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100Grana Viu: Capitão América – O Primeiro Vingador

Um protagonista desacreditado, acusações de propaganda ianque enrustida e a responsa de ser a peça final antes de Vingadores. O resultado?

Essa é a pergunta que muitos faziam desde que o projeto foi anunciado, especialmente as duas últimas. Com o acréscimo de Chris Evans na equação, a polêmica só foi aumentando. Aqui mesmo no blog, muitos visitantes manifestaram sua preocupação com o desempenho do protagonista, e se o filme se deixaria levar pelo potencial ufanista do país de origem do filme. Eu sou fã do Capitão desde que comecei a ler quadrinhos de heróis, admito. Quando penso em editoras e em um personagem que seja o líder de um universo, sempre penso que o Capitas está para a Marvel como o Superman para o Universo DC. Por ter lido as histórias dele e tudo o mais, acho que é um personagem um tanto quanto subestimado e injustiçado.

Sim, é verdade que ele foi criado pelo Joe Simon e Jack Kirby mais como propaganda de guerra do que qualquer coisa em 1942, mas ao longo dos anos, e sobretudo depois que Stan Lee tirou o cara do limbo e o colocou para integrar e liderar os Vingadores nos anos 60, o conceito do personagem foi transformado: de um supersoldado patriota, ele virou um cara forte e eternamente jovem, desgarrado do seu tempo e vivendo de acordo com ideais para os quais ninguém realmente dá a mínima.

Tem  uma frase bem legal nos quadrinhos recentes que ilustra isso. Em um certo momento do recente arco Guerra Civil, a repórter Sally Floyd, do jornal Linha de Frente, se vira para o herói, já preso e lhe diz: “O seu problema é que está lutando por um ideal. É tudo o que sabe fazer. Os Estados Unidos não ligam mais pra mamãe e torta de maçã… o lance agora é colesterol alto, Paris Hilton e sacanear os outros para subir na vida. ”

 Obviamente, ele não é o único herói a viver com ideais. Superman, Batman, Homem Aranha, todos eles vivem sob códigos que prevêem a responsabilidade individual e preservar vidas desde o começo. Mas sob o Capitão sempre pesa as cores da bandeira americana, que o vinculam a uma imagem de capacho do governo, uma inverdade a meu ver.

Quanto à mim, mantive a opinião de sempre: Esperar o filme passar, antes de dizer qualquer coisa, mas a gente sempre fica com aquela pulga atrás da orelha: E se o filme for mesmo nefasto? Portanto, é meu prazer dizer que em meu julgamento, não é o caso. Muito pelo contrário, o filme conseguiu, em duas horas e pouco, apagar qualquer temor que ainda restasse no meu subconsciente. Mas vamos lá, e tentarei evitar SPOILERS. Ao mesmo tempo, focarei as polêmicas debatidas acima

A trama todo mundo já sabe: O jovem órfão Steve Rogers já tentou se alistar várias vezes no exército, sem sucesso. Interessante que não é só o caso dele ser magro, até porque treinando e tudo, você ganha corpo e tals, mas o filme mostra que o organismo dele em si é fraco. Um contraponto ao grande coração e inteligência que ele possui. Por questões de tempo e talvez de irrelevância, não chega a ser explicado aonde ele mora e nem de onde tira o sustento, já que obviamente não mora com os pais, mas não chega a comprometer a coerência da história.

São justamente as características emocionais que levam o Dr. Albert Erskine (Stanley Tucci) a convidá-lo para o Projeto Renascimento, programa que desenvolverá supersoldados para o exército americano e, nas palavras do Coronel Chester Philips (a redimida de Tommy Lee Jones em adaptações de HQ), irá “levar Hitler às portas do inferno”. Rogers se destaca no treinamento não pelo desempenho físico, mas pela compaixão, e também pelo bom uso do pensamento lógico (numa cena muito bem sacada).

