, e não um festival de cosplay tentando desesperadamente imitar uma história em quadrinhos.

    ps: “Spirit” e “Sin City”, na minha opinião, são filmes que perseguem obcessivamente a linguagem dos quadrinhos. E são horríveis. Tu não é cineasta, Frank Miller, porra.

  16. * Digo, obsessivamente. Doeu até a vista aqui. Pára de maltratar o Pasquale, Apolo.

  17. Disse tudo, João Vitor. Muitos fãs querem uma adaptação fiel aos quadrinhos. Mas isso é muito difícil. Temos centenas e centenas de edições que dificilmente poderiam ser adaptadas fielmente nas telonas. Tem gente falando que foi erro o Banshee e o Havok estarem ali. Tem gente q fala q foi erro aquela cena em q Xavier usa o Cérebro pela primeira vez para procurar mutantes (quem assistiu, sabe q tipo de “erro” eu estou falando.). É ridículo. Isso é uma adaptação. Como se fosse mais um universo da Marvel. Ponham na cabeça de vcs: a Terra que vocês assistem no cinema não é a Terra 616.

    No mais, o filme é excelente. Magneto, pra mim, foi o destaque. Explica direitinho o fato dele ser um vilão. Mostra que qualquer um poderia se tornar um Magneto. O azar é que esse “qualquer um” era um mutante fodão, né. Aí lascou todo mundo… Enfim, o filme diverte muito. Recomendo a todos. Mas se vc for um fã xíita, não perca o seu tempo. Aliás, xíitas nem deviam ir ao cinema. Fiquem só nos quadrinhos q vcs viverão felizes para sempre…

  18. Realmente foi bem melhor que os anteriores.

  19. Resumo minha opinião em uma palavra:

    G-E-N-I-A-L!

  20. Pelo que li nos comentários, existem aqueles que vão ao cinema apenas com a expectativa de ver um bom filme e outros que, além de ver um bom filme, exigem também coerência do roteiro em conformidade aos outros filmes da franquia (respeito ambos)… Eu sou ainda mais exigente, não apenas exijo coerência, mas também fidelidade ao material que está sendo adaptado…
    Quanto a qualidade do filme, não vou opinar… Não o vi e nem pretendo ver…
    Quanto a coerência do roteiro, a verdade é que o cinema americano precisa aprender a fazer os chamados “prequels”… Praticamente todos que se aventuraram por essa estrada falharam miseravelmente, a começar por George Lucas (o cara que lançou esta moda), passando por Exterminador 4 (que se passava no futuro, mas contava o passado de Kyle Reese), produções de TV como Smallville e As Crônicas de Sara Connor, entre outros que não me lembro no momento… Quase ninguém conseguiu criar uma historia que não deixasse uma série de incoerências e fatos que simplesmente não se encaixam… Pelo que pude ler neste e em outros comentários de outros blogs, este também é o problema desse novo Xmen…
    Falando agora de fidelidade ao material original, nunca na hqs houve uma formação dos Xmen como a deste filme e alguns personagens beiram ao absurdo (o pai do Noturno, por exemplo, era um ser humano normal… Apenas sua mãe, Mística, era mutante)… Por mais que a critica do filme seja positiva, eu não concordo com mudanças tão radicais… Preferia mil vezes um filme com os Xmen originais, ainda que como um reboot…
    Enfim, continuo torcendo pelo fracasso do filme (segundo a revista Veja, este Xmen teve a pior estréia da franquia) e que a FOX não tenha outra saida a não ser devolver os direitos dos personagens para a Marvel…

    Observação 1: Quero dizer que respeito a opinião de todos aqui… Aqueles que discordarem de mim, por favor, que o façam com educação…

    Observação 2: Eu não citei Indiana Jones (Indiana Jones e o templo da perdição é um prequel muito bem feito de Os caçadores da arca perdida e o personagem ainda teve uma série de tv que contava sua infância) por ser um material antigo que não faz parte dessa nova mania de prequel’s que tomou conta do cinema e da TV após o sucesso da trilogia recente de Star Wars…

