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100Grana Videocast – Feira do Livro 2011 (Parte 2)

Na segunda parte da ida ao Hangar para a XV Feira Pan-Amazônica do Livro veja uma batalha Orkut X Facebook, um show de mágica, fantoches e uma triste recomendação ao final.

Assista também à primeira parte do nosso videocast clicando aqui.

17 comentários em “100Grana Videocast – Feira do Livro 2011 (Parte 2)

  1. Pô, pena que não deu pra sair antes do fim da feira. Talvez tivesse esvaziado nos últimos dias depois disso hahhahaha!

    PS: detesto minha voz gravada =P

  2. Para quem gosta de literatura infanto juvenil talvez a Feira não tenha utilidade. Aliás, não procuro a Feira para esse tipo de literatura por isso acredito no vídeo: não foi uma boa pedida a Feira desse ano.

    Quanto aos livros técnicos ou para pessoas com idade mental superior a 12 anos, a Feira manteve o padrão dos anos anteriores. Livros raros, preços acessíveis, bons descontos. Amigos professores, estudantes e amantes da boa leitura saiam de lá com sacolas cheias e sorrisos de satisfação. Por eu ter minha atenção voltada para esse público, acho que o evento teve êxito.

    Quanto ao vídeo, uma bela mostra de que a imbecilidade humana não tem limites. Não porque não seja um vídeo divertido, até sorri das tiradas de bom humor, mas porque são dois tipos que poderiam ter evoluído o nível de leitura para outro patamar. Há leituras mais sofisticadas para os que têm idade mental acima de 12 e abaixo de 18. Ao invés disso, se comportam como adolescentes idiotas abaixo dos 12 anos. Meu filho, que tem 11 anos não tem comportamento imbecil como o dessas tristes figuras.

    A sugestão final? Um belo (des)serviço!!! A Feira do Livro é uma (acho que única) possibilidade de acesso dos jovens estudantes de escolas públicas da Grande Belém ao mundo da leitura. Muitos jovens estavam acessando redes sociais, mas muitos estavam vagando pelos corredores com sede de leitura. Minimizar esse fato ou não mencionar isso no vídeo me causou desalento.

    Sugiro que os dois energumenos que postaram o vídeo deixem de “tentar” uma piada e repensem seu lugar no mundo, assim como se perguntem: Sou útil em que???

  3. Não encontrei livros raros, muito menos a preços acessíveis. Dentre minhas áreas de interesse (fotografia, semiótica, design), eram os mesmos livros que a gente encontra nas livrarias, e com o mesmo preço, quando não estavam mais caros.

    O exato livro que eu peguei no vídeo, do Ross Halfin, comprei em uma livraria do shopping há meses. E não tinha muitos outros como opção.

    Enfim, preços iguais, sem muitas novidades, livros fechados em suas embalagens de plástico. Não vi incentivo à leitura nesses quesitos. A única vantagem que tenho visto na feira do livro é poder fazer a pesquisa de preço entre as livrarias da cidade sem gastar muito com transporte entre elas.

  4. Tereza:

    Tenho uma amigo designer que compartilha tua preocupação/reclamação!!! Acredito nele e em ti. Talvez seja o caso da Feira rever sua política de preços. E nesse quesito estendo o apelo a todas as demais áreas. Sinta-se apoiada por mim nesse aspecto até porque nem todos os preços dos livros de História (minha área) são tão baixos como deveriam ser numa Feira de Livros.

    Entretanto, o intento da Feira foi alcançado sim. Não podemos generalizar que tudo está perdido porque há reclamação minha e sua. O intento da Feira é TAMBÉM possibilitar o acesso à leitura de jovens que não tem a mesma disponibilidade que nós dois temos. Jovens estudantes de escolas públicas estavam lá em busca de diversão (como acesso a redes sociais, namoros, bate-papos, etc.), mas também buscavam leitura. Generalizar os jovens da rede pública (e privada) como se fossem todos um bando de cabeças-ocas é, no mínimo, falta de bom senso.

    A feira também é local de circulação de ideias. Um monte de mesas redondas, palestras, debates aconteceram. Pesquisadores colocaram suas pesquisas à baila. Apresentaram resumos, porporcionaram mudanças de perspectivas, novos olhares… Acho que esse mérito não pode ser tirado, também.

    Dizer que a Feira foi um fracasso porque os preços não eram acessíveis é, ao mesmo tempo, generalizar de forma irresponsável (havia preços acessíveis, sim); e, perder de vista outras dimensões que a Feira apresentou (já expostas acima).