Magreza convincente

E aí a gente pode dizer: Chris Evans não é um ator brilhante, mas conseguiu desempenhar seu papel de forma convincente ou que, pelo menos, não compromete o resultado final. O efeito em CG que o mostra raquítico funciona e tem bem mais  destaque  do que as prévias evidenciavam. Mais importante, mesmo não sendo “o” ator, ele  conseguiu afastar qualquer maneirismo de sua última encarnação Marvel: O Tocha Humana do Quarteto Fantástico.

Curioso perceber que, em vários momentos, Steve parece precisar de um escudo no filme. Antes e depois de sua transformação, isso fica evidente, mas não darei detalhes. A demonstração física das novas habilidades do rapaz também são bem aproveitadas. E a transformação do herói, cronologicamente falando, funciona melhor do que em Thor. Aqui, as mudanças tem mais tempo para acontecer e bem justificadas.

Um dos melhores momentos do filme (e uma saudável vergonha alheia, se é que isso é possível) é o momento em que Steve, sem poder integrar o exército, aceita a oferta de um senador para se tornar um ícone publicitário para o governo, se apresentando no palco ao lado de coristas e até atuando em filmes.

Um dos momentos que valem o ingresso, que prova como fidelidade não é sinônimo de qualidade

Aproveitando, ouçam a música, Star Spangled Man:

É o momento certo de ver que o roteiro faz uma crítica disfarçada ao propagandismo, o filme meio que ri desse pensamento. A música que serve de pano de fundo é genial, e mais importante, ele veste um uniforme de pano muito parecido com a versão clássica dos quadrinhos, meio que serviu para mostrar aos fãs que não aprovaram o uniforme novo como nem sempre um uniforme fiel significa um bom resultado em live action, coisa que aquele filme tosco de 1990 meio que já tinha avisado.

O roteiro também tem méritos pro mostrar diferenças básicas do Capitão para o Homem de Ferro e Thor, por exemplo. Enquanto  Tony Stark e o filho de Odin precisam aprender a se tornarem heróis, Steve parece já  ter nascido com uma nobreza interior, maso que tem em  comum também são fato de passarem por situações extremas para mostrarem seu valor. Seja salvando um vilarejo de terroristas, enfrenteando uma armadura divina sem poderes, ou resgatando soldados no front, todos tem um senso de justiça comum.

Steve conquista o respeito dos aliados com atitude, não com poderes

O Caveira Vermelha de Hugo Weaving funciona bem. Elogiar o Weaving é até redundante, o cara sempre está muito à vontade como vilão, mas ele consegue passar toda a ambição, metodismo e pensamento megalomaníaco de Johann Schmidt.  A maquiagem no rosto é bem feita, mas não convence muito como um rosto queimado e deformado.

Podia ser um pouco mais deformado, mas tá bom!

Arnim Zola, personagem de Toby Jones, aparece muito mais como um cientista agindo por coação (e com motivos) do que um cara fanático. Nada grave, e a primeira aparição do rosto de Jones em cena até lembra um pouco sua comum encarnação nas HQs, um robô com um televisor no tórax, com o rosto do cientista.

Falando em vilões, como se trata de um filme passado na Segunda Guerra Mundial, seria impossível não ter Nazistas no longa, e eles estão lá, mas com um destaque não mais do que necessário. O roteiro deixa claro que a Hidra, comandada por Schmidt, tem planos bem mais complexos do que a dominação do Reich.

Sobra também momento para o par romântico. A agente Peggy Carter, interpretada por Hayley Atwell, é interessante, pois também tem seu momento de transição no filme, mostrando mais sensibilidade ao longo dele. Ao longo do filme, a inicial frieza da agente britânica dá lugar à admiração (e algo mais) por aquele rapaz cuja força não vem dos músculos, mas de suas idéias e convicções. Dá pra dizer que Carter, com suas atitudes e reações, seria o par perfeito para o soldado, não fossem os eventos futuros.