    Saudações a todos…

  21. Fico triste com pessoas que não respeitam a opiniao dos outros.
    em momento nenhum afirmei que o filme é ruim.
    mt pelo contrario dei nota 8,5 para o mesmo.
    acredito que o @Joao vitor nao leu direito oq eu escrevi.
    o filme é mt bom, porem afirmar que ele n possui defeitos beira o Ridiculo…
    prezo pela essencia do personagem ou historia, porém sei que é quase impossivel fazer um filme de hq ou livro 100% fiel.
    mais acho que a equipe deveria tentar fazer historias (originais ou não) sem alterar os personagens, origens de cada um, enfim… o basico.

    peço desculpas se irritei alguem com o meu comentario de antes.
    fui ver o filme na estreia e sai supreso com o resultado (pois n esperava nada… assim como quase todo mundo)
    recomendo o filme p/ todos
    mais como eu disse antes….
    se vc é um grande fan de X-men (quadrinhos) pode sair um pouco triste…

    pois como disse o @felipe mendes:

    ”O filme é tão bom mas que acaba sendo triste por não ou por saber q agora o unico caminho a seguir é completamente fora do q foi criado”

  22. Assiste duas vezes e a vontade é de ir uma terceira! Muito bom e definitivamente o melhor da franquia X-Men.
    Já to esperando o próximo(s)!

  23. Concordo com os Leitores Barbaroth e Felipe Mendes.
    achei um grande filme, mais fiquei triste pelo fato deles terem deixado tantas pontas soltas em relação a cronologia e por perceber que em alguns pontos cronologicos criados pelos outros filmes, simplesmente serão esquecidos ou ignorados.
    como o fato citado pelo @ Ivan em que o Xavier e o Magneto aparecem como amigos (bem mais velhos)
    bem…

    parabens pelo blog.

  24. Bom já que quem assistiu garante que o filme é bom, é legal, contra fatos não há argumentos.
    Agora, temos que considerar realmente que isto que saiu no filme não são os primeiros integrantes da equipe que agente conhece e entre outros equívocos; Não adianta dizer que não são pq são. Que custa colocar os primeiros mutantes das hqs no cinema? Me lembro que antes diziam que seria imposspivel colocar o fera ou o homem de gelo, que ficaria ridiculo. Não é a toa que, como disseram, a história de Xavier e Erik carrega o filme nas costas, pq é isto que importa. Aí vcs chamam de xiitas a galera que quer os mesmos personagens das hqs no filme; se isto for verdade, o contrário os tornam hereges.
    Respeito totalmente as mudanças a dita “adaptação” e tal, mas a minha desconfiança na fox continua a mesma quando se trata de “adaptações” de hqs…a história é boa, com certeza deve ser. Só acho que as pessoas escondem-se atrás do conceito de “adaptações” para fazer uma fórmula que garanta mais lucros, como efeitos, os personagens, situações, e uma infinidade de coisas.
    Por tanto deve-se considerar o filme uma boa adaptação, um universo alternativo, o diabo a quatro, mas não é a história que agente conhece.

  25. UH, agora posso usar o face, eu sou o Kurt machine =p

    Então, ainda não vi o filme, mas pela resenha, me deixou bastante interessado. Confesso que não esperava nada de bom desse filme, já não basta ser da fox, ainda teve aqueles cartazes photoshop fail.

  26. Primeiro, quero me desculpar se pareci ofensivo em minhas considerações. Cada um tem direito de possuir um ponto de vista. Porém, me decepciona ainda mais do que os argumentos de Barbaroth, os argumentos do Rudian Arkyram. O último não viu o filme e quer comentá-lo, de maneira um tanto depreciativa (como se ele fosse um lixo). Gostaria de saber que filmes ele gosta na verdade? Pelo visto nenhum, além de Indiana Jones*. Amigo, se você não gosta de cinema ou não gosta das adaptações das HQ’s para o cinema, sugiro que busque um blog mais anarquista que este, que recuse toda as adaptações cinematográficas (ao melhor estilo Alan Moore – que nunca viu os filmes que foram adaptados a partir de suas obras, sejam eles bons ou ruins, não importa, ele não vê). Estamos aqui elogiando os acertos do filme (que só podem ser de fato discutidos por quem de fato o viu) e debatendo os erros expostos, não recusando a existência desses filmes.

