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100Grana Viu: Lanterna Verde

O que eu posso dizer? É o filme que reflete, basicamente, o estilo Warner de fazer filmes hoje (salvo o Batman ).

Uma das coisas mais estranhas que existem é você ter uma idéia na cabeça e não saber como colocar em prática. Não, não estou falando ainda do filme cuja crítica você está começando a ler. Estou falando de mim, sentado em frente à uma tela de computador, com tantas coisas a dizer, mas não sabendo por onde começar. Acho melhor começar pelas expectativas que eu tinha de Lanterna Verde.

O filme já era um projeto antigo, e eu tinha curiosidade, e também ansiedade para ver o longa. Afinal, era a primeira vez que um herói do Universo DC, que não era o Superman e o Batman, ganhava um filme próprio. Acompanhei desde o começo, e como fã, gostei da maior parte das coisas que vi, tive contato com as aventuras do personagem lá pelos anos 90, e achava fantástico um cara igual a você ou eu, ganhando poderes alimentados pela nossa vontade e tudo mais. O meu favoritismo sempre ficou entre Hal Jordan e Kyle Rayner.

Gostei do que vi nos trailers, nem aquela bobagem do “I Know, Right?” me irritou. O que me irritou mesmo foi a decisão da representante brasileira de adiar o lançamento do filme para dois meses após a estréia americana, sob alegação de querer pegar mais salas 3D que fossem inauguradas de lá para cá. O preço da ambição foi pior para eles, pois tão logo o filme saiu nos EUA, em 17 de junho, recebeu as primeiras (e duras) críticas e, como era de se esperar, surgiu para download ilegalmente, e o público brasileiro foi pegando o hype negativo do público estrangeiro, o que não ajuda um filme que tem muitas falhas.

Mas, apesar de ter passado de leve o olho em algumas críticas e ouvindo a opinião de amigos, eu queria entender o que, afinal, tinha dado tão errado. E lá fui, na sexta feira passada, ir atrás do, como dizia o autor João Carlos Marinho, vacalhouto de sicofanatas que se escondia atrás de tantas críticas.

Cuidado com possíveis SPOILERS.

A trama já está mais do que estabelecida: Hal Jordan é filho de um lendário piloto, já falecido. Irresponsável e impetuoso, o rapaz também sofre com um grande trauma do seu passado, mas precisará superar isso, pois acaba escolhido pelo moribundo alienígena Abin Sur para ficar em seu lugar como membro da Tropa dos Lanternas Verdes, e proteger o setor 2814, que corresponde à localização do nosso sistema solar. E como se não bastasse, ele precisará enfrentar uma ameaça sem precendentes na forma de Parallax, uma entidade poderosa que se alimenta justamente do medo.

Poderia ter sido um filme fantástico, mas acabou caindo por terra, em primeiro lugar, por causa do roteiro. Eu não acredito que Parallax fosse um vilão para ser usado logo em um filme de origem. Eu abordaria, e sempre falo aos meus amigos, os Caçadores Cósmicos, os andróides que protegiam o universo a mando dos guardiões e foram rejeitados depois que passaram a tomar decisões (letais) por conta própria.

Seria muito mais interessante abordar a importância de um ser vivo, com livre arbítrio (ainda mais sendo humano), ganhar poderes para proteger as pessoas. Aí sim, usaria Sinestro no segundo, e Parallax, num terceiro, de escala ainda mais épica e explorando esse lance do medo.

Megamente + Galactus do filme do Quarteto = Parallax

Mas esse não é o único problema. O treinamento de Jordan, que convenhamos, é um fator importante para a construção do personagem, passa muito rápido. É bem legal, mas não chega a ser estabelecido quanto tempo ele passou ali, mas pelo que a edição mostra, parece que ele recebeu um intensivão de um dia, tipo aquele programa “Ação Global”. Tipo, tire a carteira de identidade, faça a limpeza dos dentes e ganhe um treinamento grátis para ser Lanterna?

Outra coisa: algo que sempre é questionado é essa coisa da identidade secreta. O próprio Superman, em sua concepção, sempre foi criticado por leitores e não-leitores sobre esse fato de as pessoas não o reconhecerem só por causa de um par de óculos na cara (quero ver como Zack Snyder vai lidar com isso em Man of Steel). E aí temos o Lanterna Verde, em sua primeira aparição de salvamento em público, diante de milhares de pessoas, a maioria conhecida dele…e ninguém o reconhece só por causa de uma máscara? Mais adiante, uma cena que poderia ter sido muito legal envolvendo a nova identidade de Hal e sua amada Carol Ferris é desperdiçada, mesmo tendo uma boa troca de diálogos.

