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100Grana leu: Liga da Justiça pós – reboot #1

A era dos Novos 52 chegou ao Brasil, e como eu já li a primeira edição dos heróis mais poderosos da Terra (da DC) pós-reboot, vou dar meu parecer sobre esse comecinho.

A primeira edição traz três histórias. A primeira mostra o começo da Liga principal propriamente dita, a segunda traz uma aventura do Capitão Átomo e a terceira mostra a origem da Liga internacional, que terá a liderança do Gladiador Dourado. E vou dizer de antemão que gostei mais da terceira história.

A primeira história, que traz roteiro de Geoff Johns e arte de Jim Lee, mostra Batman sendo caçado pelas autoridades, ao mesmo tempo que seu caminho cruza com o do Lanterna Verde Hal Jordan. Os dois acabam investigando a aparição de uma criatura em Gotham, que logo se revela ligada ao Darkseid. Os dois acabam levando a investigação para Metrópolis, aonde cruzam o caminho do Superman. A porradaria deve começar, ao mesmo tempo em que o público é apresentado ao jovem Vic Stone, o futuro Ciborgue.

Como a arte do Lee já é previsível, assim como os acontecimentos parecem algo que veríamos em qualquer edição antes do reboot, a trama vale mais pelos diálogos entre Batman e o Lanterna, com o morcegão desfiando toda a sagacidade para cima de Jordan.

A segunda história é centrada no Capitão Átomo, com roteiro de JT Krull e arte de de de Freddie Williams II, mostrando que o herói enfrenta a instabilidade de seus poderes, podendo levá-lo inclusive a destruição. O que me chamou mais a atenção foi a arte do Williams, que me lembrou um pouco o traço do Frank Miller.

Por fim, temos a origem da Liga Internacional, assinada por Dan Jurgens e Aaron Lopresti. Como a Liga principal não responde a ninguém, a ONU decide montar a sua própria, apesar da discordância da China, em reunião secreta com representantes de EUA, Inglaterra e Rússia. Os selecionados para integrar a equipe são : Soviete Supremo, Gelo, Vixen,  Fogo, Augusto General de Ferro  e Godiva, sob a liderança do Gladiador Dourado. Louco por atenção e na liga para entrar na Liga, claro que ele topa. Quem não curte a idéia É Guy Gardner, que chega a ser selecionado, mas pula fora. Batman acaba auxiliando na primeira missão da equipe, que consiste em investigar estranhos terremotos. Curti a primeira história.

Mas  o que incomoda meeeesmo nisso tudo é: Se estão caprichando tanto nesse recomeço, por quê é tão difícil dar o mesmo tom no que já existia? Seria tão difícil para o Superman adotar um novo uniforme, como já fez no passado? Ou acontecer uma hagada para o governo e a opinião pública passarem a temer os heróis?  E por isso,  a ONU ter sua própria Liga, o que poderia inclusive gerar um embate entre as duas?  Em breve, tecerei um post sobre isso. Mas por enquanto, pro que é tá bom, vou continuar acompanhando.

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Um comentário em “100Grana leu: Liga da Justiça pós – reboot #1

  1. Comprei essa edicao e gostei tbm, vou kerer acompanhar tbm a do Flash e do Super 😀

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