    *Engraçado que de fato o Templo da Perdição é passado antes de Os caçadores da arca perdida, mas é quase que uma aventura isolada, que não faz referência ao futuro de Indy e por isso não interfere no enredo posterior. George Lucas usou essa artifício pelo simples fato de não querer mais trabalhar com nazistas. Portanto, comparações com o caso de Indiana Jones não cabem ao caso.

    O que mais me deixa entritecido com são comentários dizendo que é um absurdo o fato dos roteiristas usarem uma formação que nunca existiu nas HQs e por isso o filme não deve ser visto. O mais engraçado é que se aparecesse um roteirista de quadrinhos e resolvesse refazer a história dos X-Men e criasse uma formação inicial nova, ninguém ia criticá-lo pela formação (talvez fosse criticado pela atitude de mudar as coisas de maneira tão radical, mas logo todo mundo se acalmaria com o simples argumento de que é necessário dar outros rumos à história, pra elas não caírem na mesmisse). Se isso pode nos quadrinhos, por que não pode no cinema?

    Quanto aos comentários do Barbaroth, eu os li muito bem e se você vir o meu comentário, vai ver que eu nunca disse que você achava o filme ruim. Porém, foquei nos “pecados” que você aponta, focando, principalmente, ao ato de “catar” erros em meio à tantos acertos, ato este que, reitero, é a atitude mais chata dos críticos em geral (essa necessidade pra ter do que falar mal). Ao “afirmar que ele (o filme) n possui defeitos beira o Ridiculo…”, realmente você está certíssimo. Porém, quero te lembrar que algo perfeito não existe! Assim como fidelidade não é sinônimo de perfeição… Os exemplos de The Spirit e Sin City (já citados por Apolo) estão aí pra isso. O contrário também é verdadeiro: Dragonball Evolution não é ruim porque não é fiel aos quadrinhos, mas porque, ao não ser fiel, ele cria um novo enredo, que foge do que fez sucesso como Dragonball e não agrada nem se fosse visto como original (ninguém que nunca tinha lido nem visto Dragonball consegue gostar do filme, e acreditem já fiz esse teste).

    As “falhas” que encontramos em X-Men: First Class, amigos, são surgem por algumas incoerências com a cronologia dos outros X-Men. Creio eu que são falhas plenamente aceitáveis ao passo que tentam evitar que o enrendo se prenda à um ciclo de porcarias (surgidas, quase que em sua totalidade, no X-Men 3) e possa desenvolver uma história de qualidade e, reitero, COERENTE (não com a franquia, e sim com o filme em si). A melhor saída me parece, portanto, ignorar e seguir em frente.

    Bom, finalizando, peço desculpas se pareço ser ofensivo, pois não pretendo sê-lo, ao contrário. Adoro essas discussões, são extremamente construtivas e divertidas, aumentado nosso senso crítico sobre os filmes/revistas/livros/HQs, que tanto adoramos!

  27. Acho que não vão levar em consideração os filmes já feitos dos X Man, ta parecendo um reebut isso ai pra mim

    Gostei do filme, pra mim as adapitações foram no minimo perdoaveis, em comparação com o que geralmente fazem ao adaptar um quadrinho pro cinema.
    A personalidade dos personagens foi bem retratada e o filme tem um andamento bem legal.
    Acredito que vá ser o melhor de herois do ano, dificilmente acho que CA ou LV vão conseguir ser melhor.

  28. vou assistir só sexta, que meleca, lito dos os comentarios e só deu mais vontade de assistir.

  29. @Barbaroth, por favor, não confunda discordar do seu comentário com faltar respeito com você. O que está sendo debatido não é gostar do filme ou não, mas o polêmico critério “fidelidade aos quadrinhos” que tem sido muito debatido. Como você reclamou aqui da cronologia, seu comentário acabou sendo tomado de exemplo pra o debate.

    Os pormenores dessa discussão não cabem aqui, já que já foram revirados nos comentários anteriores. De qualquer forma, da minha parte, concordei com a necessidade de abrir a cabeça com relação às adaptações, mas não chego a me “irritar” de maneira alguma com quem espera ver na tela o que está na página. Pra mim não faz sentido. Espero que tenha esclarecido.

    Abs!

