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100Grana Viu: Man of Steel – Por Diego Andrade

Esta crítica é contra indicada para fanboys, snydezetes, noletes e xiitas religiosos.

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Assisti “Man of Steel” com quase toda a equipe do 100Grana no dia 30 de junho e ao cinema a sensação foi meio de que… “O que foi isso?”

Provavelmente o cara que mais gostou do filme foi o Sérgio Fiore e o que odiou de coração foi o Danilo Passos.

Eu poderia resumir o filme numa única expressão facial:

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POKER FACE

E eu? Bem, vou explicar meu ponto de vista.

Vou começar pelos pontos positivos, que merecem ser lembrados e ressaltados.

O elenco é incrível. Todos muito dedicados aos seus personagens e colocando tudo de si no filme. Em nenhum momento você percebe que eles estão apenas fazendo “aquela deixa” para pagar as contas de casa, a exemplo de Brad Pitt e seu “Guerra Mundial Z”.

Vou citar alguns dos atores e personagens que mais me chamaram a atenção. Não quer dizer que os outros não tenham sido bons:

Henry Cavill foi um Superman digno. Ele assumiu o papel e conseguiu representar o Superman melhor do que todo o filme “Man of Steel”. Cavill é um sucessor a altura de Christopher Reeve não só pelo talento, mas pela dedicação do ator para conquistar este papel. Falamos dele aqui.

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O clima de “begins” de “Man of Steel” abriu margem para que Henry Cavill pudesse imprimir a imagem de um novo Superman. Novo em quase tudo: rosto, roupas e em algumas atitudes. Porém, muito da essência do personagem foi preservado. Para os fãs é possível ver ali o Superman do “Legado das Estrelas”, “Quatro Estações” e várias histórias do John Byrne. O trabalho iniciado por Cavill neste primeiro filme, se bem conduzido, ainda tem chances de surpreender o público.

Amy Adams é um primor de beleza e simpatia na tela do cinema. Some isso ao talento versátil da atriz que canta, dança e sapateia e teremos um ótimo trabalho como Lois Lane. Sinceramente o falta dela ser ruiva, negra, branca, loira, não importa em nada. Ela foi uma ótima Lois, inteligente, esperta, pró-ativa, uma típica jornalista experiente, que principalmente não insulta a nossa inteligência.  Afinal, ela é a melhor jornalista investigativa de Metrópolis.

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Russel Crowe foi o Jor El mais casca grossa que eu tenho lembrança: cientista, gênio, político e guerreiro. Nos últimos momentos de Krypton ele protagoniza a história e há uma esforço muito grande da produção em mostrar que ele não era apenas um cientista que manda o seu filho para o espaço. Apesar dessa versão ter ficado muito interessante, acredito que a direção errou a mão ao prolongar TANTO esse momento de Krypton e Jor El “Badass”. Há quem diga “mas cara, ele é o gladiador”. Há quem ri disso.

Kevin Costner, ao contrário do que muita gente pensava nos infinitos fóruns de discussão, foi um ótimo Jonathan Kent. Seu personagem teve uma característica particular quanto a proteção do segredo de Clark. Ele sempre foi o mais preocupado e rígido quanto a isso. No trailer vemos a cena em que Clark salava um ônibus escolar na adolescência. Jonathan reprime o filme que pergunta “O que eu deveria ter feito? Devia deixa-los morrer?” e o pai responde “Talvez”.

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Michael Shannon ficou insano como Zod. Um vilão de convicções fortes, cercado de seguidores e com um ódio incurável. Interessante falar nas convicções, pois elas estão ligadas ao princípio de que todo kryptoniano nasce com um destino e Zod, em meio a sua insanidade, apenas buscava cumprir com o próprio destino a qualquer custo. Toda essa raiva e força de vontade não seria nada sem a ótima interpretação de Shannon.

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Antje Traue e seu olhar frio vão entrar para história dos filmes do Superman. Frieza essa herdada de “Ursa” em Superman II. Antje interpreta Faora, uma guerreira impiedosa e totalmente obediente a Zod. Seus ataques aos exércitos da Terra e ao Superman estão entre as melhores cenas do filme. Pelo menos estas foram algumas das poucas cenas de ação que conseguimos assistir com clareza.

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No geral o filme trouxe uma visão repaginada do herói para os tempos atuais, principalmente para o público “zerado”, que ignorava a imagem do Superman em tempos de tantos mutantes, Vingadores e até mesmo do próprio Batman. Ao mesmo tempo, “Man of Steel” deixou um recado sobre o que é colocar um personagem com os poderes de um deus na Terra. Ele sozinho foi responsável pela destruição de quase metade do planeta. Imaginem uma Liga da Justiça? Flash, Lanterna, Mulher Maravilha e Caçador de Marte são praticamente uma empresa de demolição. Imagino um filme da Liga em outra dimensão, como Apokolips, a terra de Darkseid.