A mocinha, nunca em perigo

Os links com o restante do universo Marvel são bem legais, funcionam, e posso citar um muito bom: Howard Stark.  Interpretado por Dominic Cooper (que fez teste para Fandraal em Thor), o personagem mostra muito do que veremos no futuro da família, incluindo a ExpoStark, que é citada e de fato vemos uma versão moderna em Homem de Ferro 2 (2010). A própria personalidade de Tony tem lampejos evidentes de Howard.

Momento  Gemeos lustres: Howard Stark, fornecendo items ao Capitas...

Momento Gemeos lustres: Howard Stark, fornecendo items ao Capitas...

... me lembrou bastante o Lucius Fox nos filmes do Morcegão

A tecnologia da Hidra, pelo que noto, também terá influência no que a família Stark  produzir. Só para citar uma constatação pessoal, e não acho que seja um SPOILER lá muito relevante, o som de disparo de uma das armas dos soldados da Hidra é idêntico ao do disparo dos repulsores manuais da armadura do Homem de Ferro.

A própria questão do soro do supersoldado remete ao que vimos em O Incrível Hulk (2008): o soro é da mesma cor, e o que vemos Emil Blonsky (Tim Roth) demonstrar em perícia no cerco contra o verdão na cena do campus, saltando e correndo com destreza, nada mais era do que o Capitão fazia nos idos da guerra.

Tenho a impressão de que foi a oportunidade perfeita para o diretor Joe Johnston ( Jurassic Park III)  se recuperar da polêmica após a conturbada produção de O Lobisomem, mostrando que tem condições de levar uma boa aventura. Curiosamente, mais uma adaptação de HQ passada na 2ªGuerra sob sua batuta, pois também foi dele a direção de Rocketeer.

Aliás, é interessante notar que, assim como X-Men- Primeira Classe, uma outra característica de Capitão América- O Primeiro Vingador, é ser uma aventura contada no passado, com reconstituição de época e tudo, e com importantes conexões com fatos reais. A guerra não é uma coisa bonita, sobretudo para quem está no front, e o roteiro traz momentos, sem forçar muito, que nos lembram disso, sutilmente.

Voltando a falar de links, o filme deixa ganchos óbvios para Vingadores(2012), mas também para filmes futuros do Universo Marvel. Não vou falar aqui para não estragar surpresas, o que hoje em dia fica mais difícil de prevenir já que os caras põem vídeos na cara dura na rede. Mas a gente faz aqui nossa parte e tenta preservar o segredo.

O final do filme é previsível. Assim, no sentido de todos saberem que uma série de eventos levarão o bandeiroso atravessar décadas até os dias de hoje, mas como é mostrado é o diferencial. Claro que sempre tem o momento “herói-mascarado-da-Marvel-aparece-sem-máscara-por-razões-contratuais”, mas não é nada demais e dá para levar de boa.

Enfim, dei essa volta toda para dizer que Capitão América- O Primeiro Vingador, fecha, enfim, o ciclo dos filmes solo dos personagens para o grande evento do ano que vem. E importante, fecha muito bem, com um resultado acima do esperado que equilibra humor, ação e roteiro. E tenho certeza de que não sou o único a pensar assim.

Cotação: 8,00; Eu ia dar 10, mas…

Em nossa sessão no Moviecom, a cópia legendada NÃO trazia “o” teaser. Isso causou um certo alvoroço porque nós do 100Grana e mais uma parte do público basicamente nos recusamos a sair da sala sem a prévia, atrasando até o início da sessão seguinte. Felizmente, conseguimos assistir ao teaser. Fique de olho na sua cidade e na sua sessão, se não passar, exija explicações, éo seu ingresso.

E lá vão as expectativas aumentarem ainda mais para o ano que vem. Que venham os Vingadores!

25 comentários em “100Grana Viu: Capitão América – O Primeiro Vingador

  1. “Pega ele! Eu sei nadar!”