  30. João Vitor, eu realmente não vi nem verei o filme, mas para falar sobre os aspectos que comentei (fidelidade as hqs e cronologia maluca), não é necessário ve – lo, basta ter em mãos as informações, e eu li várias criticas sobre essa produção… Eu exijo sempre fidelidade ao material original em adaptações (não apenas de hqs, mas também de livros, séries de tvs, etc)… É uma coisa minha e não abro mão disso, mas ninguem precisa concordar comigo…
    Se o filme fosse Xmen – Primeira Classe, um rebbot contando como o Professor Xavier uniu Ciclope, Fera, Jean Grey, Iceman e Anjo para enfrentar Magneto pela primeira vez, eu assistiria o filme com gosto, mas esse tipo de alteração mostrada neste longa (para mim, alterar radicalmente é muito diferente de adaptar) não me agrada…
    Mas se voce gostou do filme, bom para voce… Não é necessário discutirmos por causa disso, até mesmo porque nem eu preciso de Xmen Primeira Classe, nem Xmen Primeira Classe precisa de mim…
    Agora dizer que eu não gosto de filme nenhum é um pouco obtuso de sua parte… Eu disse que gosto de filmes bem adaptados, e existem n livros, hqs e outras mídias que tem boas adaptações, além de, é claro, os filmes que saem do nosso mundinho nerd de super poderes e mutações… Meu gosto por cinema é sim bem variado…

    Saudações

  31. Quando botei meu 1° comentário eu li o dos outros e o do Barbaroth me fez rever os 4 outros filmes por causa da parte que diz “para a cronologia”. Eu percebi três coisas, uma é que eu não lembrava absolutamente nada das histórias, só lembrava da fuça do Wolverine e da dos anciões, a segunda foi que o Dentes estava no 1 e como um boçal que nem fala enquanto no do Wolverine ele é outra pessoa em todos os sentidos então realmente os filmes parecem mais avulsos mesmo, não encaixam bem. A terceira eu esqueci enquanto escrevia essas mas de toda forma esse foi mesmo o 1° acerto dos X-Men no cinema e não vai desapontar o pessoal que via o desenho meia-noite no fox kids.

    PS: Foi mesmo o melhor dos 4.

    PPS: Maneira essa nova interface de comentário.

  32. assisti o filme ontem e digo logo de cara que não gostei.
    desde o começo não concordei com essa iniciativa, por mim deveriam fazer um reboot novo na franquia.
    sinceramente acredito que é perda de tempo eles investirem nesse universo mutante construido nas telinhas.
    achei o filme bem morno (tirando as partes do magneto), efeitos especias marromenos e achei que essa equipe que eles montaram é mt fraquinha, tanto que nem tem tanto destaque assim no filme.
    X-Men acabou no segundo filme.

  33. Lembrei da terceira coisa, o Professor fica amigo do Magneto…beleza. Daí um filme, quer dizer, um dia ele descobre que o cara vai por uma menina pra morrer e quase morre com o veneno que o cara mandou por no computador dele. Amigão esse Magneto. Se o Ed Mota comentasse aqui ele ia escrever: “Amigo F.D.P. , tururururu…
    Todo mundo teve ou vai tê, tururururu…”

  34. Concordo com o @Barbaroth [2]

  35. Bate-Boca besta esse aqui pessoal..
    é um bom filme e ponto final…não muito haver com aquela historia que conhecemos, mais um filme mt bom.

    quando li o comentario do @Joao vitor pensei: “porra nem meti o pau nesse filme e esse cara me escroteou…. putz : / ”

    seila… pareceu que ele ralmente tinha ficado mordido, por causa da minha opinião , mais foi só um mall intendido…

    não vamos ficar discutindo a toa esse aqui é o 100 grana não o blog do caso de familia..

    auhahuahuahuahuauhauhauahuahua

    Ei 100 grana!!!

    bora organizar um encontrão nerd????

    podemos fazer debates sobre os filme, hq’s, jogos (que n é o meu forte), series, livros e etc…
    seila qualquer merda serve
    apenas para a comunidade nerd aqui de belem possa se unir!!!
    .
    pows tenho uma duvida ficaria feliz se alguem respondesse….
    n ia abrir uma loja nova de quadrinhos aki em belem????

    me falaram que ia ser lá na galeria da somensi e ia se chamar nona arte…
    é verdade essa historia?? tomara… pois estamos carentes de loja de quadrinhos e nerdices
    por exemplo hj só compro hq na saraiva ou pela internet… as vezes dou uma passada pelos sebos de belem
    mais é raridade achar algo bom…

    abraços a todos

  36. Sinto que não poderei ver o filme na telona, porque junho é justamente quando a faculdade aperta o cerco pra cima de mim… Mas já que tem tanta gente falando bem de um filme pro qual ninguém (nem eu) dava nada até então, verei assim que possível, não importa como!