  5. Mas, minha maior reclamação é com os dois rapazes que postaram o vídeo. Este veículo (internet) é visto por muita gente. O blog pode servir ao mundo de outras formas que não fazendo críticas irresponsáveis/pequenas. Ambos perderam uma bela oportunidade de calar.

  6. Não estou generalizando. Sei que tinha gente atrás de leitura sim. Sei que havia alguns livros a preços acessíveis. Eu mesma comprei 5 volumes de um curso de LIBRAS, a $5 cada um. Mas repito: numa FEIRA do LIVRO, acredito que se não todos, mas pelo menos a grande maioria das publicações deveriam ter ao menos 30% de desconto, para que seja válido aquilo tudo. As livrarias da cidade estão abertas, qualquer aluno de ensino público pode entrar e pesquisar. A biblioteca (e a Gibiteca) do Centur também estão abertos, e lá nem se paga para ler. Quer incentivar a leitura de que forma? Gastando os tubos num evento onde a gente não se sente motivado a comprar livros?

    Quanto aos meninos do 100grana: isso aqui não é um blog de educação, literatura, pedagogia ou similares. É sobre cultura POP. O interesse de quem visita este blog gira SIM em torno de quadrinhos, e livros relacionados a quadrinhos. É para este público que o videocast foi produzido, e para este público, a feira foi sim uma perda de tempo 😉

  7. É preciso muita boa vontade pra falar que a feira foi um sucesso. Os espaços das livrarias ficam cada vez menores, os preços aumentam, sim, e a programação fora as vendas são as coisas de sempre. A Mafalda Minozzi tá aí faz um tempão, é uma dessas estrangeiras que depois que conheceu o Brasil lamenta não ter nascido aqui mas ninguém sabia de quem se tratava e nem vamos começar a falar dos filmes paraenses de sempre e as porcarias mais novas. Só o que se salva em parte foram os diretores italianos escolhidos mas foi muito pouco pra compensar a tragédia. Belém já é uma cidade com pouca coisa e o que mais deu lá foram as tribos que a gente vê por aí vestidos de preto se olhando no espelho, tirando foto e ouvindo brega alto no celular e quando aparece um novo point dá nisso, eles devem ter sido 90% dos visitantes mas se um comprou um livro de verdade já foi muito. Quem foi lá atrás de oportunidade pra comprar aquele livro de 60 reais com um desconto esperto teve que se deparar com tudo isso, frustração é pra falar pouco mesmo, considero como última opção os sebos e só achei um por lá e só o que valia alguma coisa foram os 2 vinis que comprei. Já é entrar em outro departamento mas é isso mesmo, a preguiça dos organizadores faz uma feira do livro só pra falar que fez já que tem essa reputação de ser uma das maiores do país, é simplesmente cumprir tabela e apresentar números quando passar o horário político. Tem que fazer como no vídeo mesmo, é rir pra não chorar

  8. rsrsrsrs… ok

    já vi que to chovendo no molhado

    sinta-se vencedora no debate. Dê sua última palavra. O site é seu. Saio p nunca mais voltar…

    rsrsrsrs

  9. moderação

    acredito piamente que o video é coisa p imbecil ver… tb ja formei minha opiniao a respeito dos jovens… nao passam de dois imbecis q nao contribuiram com absolutamente nada… desrespeitam a maior parte do tempo com galhofas sem graça…

    mas, mesmo vendo tudo isso me atrevi a postar um comentario…

    agora estou profundamente arrependido de ter postado e gostaria que a moderaçao deletasse o que escrevi… acho q esse espaço nao reflete as condiçoes para que eu mostre minhas opinioes e tb penso q esta moderaçao nao concorda com o que penso… portanto, nao vejo motivos p que todas as postagens anteriores sejam vistas… nao pretendo mais voltr a este site pq imagino que em nada contribui comigo ou com outras pessoas com idade mental acima de 12 anos.

    agradecerei imensamente do fundo do meu coraçao nao ver meu nome relacionada a todas essas asneiras do video, nem a outras posiçoes que estao aqui.

  10. Jaime, meu velho, aqui é um espeço democrático, cada um tem o direito de expressar sua opinião, goste ou não do que fazemos, desde que com o devido respeito.

    Não estamos aqui para ser unanimidade, estamos aqui para dar a nossa opinião, mesmo sabendo que não agradaremos a todos. Obviamente, você está descontente com o que viu, é um direito seu, tanto que seus comentários estão aí e aí ficarão.

    A propósito, pessoas acima de 12 anos visitam o blog, e elas gostam muito. Pena que você não ficou entre elas. E não fique chateado, quem sabe você não volta atrás na sua decisão e gosta do que temos feito?