    Ótima resenha. Valeu a pena esperar pelo filme. Eu passei a conhecer melhor o Cap durante a Guerra Civil. Foi aí que percebi que o bandeiroso não é um simples agente de propaganda américana, mas um herói de verdade. É difícil seguir os conceitos morais de hoje, imagine os de uma época mais “ingênua”, onde tudo era mais preto e branco.

    Embora o 3D tenha ficado legal, eu preferia ter assistido em 2D, mas não veio pra Teresina
    Aqui a versão legenda também não teve o trailer dos vingadores (o cara passou o filme de novo desde o inicio, acelerando, pra mostrar que não tinha…)

  2. Ainda não vi, mas não resisti ler o texto. Parabéns, @Sergio. Mandou bem.

    E caramba, reparou até no som dos repulsores do Homem de Ferro? Pra isso tem que ter qualidade da produção e qualidade de público também. 🙂

  3. Bacana a crítica, eu não conhecia muito do Capitas, só o básico mesmo, mas curti o filme… se bem que ainda prefiro o do Thor, mas aí já é comigo

    Quanto ao teaser, aqui também não passou, a galera ficou putaça, pressionaram a tiazinha da limpeza(sério UHEUA) e ela disse: não não, calma, ele vai passar
    ai o cara voltou os créditos finais e passou para a alegria do pessoal, que bateu palma, berrou, etc. Sacanagem isso

  4. “-herói-mascarado-da-Marvel-aparece-sem-máscara-por-razões-contratuais”

    Não entendi. De qual herói você está falando?

  5. O Capitão, @rodkeys, tirando a máscara no fim do filme como sempre qualqer heroi da Marvel nos filmes 😉

  6. Cara eu gostei do filme sim foi melhor do que eu esperava e a parte 3D mais legal é um ricochete do escudo que assustou todo mundo da sala de cinema.O ruim é que entrei a atrasado e não consegui ver o trailer 3D do lanterna infelizmente.

  7. Esse filme é um agradecimento a todos que falaram mal do Chris como protagonista. Inclusive eu.

    O cara se saiu bem.

  8. Filmaço.

    Chupem essa manga, criticos de véspera.

  9. Chris Evans está de parabéns. Junto com Iron Man, Capitão América é o melhor filme da Marvel seguido de perto por Thor, Iron Man 2 e um pouco mais distante, o Hulk do Edward Norton. Na mesma categoria e no mesmo patamar de qualidade eu ponho X-Men: Primeira Classe e gostaria de apostar também (estou com uma boa sensação em relação a ele, vamos ver se os responsáveis não esteavam tudo – porque Martin Sheen no elenco não é necessariamente um bom sinal na minha opinião) na nova adaptação do cabeça de teia.

    Fico realmente muito feliz em poder vivenciar tudo isso que está acontecedo, essas adaptações de personagens tão familiares e queridos dos quadrinhos da minha infância, para o cinema. Adaptações feitas com tamanho cuidado, seriedade e respeito. Diria mesmo que ver esses filmes na telona com tamanha qualidade é um sonho que se realiza. Quem venham Os Vingadores (acho que encontaram a fórmula correta para que isso aconteça de maneira mais do que satisfatória).

    Digressões à parte, o filme do Capitão é rico em detalhes que muitas vezes passam desapercebidos para o grande público e que amarram de forma consistente as estórias de todos os outros filmes de heróis Marvel que nos levarão até Os Vingadores, como o Sérgio deixou claro com muita propriedade no texto dele.

    Quero encerrar registrando que essa coerência toda é algo realmente difícil de acontecer, especialmente considerando que diretores e equipes diferentes estão na condução desses projetos. Isso só reforça o cuidado e a qualidade do trabalho do estúdio com relação a saga desses personagens, diria que é algo inédito nessas circunstâncias. Um ótimo presságio para o tão aguardado Os Vingadores.