Aliás, o filme abusa de momentos mais do que batidos em adaptações de HQ. O herói descobrindo os poderes, e como era de se esperar, o momento com o par romântico, dividido em três subcategorias de clichê: herói salva a namorada pela primeira vez, herói revela os poderes para a namorada e herói salvando a namorada, refém do vilão.

Outro erro do filme é apostar demais em piadas fora de hora. Só para vocês terem uma idéia, rola piada até no momento da morte de Abin Sur. Parece até que deixaram o Reynolds improvisar. E não estou dizendo que foi isso, mas foi o que pareceu. Pelo menos se funcionassem, mas nitidamente são coisas sem as quais a trama fluiria bem, até melhor.

Tem mais: Parallax, além de ser um vilão prematuro, decepcionou. Admito, a sequência dele invadindo a cidade, e, de certa forma, matando algumas pessoas no processo (lá do jeitão dele), é bem feita. Mas não me entra na cabeça que, dos cerca de 3.000 Lanternas que compõem a tropa, somente Jordan teve a solução (besta, por sinal) para derrotar a criatura.

E eis a grande coisa que me incomodou pra cacete. Cenas feitas descaradamente para fazer propaganda de brinquedo. Não é uma coisa recente, visto que George Lucas meteu em A Ameaça Fantasma aquela cena do Podracer e lucrou milhões com as vendas para o Nintendo 64 em 1999. Mas é o tipo da coisa que me deixa enojado, porque tira a alma de um filme. Tudo bem, adaptações de HQ são comerciais, mas do modo que foi mostrado, tipo, os caras nem disfarçam que a intenção é vender brinquedo.

Isso não saiu por acaso

Esse é o grande problema para uma editora de quadrinhos de ser subordinada a uma corporação como a Warner, que há 14 anos atrás, afundou a franquia do morcego com Batman & Robin pelo mesmo motivo, se preocupar mais com o lucro do marketing  de vendas do que o respeito com os fãs e o personagem em si. E quem pensava que Geoff Johns de consultor ia resolver, se decepcionou. No meu entender, o cara tava ali de capataz da Warner, dizendo amém, e não se preocupando com a coerência devida. Nem parece o mesmo cara que escreveu as boas histórias recentes do gladiador esmeralda.

Se bem que, concordemos, o fato de ter uma mega corporação por trás do estúdio nem é desculpa. Basta olhar a Marvel, que agora é propriedade da Disney, e os filmes estão saindo com a qualidade que estão. Não, eles não me pagaram para dizer isso, eu realmente penso assim.

Para não dizer que o filme é totalmente ruim, dá para dizer que as cenas do começo do filme, e também em Oa, aonde é explicada a origem dos Lanternas e, posteriormente, como os poderes deles funcionam, incluindo o uniforme dos Lanternas, e a demonstração dos poderes deles, é bem fiel ao material das HQs, embora um detalhe relacionado à origem do vilão possa incomodar muito os fãs.

Outro lance que eu achei legal foi a cena que mostra a relação de Jordan com seus irmãos, que nitidamente sentem-se desconfortáveis com as peripécias do irmão piloto. Pena que essas cenas são meio curtas.

Sinceramente? O filme só não ficou pior porque a direção ficou a cargo de um cara que eu curto bastante que é o Martin Campbell. Responsável por filmes como A Máscara do Zorro e Cassino Royale, o cara sabe como conduzir uma aventura legal e cenas de ação, mas nem ele é capaz de fazer milagre com um roteiro que parece ter pego todos os clichês possíveis de adaptações de quadrinhos e jogado na trama de forma absurda e incoerente.

Sabem, a impressão que dá é que o filme foi feito ainda no meio da última década, aonde certas fórmulas de narrativa eram exploradas quase da mesma forma em todos os filmes. Mas é por causa do Campbell que o filme é, digamos, “razoavelmente assistível”.

Deixa eu falar do elenco. Olha, eu não curti a escalação do Ryan Reynolds, porque ele já estava em sua terceira adaptação de HQ, e outros atores poderiam ter feito esse papel bem. Mas, desde que ele não estragasse o filme, por mim, tudo bem. Mas posso dizer, se o filme ficou ruim, não foi por causa da atuação dele.