E claro, o maior e OBRIGATÓRIO ponto positivo de “Man of Steel” é ter sido um filme melhor do que “Superman Returns”. Um filme tão ruim que faz parecer “Superman IV: Em Busca da Paz” uma obra prima.

Ok. Agora vem a parte tensa.

Primeiro [segundo, terceiro, quarto…] vamos falar do diretor Zack Snyder

Se eu te contasse toda história de “Man of Steel” em cada detalhe, como numa roda de bate-papo seria impossível não dizer “Cara, que filme ducaraio!”. Mas isso seria “eu” contando. O ato de contar é o que dá vida e ritmo a uma narrativa.  E para contar existem diversos meios. O cinema é um deles e não à toa é chamado de arte.

Você pode ter o melhor argumento e roteiro que o mundo já viu, mas se não souber contar esta história, de pouco valerá todo o esforço no roteiro, fotografia, efeitos, etc.

E se tem alguém na indústria do cinema que tem muitos problemas para lidar com o ritmo narrativo é o Zack Snyder. Quanto mais densa a história, mas confusa será a forma de narrar. E quando a história é mais simples, linear, ele comete suas famosas interferências visionárias.

Em “300 de Esparta” ele preferiu retratar os espartanos como com feições muito mais suaves e limpas do que no original, se preocupando muito com a estética e efeitos especiais. A história ainda está lá, talvez seja uma das adaptações mais palatáveis do diretor, mas mesmo assim, as liberdades criativas transformaram o filme numa grande propaganda de “O ocidente evoluído vence o malvado e fanático oriente com toda a violência necessária”. Frank Miller deixou bem claro que os dois lados são péssimos. Não tem lado bom ou mal. Leia a crítica aqui.

Sobre “Watchmen”… Eu sempre me lembro daquele episódio dos Simpsons em que eles criticam os novos filmes do Star Wars. Bart fala para o George Lucas que os filmes não tem mais aquela emoção de antes e o diretor contra argumenta dizendo que o efeito digital dos cílios é 100 vezes melhor do que a realidade. O diálogo foi mais ou menos este. A questão é que a estética sempre esteve a frente da preocupação em emocionar, cativar, envolver o público com a história. Minhas impressões sobre o Watchmen estão aqui.

Aliás esse é uma grande problema nos filmes de Snyder que venho apontando desde Watchmen e agora surge em “Man of Steel”: o filme cativa, não emociona, não consegue convencer o espectador de que aquela é uma história épica. A gente esquece que viu o filme um dia depois.

E o que vemos em Man of Steel?

Como já foi dito, atores excelentes, momentos de fotografia belíssima, um bom roteiro, trilha sonora digna do personagem, porém temos uma execução bizarra que parece ter sido obra do Doutor Victor Frankenstein.

Temos basicamente três filmes rodando ao mesmo tempo em “Man of Steel”: O filme de Krypton, a juventude de Clark Kent e os fatos que ocorrem no presente.

O recurso de desenvolver a história de um filme utilizando flashbacks não é novidade para ninguém. A questão é como qualquer outra ferramenta, é necessária saber usar, caso o contrário você acaba criando uma colcha de retalhos fragilmente conectados.

Graças a essa falta de ritmo tempos dois grandes problemas:

  1. Abreviamento de cenas que deveriam ter um impacto maior no filme, principalmente emocional.
  2. Prolongamento de cenas e situações desnecessariamente arrastadas, que deixam o filme lento.

Vou citar dois exemplos do item 1 para vocês lembrarem quando assistirem ao filme [sem spoilers]

  • A morte de Johnatham Kent (gente, isso não é spoiler! Faz parte da mitologia do herói) e as consequências que isso traz ou traria para Clark
  • O resultado e as consequências do embate final entre Superman e Zod

Para quem conseguiu assistir ao filme mais atentamente, sabe que estas duas observações fariam toda a diferença no resultado final de “Man os Steel”.

Sobre a tal da estética

O filme não tem o tão temido SLOW MOTION de Snyder. Algo que é quase uma marca registrada [e temida] do diretor, mas logo ele achou algo para substituir seu vício: filtro motion blur e câmera tremida. Todo o filme é feito com um enquadramento próximo aos personagens e um foco propositalmente tremido para dar a ideia de algo documental. A questão é que depois de 15 ou 20 minutos esse efeito começa a incomodar, principalmente por se tratar de 3D. Some a isso o constante efeito de saturação das cores (principalmente azul, branco, vermelho e o amarelo do Sol), como se houve uma tela de vidro entre o espectador o filme refletindo os raios de sol. Imagens que ficam lindas num trailer ou numa foto, mas durante as mais de duas horas de filme, isso acaba se tornado uma tortura. Claramente é uma técnica para ser utilizada em videoclipes.