    Agora, quanto à adaptação… Na minha opinião, adaptações são, na maioria das vezes, inevitáveis. O importante é se funcionam e são necessárias ou não.

    Dois exemplos da Marvel:
    – Homem de Ferro: Pra quem conhece, é muito óbvio que a Mark III da HQ é bem diferente da Mark III do filme, que foi feita pra ficar mais parecida com a armadura Extremis (que o Stark usava nas HQs, à época). Foi uma atualização, além de bonita, necessária – a versão clássica teria apelo nos anos 60, mas estamos falando de um filme cuja história se passa no século XXI! A própria linha Ultimate tinha uma versão bem diferente da Mark III.

    – Wolverine: OK, Wade Wilson fica desfigurado, mais poderoso e tal… Mas precisava transformá-lo num “Baraka with lasers”, literalmente? E que diabos o Scott (que nunca tinha visto o Logan antes do mesmo entrar pros X-Men) tava fazendo entre as cobaias do Arma-X? Mudanças totalmente desnecessárias.

    Depois eu me estendo mais a respeito.

    P.S.: Ah, agora tem interface pra Twitter, é? Testarei quando chegar em casa.

  37. Muuuuuuuuuuuuuuito bom.
    Pra quem gostou daquelas três aberrações anteriores, corre o risco de não gostar. Já que o filme
    tem um tema mais psicologico. Já quem não gostou dos anteriores, vale a pena arriscar e se surpreender com um filme interessante.
    Muito bom…repito.

    PS: As mortes que teve no filme foi muito legal.
    E o Wolverine parecia bem simpático como sempre deveria ser.

  38. Magneto e Xavier poderiam passar o filme todo em cena, sem trocarem um tapa, e já valia o ingresso.

    Todas as cenas deles, juntos ou separados, têm excelentes diálogos e interpretações.

    E a história do Xavier é muito tocante. A falibilidade dele. O personagem em construção, amadurecendo, sensível.

    O Magneto também fugiu de um estereótipo. COmo questionar ele?

    E é interessante que o campo de batalha das idéias está especialmente junto à mística, com um dilema para lá de convincente.

    Filme excelente. Dou um 8,5 devido a efeitos técnicos e alguns personagens mal construídos.

  39. É isso aí galera! Po Barbaroth pela priemira vez concordo INTEGRALMENTE com tudo que dissestes nesse teu último comentário: as discussões já estavam trilhando caminhos desnecessários.

    Quanto aos dois últimos comentários (Migeru e Topera) também concordo.

    Migeru, exemplos perfeitos pra tudo que eu sempre quis dizer – o papo do filme do Wolwerine, essas alterações no enredo são desnecessárias (a história seguiria o mesmo rumo sem elas, o que não ocorreria no caso de X-Men: Firs Class) e não funcionam na trama, aquilo não é o Deadpool, se parece vagamente com ele e por isso o personagem não funciona como funciona o verdadeiro Deadpool (a grande questão da fidelidade é essa. Ser fiel significa que você tem que seguir a MAIORIA dos aspectos do personagem original para que este personagem funcione como funciona nos quadrinhos. As muanças são aceitáveis ao passo que se encaixam na trama para dar à esta maior qualidade ou coerência).

    Topera, realmente, pra quem conseguiu a proeza de gostar do X-Men 3, podes crer que não tem como gostar desse filme. O tom é diferente, a idéia central é diferente, o enfoque é diferente, e é isso que faz o First Class estar tendo tanto sucesso de crítica: é um filme diferente do que tinha já tinha se visto no vasto e rico mundo dos X-Men.

    Abraços.