  11. Sério, Jaime? Você vem aqui, vê uma coisa que não gosta, expressa sua opinião, reclama quando lê a resposta, me chama de dona do site (?), e depois não quer mais ver “seu nome relacionada (sic) a todas essas asneiras do video”???

    Já ouviu falar em liberdade de expressão? Você pode vir aqui e não gostar, tudo bem. Particularmente, quando vejo algo que não gosto em algum site, fecho a aba e sigo em frente. Se entro na discussão, é para ver o que acontece depois…

    Aliás, nem devo mais estar escrevendo pra ele né? Uma pena ele ter saído assim.

    Meninos, o vídeo divertiu, quem conhece a essência do blog sabe que era isso mesmo. Foi uma alegria participar um pedacinho de um post de vocês, depois de tanto tempo só nos comentários 😉

  12. @JAIME CUÉLLAR VELARDE. Errata.

    Quem é você que não sabe o que diz?
    Meu Deus do Céu, que palpite infeliz!

  13. Vê se não volta, infeliz!

  14. Sr.Jaime,até agora procuro entender os motivos os quais lhe deixou aparentemente irritado para com as críticas feitas pelo pessoal do blog.Tenho ciência de que o senhor não voltará a rever esta página de ENTRETENIMENTO E CULTURA POP,mas na esperança de seu retorno é que expresso a minha opinião (espero que não se aborreça).O senhor disse que “Jovens estudantes de escolas públicas estavam lá em busca de diversão (como acesso a redes sociais, namoros, bate-papos, etc.), mas também buscavam leitura”,a crítica do 100grana foi feita,não para generalizar,mas sim pela proporcionalidade,já que era muito mais fácil encontrar “jovens” em redes sociais(e alguns até roubando livros,como de fato presenciei),do que aqueles que estavam em busca de algum tipo de cultura que realmente valesse a pena.Há discordância da minha parte em relação a vários aspectos deixados pelo senhor anteriormente.Mas o que mais me chama atenção,é que o senhor que é dá área de história,acaba por GENERALIZAR o público-alvo que aprecia as leituras em quadrinhos e outros tipos de cultura pop. “Há leituras mais sofisticadas para os que têm idade mental acima de 12 e abaixo de 18. Ao invés disso, se comportam como adolescentes idiotas abaixo dos 12 anos”.Acontece meu caro,que ao afirmar isso, o senhor está criticando tanto os jovens apreciadores deste tipo de leitura quanto os seus criadores.É necessário julgar-se extremamente prepotente para fazer isto.Gostaria de deixar um último adendo;para que haja um diálogo ou um debate civilizadamente,é necessário que respeitemos a opinião alheia,assim como respeito a sua e assim como os integrantes do blog também.Mas a partir do momento que o senhor os chama de “adolescentes idiotas abaixo dos 12 anos” ou “nao passam de dois imbecis q nao contribuiram com absolutamente nada” ou ainda “os dois energumenos que postaram o vídeo”,o senhor acaba por romper com qualquer tipo de comunicação decente,afinal,eles estão demonstrando seu ponto de vista em relação à feira,que foi extremamente mal organizada.Quanto ao humor “desrespeitam a maior parte do tempo com galhofas sem graça…” ,acredito ter sido uma tarefa dificílima,já que passamos mais de duas horas naquele caos,envolvendo agressão de um segurança à uma pessoa no meio do público,tiro acidental e outras desventuras mais.Bem,então é isso sr.Jaime,como disse no início do texto,espero q o senhor não se aborrreça com a minha opinião,desde já,grato.uahuahahuhauhuahuahuhauhuhah

  15. Olha, tenho 24 anos ensino superior, sou dono de meu próprio negócio, convivo no meio social com alguns executivos e também com amigos que curtem cultura pop, acho ridículo quando as pessoas expressam um “pré conceito” a respeito do gosto dos outros. Acesso o site mais de uma vez por dia, sim, gosto de quadrinhos, filmes, series, desenhos aminados antigos e tudo mais desse gênero, até cosplay eu e uns amigos fizemos em um evento da cidade.

    Achei o vídeo bastante divertido, e mostrou um ponto de vista bem segmentado para o público que acessa o site, não que estes não busquem livros técnicos, buscamos sim, mas eu não acesso o 100grana pra obter informação de minha profissão.

  16. Fui só eu que não consegui achar estandes de quadrinhos na feira?

  17. Também achei esse vídeo 100Graça, como a própria feira foi 100Graça. Mas mais 100Graça foram os comentários do Jaime.

    Jaime, nem filho, nem sua faculdade de História, nem criticar tudo a torto e a direito vai te trazer maturidade. Se você tiver mais foco na sua escrita, mais eloquência e ser mais tolerante, sua opinião vai ter maior valor pras pessoas e você será respeitado.

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