Se Hal Jordan tinha que ser mulherengo, metido a engraçadinho, não tinha como o Reynolds fugir muito, ou fazer isso de outra forma, até porque o roteiro, a meu ver não exigiu isso dele. Se fizerem um segundo filme, melhor, eu gostaria de vê-lo interpretar Jordan consumido pelo ódio, coisa que ele é, sim, capaz de fazer, quem já viu o remake de Horror em Amityville sabe disso.

Carol: vai virar Safira? Só o futuro dirá...

Blake Lively não me impressionou. Bonita, sim, mas acho que qualquer uma ali poderia fazer o que ela fez. Se é para destacar alguém, destaco Mark Strong, que embora tivesse menos tempo em cena do que o merecido, mostrou um Sinestro obcecado pela vitória e ao mesmo tempo leal aos seus companheiros e ideais. Outro muito bom, foi Peter Sarsgaard, que faz a gente até ter pena do Hector Hammond, e entender porque ele enlouquece com o poder. E também o ex-Jango Fett Temuera Morrisson, que mostrou que Abin Sur, que quase sempre aparece como um moribundo mas quando estava na ativa, era um guerreiro de valor. Gostei também do  Killowog de Michael Clarke Duncan, e o Tomar Re dublado por Geoffrey Rush.

Sinestro: apareceu pouco, mas marcou

Enfim, mesmo sem ter se pagado, com uma bilheteria pífia, a Warner insiste na produção de um segundo, mais “sombrio”. Porra, até as declarações são clichês. Não queiram, por favor, me transformar o Lanterna no Batman. Caso isso aconteça, já terá começado errado. Batman é sombrio porque é sua essência, o Lanterna não. Parece que os executivos acham que tudo se resolve levando a trama para “o lado negro”, o que é bem imbecil.

Enfim, só espero que, caso saia um filme novo, esse Lanterna passe de verde para maduro. Ok, essa foi forçada, mas o que não foi forçado nesse filme? Meu veredicto final: é uma aventura no máximo, assistível, mas com erros incompreensíveis.

 

Obs: Lembrando que existe uma cena pós-créditos, que a essa altura, graças a falta de segurança atual nos estúdios, já rodava a internet antes mesmo da estréia americana. Mas se você não sabia disso, assista.

Cotação: 4,00

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33 comentários em “100Grana Viu: Lanterna Verde

  1. Sabe achei um filme razoavel não achei tão ruim assim mais não posso falar muito pois conheço pouco a historia do lanterna,achei que tentaram contar muita coisa em pouco tempo de filme derrepente ele sai voando da terra e vai pra oa 5min tá na terra denovo, eu fui assistir o filme com minha namorada e ela fez uma pergunta” eles se conhecem desde criança?”, assistindo ao filme tbm não soube responder.
    Outro problema foram os efeitos em 3D não vi quase nada de efeitos me arrependi de ter pago a mais pra assistir em 3D mais devem melhorar no segundo filme.

  2. Eu achei que o filme do Lanterna Verde seria ruim. Mas foi pior, ainda mais patética que a trilogia do Homem-Aranha. Em tempos de Geoff Johns, Mark Millar, Straczynski e tantos autores geniais, esse filme soa como os desenhos que passavam na Xuxa. Melhor dizendo, ele seria ótimo para os anos 80, mas hoje em dia parece bobo, inconsistente.

    Peter Sarsgaard e Mark Strong são como Hopkins e Hiddleston no Thor: grandes atores pegando boas cenas e as melhores falas num filme medíocre.

    Perda de tempo…

  3. Perdi o tesão porque nem quem gosta de Lanterna Verde gostou. Se era para fazer um cara engraçadinho, eles podiam ter arriscado com Guy Gardner como Lanterna Verde, pois o Hal Jordan era caxias pra danar.
    E estou pra ver um personagem da DC vingar (Vertigo rolou bem, como V de Vingança, e o excepcional Batman com o Jack Nicholson – fiel ao “Piada mortal”)…

  4. Eu podia dizer aqui que ‘eu avisei’, ou mandar um ‘chupa, rods’, mas, não!

    É dose ver nossos heróis preferidos indo pra tela do cinema, ver algo que sempre esperamos desde Superman, achar que vem coisa boa e sair essa bosta que foi LV.

    E é pior ainda aquele seu amigo que não lê gibi, olhar pra você e perguntar: É disso que vocês gosta?

  5. @Apolo, sempre vou pegar no teu pé: somente o último do Aranha foi ruim, os 2 primeiros são excelentes, cara!