  40. O que muita gente não teve sensibilidade para entender é que esse filme é um PRÓLOGO. Ele mostra como tudo começou e como cada um escolheu seu caminho. Independente das interpretações pessoais, ele é claramente um filme sobre escolhas, sobre pontos de vista. A dualidade neste caso é necessária, não é um erro, não é um equívoco do roteiro, é o ponto principal do filme.

    Cronologia/fidelidade? Particularmente, saí tão satisfeito do cinema por ter visto um bom filme, coisa que é rara nessas adaptações vagabundas de super-herói, que não dei a mínima. Pra mim, numa época que o cinema mainstream anda tão decadente, não tem coisa melhor do que sair sentindo que o preço do ingresso foi bem empregado, e que não perdi umas duas horas da minha vida com algo inútil, o que acontece na maioria das vezes que vou assistir algo no circuito comercial.

  41. Ai ai…

    Não importa o que digam..

    é o melhor filme sobre os X-Men. Ponto Final
    Tem Bryan Singer. Ponto final..

    Fooda-se se não é fiel aos quadrinhos! Ponto Final.
    Tanto faz se “não poder ir além do que foi criado”… contanto que continue bom desse jeito

    um comentário desses vindo de alguém que se formou em artes é no mínimo estranho, não é Filipe?
    Deveria saber que não precisa ser “fiel” pra ser bom.. vide Sin City… Não existem limites pra nada, pricipalmente para a criação/arte…

    … o resto é mimimi….

  42. Finalmente assisti ontem, e TE DIIIIGO

    Minha grande frustração ontem era não poder falar alto porque minha garganta está ferrada, mas valeu cada centavo. O filme tem McAvoy e Fassbender como os carros chefe. Maso resto do elenco também manda muito bem, em espcai lo Kevin Bacon. Mathew Vaugh pode assinar qualquer adaptação de HQ, tá aprovado!

  43. os comentários do @João Vitor são exelentes.. pena q dá uma preguiça de ler td..
    ESCREVE MENOS AI MANO!

    Brinks!

    abraços ae!

  44. Concordo com Barbaroth [3]

  45. O filme pra mim foi ótimo não ruim ou péssimo como os outros falaram depois de terem assistido trailers e fotos mostrados antes.

  46. Pretendo assistir pelo ótimo ator que o James McAvoy, ja gostei de suas atuações desde O último rei da Escocia, vem a cada filme mostrado excelentes interpretações.

  47. A grande verdade é que a Fox tá completamente perdida. Eu até achei um MILAGRE DE JESUS CRISTO ter saído um roteiro tão bom com uma direção tão boa em X-Men First Class no meio da cagada de pato que o estúdio tá fazendo. Eles estão perdidos ao ponto de rebootarem o prequel do Wolverine sem mudar o ator principal, ou seja, admitindo que o Origens do carcaju foi uma bosta gigante.

    First Class é, sem dúvida, um prequel. Não dá pra chamar de reboot. Vários elementos evidenciam isso. O problema é que muita coisa ali não se alinha com o que foi contado na primeira trilogia. Algumas até se explicam, outras ficaram no ar.

    E que me desculpem Cap. Picard e Gandalf, mas McAvoy e Fassbender fizeram melhor.

  48. Eu finalmente assisti ontem, e sai com aquela vontade de tacar fogo nos antigos, apagar da memoria da galera justamente por comentarem esses “erros de cronologia”, enfim eu considero que esse filme não tem nenhuma ligação com a trilogia antiga, esse filme é muito superior…

    valeu cada centavo dos ingressos

    e outra coisa, até onde eu saiba o Azazel é o pai biológico do Noturno, como alguém quer criticar falando de “absurdos” cometendo o erro dizendo que o pai do Noturno era um homem normal?

  49. concordo com o Barbaroth!

    o pior de tudo é ver o filme do lanterna verde. é horrivél!

  50. Pra quem criticava tanto a Fox, olha só no que deu. Nenhum filme da Marvel Studios até agora (sim, estou incluindo Homem de Ferro) chegou aos pés desse. Eu realmente só não concordo com a execração dos filmes anteriores. X2 é igualmente um filme acima da média. O 1 e o 3 são realmente bem mais fracos.

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