  10. Pessoalmente achei o filme bem ruinzinho. Começando pela parte positiva, as referências a outros personagens e história da marvel ficou muito bom. Howard stark ficou tão bom q dá vontade de vê-lo tendo uma participação maior. Chris evans conseguiu convencer até, e os efeitos dele magro ficaram muito bons. Tommy lee jones, divertido e rabugento, ótimo.

    Mas pelo lado negativo, temos coisas meio bizarras. AS cenas de ação não são nada empolgantes, não houve nenhum momento em luta alguma q vc pensasse “q coisa legal” ou q o capitão parece fazer algo mais legal q só ele pode fazer e outro herói não, no quesito batalhas.
    Hugo Weaving é um ótimo ator, porém não foi NADA aproveitado no filme, ficou completamente engessado em um personagem sem graça, magalomaníaco sem motivo e só. Ele parece q nem planejou direito como chegar do ponto a para o b, só pensando “vou explodir capitais e depois penso a respeito.

    A exploração pré-capitão américa é legal, porém longa demais, isso deixa as cenas de ação curtas, sem graça e muito abruptas. Lembro até de ter pensado “quanto tempo tem esse filme? ainda nem virou capitão e já faz um bom tempo de projeção”. Ele simplesmente foi ganhando campanhas e nunca foi explorado de maneira legal ou interessante, enquanto hitler nem é lembrado nessa parte, e parece q só tem a hydra pra enfrentar naquela guerra. Dá uma sensação estranha de terem esquecido de vez esse lado. Peggy Carter, sem sal, sem química.

    Agora tem uns spoilers
    E o q são aqueles benditos mísseis? escrito o nome de cada cidade? Tão insultando minha inteligência ou o q? A batalh final com o caveira foi decepcionante, sem graça, e o fim do filme é forçado demais. Não precisava daquela cena no tempo atual, o filme poderia muito bem acabar com o desastre do avião e aquela cena ser colocada no vingadores. Ficou extremamente anti-clímax, já que não havia mais tempo de explorar nada e a cena ficou WTF.

    Enfim, achei fraco, mas é minha opinião.

  11. Melhor filme do ano, ligeiramente melhor que Thor, melhor que First Class e muuuuuuuuuito superior ao lanterninha, a bomba do ano.

  12. Complemento: Melhor filme de super-heróis do ano.

  13. faltou falar do tocha humana original que aparece tambem 😀

  14. Sangue nerd tem poder

  15. Melhor que o Thor, ponto.
    Roteiro equilibrado, não abusaram do humor, que era o que eu mais temia.
    E mordi a língua, eu falei mal do Chris Evans. =p
    Achei genial algumas sacadas do filme, como o “uniforme original” não ficaria legal num filme.

    Um dos melhores filmes do ano, não só de superheros.

  16. Melhor que Thor e X-men e Iron Man 2

    Mais ainda fica atrás de Iron man 1
    Achei um filme legal…

  17. Não sei se alguém reparou, mas aquele senador que fica apurrinhando o Tony Stark em HdF 2 também aparece no filme. Na mesma cena onde aparece o Stan Lee.

  18. Eu percebi duas coisas muuuuito curiosas nesse filme:

    – uma citação a “caçadores da arca perdida” quando o caveira vermelha diz que o Furher esta perdendo tempo escavando coisas no deserto.

    – e uma citação ao Tocha humana original, aquele que é um robô. Se repararem, ele está dentro de uma redoma de vidro na feira do pai de Tony Stark.

    a única coisa que eu não vi foram os pós créditos, porque o Cinépolis fez o favor de cortar.

    falou galerinha

  19. Ficou muito, mais muito, mais muito legal esse filme! 😀 Sério, eu não esperava nadica d nada dele, e olha a surpresa q me causou ao sair do cinema….. q filme! 🙂

    Chris Evans mostrou q pode ser um bom ator e surpreender todos aqueles q não davam 1 centavo nele (eu inclusive). Não conhecia muito bem a história do Capitão, então para aqueles q foram boiando ao cinema apenas para curtir 1 bom filme d super herói, esse foi 1 prato cheio! Fui com 2 amigos nerds e super fãs de hqs e ambos aprovaram total o filme, dizendo q ficaram surpresos com tamanha qualidade nem um pouco esperada.