  6. 1- Roteiro. 4 samangos escrevendo um roteiro só poderia dar merda. E deu.
    2- A escolha do Ryan Reynolds desde o início foi uma merda… pra mim ele faz escola Joey Tribiani de interpretação.
    3- A escolha de vilão foi realmente prematura, mas podia ter rendido mesmo assim, se ele tivesse um pingo de profundidade e não um complexo de “nuvem Galactus”. Vilão impessoal nunca funciona.
    4- Filme didático, toda hora explicando coisas óbvias = achar que o expectador é burro
    5- Tentaram “marvelizar” o filme, com piadinhas cool fora de hora. Mas Hal Jordan nunca foi Tony Stark!
    6- Faltou batalhas cósmicas épicas, faltou focar no treinamento do Hal, faltou química entre os personagens.
    7- A “surpresa” depois dos créditos foi o pior: toda a transformação do Sinestro era pra ser profunda, gradativa, complexa. Daria pra fazer mais um filme só disso. Mas não: contrariaram toda a lógica do roteiro que eles mesmo escreveram só pra apresentar descaralhadamente um vilão.

    Ponto positivo: todo o visual de Oa e dos outros lanternas é bacana!

  7. Lanterna ficou bem aquém do que poderia, mas enfim, essa crítica já disse tudo!

    Só tem uma coisa que as pessoas estão falando que eu considero bobagem! Parallax foi usado prematuramente sim e ficou uma porcaria. Mas o fato dele ser uma nuvem/fumaça não tem nada a ver com isso!

    Já esqueceram que o principal vilão de Lost era uma fumaça preta? E toda vez que ela aparecia em algum episódio gerava uma repercussão imensa e todo mundo curtia? Pois é, Parallax ficou ruim porque foi mal retratado e não porque era uma nuvem fumaça!

  8. O DIRETOR TEVE CULPA SIM.MUITA CULPA.ELE É O CARA QUE TEM QUE MOSTRAR MAIS PAIXÃO PELA OBRA.MOSTRAR SERIEDADE E RESPEITO PELOS FÃS.OS EXECUTIVOS TODOS NOS SABEMOS QUE NÃO TÃO NEM AI.MAS O CARA QUE COMANDA O FILME DIZER NUMA ENTREVISTA QUE SE O FILME DAR ERRADO ,PELO MENOS O CHEQUE JÁ TA CONTA.AI É FODA NÉ?E OUTRA COISA :O BATMAN (BEGINS E TDK) SÓ DEU CERTO E FEZ SUCESSO,FEZ NOS TERMOS ORGULHO POR CAUSA DO NOLAN.O UNICO PERSONAGEM QUE SOBREVIVEU E FAZ PARECER QUE SÓ EXISTE ELE NA EDITORA É PORQUE NÃO TEVE DEDO DOS INCONPETENTES DA EMPRESA WARNER.E SE ALGUÉM ALEGAR QUE A WARNER PELO MENOS ACERTOU AO ESCOLHER O NOLAN DIGO:FOI ELE BATER LÁ NA PORTA DA EMPRESA PEDINDO A CHANCE DE FAZER UM FILME BOM DO HEROI.NEM ISSO ELES FIZERAM.

  9. O Sam Raimi fez aquela bosta de trilogia do Homem-Aranha e nem por isso deixa de ser um ótimo diretor. E isso vale pro Kenneth Branagah e pro Martin Campbell.

    E os filmes são muito bem dirigidos. Os enquadramentos são ótimos, as cores, a construção das cenas, os efeitos, tudo é tecnicamente muito bem feito. Até a edição é boa. Só que um roteiro que parece ter sido escrito por vinte pessoas e aguns atores mal-escolhidos fazem toda a diferença.

    Você tem Anthony Hopkins como um deus escandinavo, mas tem Kat Dennings com mais cenas que devia no papel mais irrelevante do mundo (e não mostra nem um decote!…).

    Você tem o talentoso Peter Sarsgaard e seu antagonista é… Ryan Reynolds?

    Você tem Wlliam Dafoe, James Franco, Alfred Molina e Thomas Haden Church como ótimos vilões, mas os protagonistas são Tobey Maguire e Kirsten Dunst.

    Fica difícil dar crédito né?

    É muito fácil comparar os erros dos filmes do Homem-Aranha e de Thor com esse filme do Lanterna. É um penico cheio.

  10. Só Uma Coisa:

    I know, right.

  11. Martin Campbell mandou muito bem no Cassino Royale… acho que o grande problema do LV foi aquela gang que contrataram pra fazer roteiro.

    @Rafael, podiam ter feito pelo menos uma fumaça com personalidade, e não apenas um “ser” em que o expectador não tem a menor conexão.

    @Apolo, não é possível que você ache HA 1 e 2 filmes RUINS! Desculpe, mas não são ruins não, cara…

  12. Olha o filme realmente não é um espetáculo mas ao menos diverte. Acredito que possa ficar no lugar do filme do quarteto fantastico que passa todo domingo na temperatura máxima ehehehe.

    Um aspecto positivo: foi o primeiro filme (excluindo-se avatar) no qual notei o efeito 3d utilizado corretamente, sem exageros e com cameras/angulos que facilitam a noção de profundidade.

  13. Realmente teve alguns erros mas o fime em si é bom o probema é o roteiro.

  14. até hoje espero o 100grana viu do ultimo dobrador de ar

  15. poderia ter sido um filme desgraçadamente bom,maass…..

  16. hahah foi legalzinho. MINTO! roteiro não é bom!
    gastei meus últimos bônus do mês q sempre ganho por conectar a internet com intelig com os ingressos. mas até que compensou, hahah

  17. Ainda não vi o filme, mas realmente apenas pela duração da película dá pra inferir a superficialidade de um filme de origem do lanternoso.
    Concordo plenamente que os vilões mais apropriados para um filme de origem do lanterna seriam os caçadores. Mostraria não só a origem de Hal Jordan como também de toda a tropa e proporcionaria batalhas de proporções épicas na imensidão do espaço sideral.
    Embora o ressoar uníssono da opinião de que Reynolds não é o ponto fraco da trama, talvez um ator que tivesse uma atuação forte e carismática poderia elevar o desempenho do filme. Nessa hora, lamento profundamente a recusa de Ryan Gosling.
    Ainda não vi o filme, mas espero que ele, ainda assim, me deixe na expectativa por uma sequência que expurgue os erros do primeiro, conserve as qualidades e que esse filme seja uma lição para a Warner tratar com mais respeito e cuidado as adaptações dos heróis DC que, convenhamos, são os mais icônicos.

  18. @Tiago, especialmente para você:

    100Grana Viu: O Último Mestre do Ar:
    Não vejam.
    Abs.

  19. Só que, mesmo sendo bons diretores, muitos deles não conseguem escapar das garras dos produtores sanguinários, que mexem no filme de cima a baixo. É por isso que o Branagh não vai voltar para Thor 2 e sabe Deus se vão fazer um segundo Lanterna ou rebootar de uma vez. Tanto Warner quanto Marvel têm seus executivos mercenários e sem visão, não se enganem.

  20. Pipocão, só.
    (Salvo o deslumbramento glúeto que Ryan Reynolds provoca naquele uniforme)

  21. NOTA 4.0? Quanta bondade! rs…

  22. @Carla, não quero nem saber o que você sentiu vendo Watchmen / Sr Manhattan! 😀

    Bom, creio que o caminho mais digno pro LV seria imitar os passos do Hulk e do Motoca Fantasma: fazer um segundo filme digno e adulto, dirigido por alguém com amor ao personagem.

  23. 100grana viu o ultimo mestre do ar… não vejam…

    Não acredito que vcs tb fazem parte dos irritantes fãs xiitas que queriam que o Aang fizesse as piadinhas sem graça como no anime?

    é… realmente vcs estão perdendo o pique pra bons filmes.

  24. @”Julios”, o pai do “Chris” de chama JULIUS.

  25. @Willie Zureta Nem tanto assim (bundas azuis não me impressionam). Watchmen tem outros “atributos”, se é que você me entende.

  26. Não gostei do filme, mais pelo fato que estamos em uma era fértil para boas adaptações de HQs (Batman, Iron Man, Capitão América que o digam). Talvez 20 anos atrás esse filme fosse bem melhor visto, mas isso não importa muito. Estamos aqui, hoje, e o TODO do filme está fraquíssimo.

    Concordo, o problema principal é o roteiro, muito mal pensado e escrito, desde a escolha dos personagens às falas dos mesmos. Mas também jogo a culpa desse desaste no Martin Campbell. Não consigo entender como um bom diretor aceita um roteiro desses, sem no mínimo questionar alguns pontos, mudar algumas falas, isso se ele não alterar todo o roteiro.