    O Chris Evans franzino, antes d virar o Capitão ficou muito legal, super convincente. Não sei o q foi q fizeram, qual tecnologia usaram, mas ficou show! Li em reviews por ai q parece q foi a mesma tecnologia usada no “Curioso Caso de Benjamim Button”. Enfim, o q foi q tenha sido, ficou ótimo!

    P encerrar, seu texto está muito bom Sérgio, super bem pontuado. Parabéns! 😉

    Abraços a todos do 100grana e vamos esperar pelos Vingadores! o/

  20. Sergio concordo em tudu uq vc falou na resenha. Evans foi otimo, o roteiro muito bem planejado, as piadas certeiras e não akelas forçadas (a do “de um sanduiche pra ele” foi foda e a da critica ao uniforme GENIAL) e a cenas de ação muito boas tbm. A Peggy uma delicia, Weaving e Jones roubam a cena algumas vezes. Como a maioria disse, concordo q foi o melhor filme de heroi do ano e um dos melhores no geral sem a menor duvida.

  21. Curti muito o jeito que eles fazem a história se entrelaçar com o presente.O 3D também estava ótimo,afinal não tive escolha também.O teaser mais que esperado,deixou metade do público até o fim dos créditos.

  22. Sabe esse caveira vermelha é muito melhor do que da decada de 90.E hugoi weaving ficou ótimo.

  23. Parece q o meu papel nesses comentários é sempre criar polêmica. No do X-Men: First Class, teve maior onda porque eu discordei de usn comentários de um pessoal lá. Depois dessa experiência não vou falar nada (ou pelo menos tentar não falar) sobre o comentário do Likou. Podia passar um dia inteiro debatendo cada parágrafo de crítca dele e o q mais me deixou chocado, perece que ele não gostou do filme pq a ação é pouca. Com todo o respeito, existem filmes melhores pra você ver, tipo um Os mercenários ou algum outro do Chuck Norris.

    Sinceramente, creio que não exagerar na ação é um mérito deste filme, dá uma ênfase na história sensacional. Gostei muito, não vi nem o tempo passar no cinema. Cada cena (destaco aqui as do Dominic Cooper como Howard Stark – Tal pai, tal filho) tinha uma intenção, um porque de estar ali. O filme me pareceu bem mais coerente que o Thor, que parece se perder um pouco e depois se encontrar. O Thor também paarce muito precoce, com um final não tão bem desenolvido. O Capitão vence nesse quesito, desenvolvendo um final previsível (claro, todos sabíamos o que ia acontecer e não pdoemos fugir disso) mas também muito coeso.

    Um último detalhe que me agradou muito foi o resgate do humor nos filmes. Os filmes do Iron Man primam por utilizar esse quesito muto bem, mas Thor deixa a desejar. Sei que o perfil do personagem impede um pouco, mas seti muita falta deste lado sárcastico dos filmes do ferroso. O filme do Capitão resgata isso e utiliza muito bem Dominic Cooper para isso, sem esquecer o Chris Evans e todo o elenco que protagonizam momentos de descontração na platéia, mesmo diante de momentos de tensão.

    Nota 10. Destes filmes da Marvel só perde pra Iron Man (Dominic Cooper ainda não é o Robert Downey Jr, e nem juntando todo mundo, eles conseguem superar essa figura…)

  24. Que venha os vingadores!!!

  25. o Chris evans interpretou muito bem o papel. para mim é um excelente ator. não tem nada a ver essa história de comparar o tocha humana com o capitão America, são dois personagens são completamente diferentes.

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