    Mas o filme tem pontos positivos que a gente acaba esquecendo de mencionar no final. O qeu mais me chamou atenção foi os Efeitos Especiais. Foi um filme extremamente carregado de CG, mas nem por isso se tornou artificial. Os personagens me pareceram muito bem feitos, as cenas são belíssimas, o uniforme, e até o Parallax (por mais estranho que parecesse – Realmente parece com o Megamente, e muito!!!) foi muito bem construido graficamente.

    Esse ponto positivo é de suma importancia para o futuro, já que a Warner ainda quer fazer uma continuação. O mundo está criado, o personagem já foi introduzido. Falta o mais simples e, ao mesmo tempo, mais importante: um bom roteiro ser criado, com um bom diretor, compromissado com a qualidade e a fidelidade do filme.

    Traduzindo: tem salvação!! Resta vontade e compromisso.

    Sinceramente, eu torço por essa continuação. Gosto muito do personagem e quero vê-lo em um patamar de maior respeito, onde ele realmente merece estar. Uma segunda chance talvez possa nos dar o que tanto desejamos: um filme BOM.

  27. A DC faz boas animações e fez arcos incríveis nas Hqs com roteiros Geoff Johns mas na hora de fazer um filme só conseguem fazer os filmes do Batman direito,
    Porque não unir diretores das animações da DC com bom roteiristas das Hqs para darem um luz na hora de fazer um live action.
    Até mesmo o super sentai desse ano tá melhor que o filme do lanterna verde.

  28. Este filme foi razoável.
    Só isso, mas sobre os caçadores cósmicos. O jogo do lanterna verde é com os caçadores cósmicos e acho que, somente nesse caso, o filme deveria se parecer com o jogo. Tem até a aparição da rainha Aga’po e do planeta das safiras.

  29. Um ótimo filme para sessão da tarde…

  30. Como disseram, esse filme diverte, já Thor, alem de ter um toteiro tão ruim quanto te deixa iritado pela falta de ação e pela transformação moral em 20 minutos de filme.

  31. É, tá difícil assistir um filme adaptado de HQ, tanto da MArvel quanto da DC. Bem fraquinho…. Porque não pegam os roteiristas da série animada? Quem viu o desenho do Lanterna Verde – Liga da Justiça, vai justificar o que eu escrevo. Não, tomara que não façam uma sequência.

  32. “Peter Sarsgaard e Mark Strong são como (Anthony) Hopkins e (Tom) Hiddleston no Thor: grandes atores pegando boas cenas e as melhores falas num filme medíocre.”

    THOR = LV

    Sim, concordo totalmente com o APOLO, e também com o Willie Zureta, sobre os erros do LV. Mas ao menos eu tenho esperança de ver PRODUTOS derivados dos personagens do filme LV, réplicas, veículos e aliens, especificamente.

    Já aquele filme do Thor nem vi nada minimamente interessante em termos colecionáveis…

    A propósito, assistam à EDIÇÃO ESTENDIDA, é bem menos ruimzinho que o filme do cinema. 😀

  33. Razoável, assisti semana passada, obviamente em dvd. Até eu que não morro de amores e muito menos conheço a essência do Lanterna, tava sacando que não tava dando certo. Vou dividir esse comentário em dos pontos:

    Positivos: Sinestro, perfeitamente adaptado, rouba toda a cena quando aparece, achei uma pena não velo mais tempo em ação. Outro que merece destaque Abin Sur, espero que ele seja explorado na sequência, obviamente em flashback. Oa ficou demais, os outros lanternas também.

    Negativos: Exceção aos comentários acima, cadê os efeitos especiais? Em algumas partes do filme, principalmente externas (Cena da comemoração da compra das naves) era vergonhoso parecia até um filme feito pra TV e a pista HOT Wheels nem se fala… Não achei essa química toda, entre Ryan e Blake, pra quem já era “velho conhecido”. Fora que a cena de destruição do Parallax foi bem vergonhosa e o fato de o Lanterna ir lutar sozinho só mostrou mais que cortês no orçamento foram feitos. Nossa e a atuação de Blake continua mesquinha e horrível como em Gossip Girl ela ainda parece a menina rica, mimada e esnobe só que brincando de atuar, fora que quando ela abre a boca da até insônia da animação com que a moça retrata suas falas. Fora que eu achei a roupa da Ryan muito estranha e mal feita, principalmente na cena em que ele se mostra para seu amigo (Sem duplo sentido, por favor u.u).

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