Essa é uma imagem é um exemplo do excesso de motion blur e saturação de cor.

Essa é uma imagem é um exemplo do excesso de motion blur e saturação de cor

Acredito que Snyder só não piorou mais essa quimera visual porque o produtor Christopher Nolan deve ter dado um freio nas “inovações criativas e visuais Snyderianas”.

KABOOM

Explosões. Muitas explosões. Explosões em motion blur e câmera tremida. Em determinado momento o filme passa do marasmo total para ação exposição em 0.5 segundos e o espectador tem a sensação de que alguém da produção disse “RELEASE DE KRAKEN!!”, na verdade deve ter sido “RELEASE SNYDER!!!”

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RELEASE DE SNYDER!

Descobrimos que quando Snyder é obrigado a fazer uma história um pouco mais lenta ele se transforma em MICHAEL BAY. Não só pelo gosto em fazer sequências de explosivas, mas pelo péssimo hábito de não enquadrar corretamente os personagens no momento da luta. Zod e Superman, por muitas vezes, acabam se transformando num borrão devido a falta de distância da câmera e o objeto filmado. Momento Optimus Prime e Megatron.

A coisa piora quando ele volta a usa a câmera em primeira pessoa para acompanhar os personagens em seus voos supersônicos. Até  Dragon Ball Z dá uma show de enquadramento em cenas de ação que envolver seres ultra poderosos.

A falta ou do (…)

Isso mesmo. Faltou o (…). A princípio não se pode descrever o (…), já que é uma sensação, mas vou tentar fazer isso para vocês. Lembram que eu disse da característica do filme de não cativar, de não conquistar o público?

Então vou fazer as seguintes perguntas, principalmente para que foi as estreias deste filmes:

  • O que vocês sentiram ao sair do cinema após o primeiro “Senhor dos Anéis”?
  • Ao sair do primeiro “Homem de Ferro” (principalmente com aquela cena extra)?
  • E depois de ver Batman Begins ou Batman O Cavaleiro das Trevas?
  • Ao assistir Vingadores?

Poderia citar vários exemplos, mas a constante é a mesma.

É o que os americanos chamam de “mind blowing” e que no Brasil pode ser traduzido como “PUTA QUE O PARIU CARAIO, QUE FILME FODA. FODA. FODA. PUTA MERDA, TENHO QUE VER ESSE FILME DE NOVO”. Algumas pessoas reagem apenas com “Égua, foda” ou “Muito massa”. Outros só choram e tentam encontrar um amigo pra dividir aquele momento.

Superman não é nem de longe um filme “mind blowing”. E o que é mais engraçado é que ele tinha tudo para se tornar um. Para quem já assistiu, por exemplo, é muito difícil escolher a cena mais marcante do filme ou a melhor cena de ação. Não há “momentos marcantes” para marcar história, para ficar na memória. Talvez por medo ou preocupação, Snyder quis metralhar cenas e frases épicas a quase todo momento e isso foi um erro. Se você enche uma narrativa deixando todas as cenas de ação com tom de auge e todas as cenas de drama na mesma superficialidade, no final das contas, você acaba criando um efeito de “anulação”.

Para ilustrar o que estou dizendo, é só lembrar de “Os Mercenários”. No primeiro filme temos uma porrada de cenas de ação épicas. Mas são tantas e tão parecidas que um dia depois você não consegue lembrar qual foi a melhor.

Richard Donner soube fazer isso quando escolheu quais cenas ficariam eternizadas na memória do cinema mundial como: Superman “rebobinando” a Terra, a luta contra os Kryptonianos em Metrópolis e algumas outras.

Poderia passar o dia falando desse filme, que no final das contas, decepciona muito mais pelo que ele poderia ter sido (consideração o elenco e a produção).

Uma trilogia já foi confirmada, Snyder estará no segundo filme e Cavill já assinou contrato para os três filmes. Um possível filme da Liga já está sendo debatido nos escritórios da  Warner, tentando achar um meio de tornar isso real e convincente como Os Vingadores da Marvel.

E para os que tem dúvida, o Batman do universo de Nolan, a priore, não estará num possível crossover do Superman. Nolan criou um Batman que não coexiste com outros heróis. Mas esse papo de “meu universo, meu Batman mimimi” já encontrou seus furos ao admitir Robin e toda aquela papagaiada que foi Dark Knight Rises.

Para finalizar afirmo que a Warner e DC ainda tem muito a aprender sobre adaptações com a Marvel. Batman (Warner DC) foi uma exceção se comparado a Marvel e seu projeto de 10 anos de investimentos, cheio de erros e acertos, da Marvel que resultou nos “Vingadores”. O filme “Vingadores” tem como seu maior mérito tem reunido grandes personagens, previamente apresentados ao público, de forma fluída, constante e eficaz. Não era para ser Shakerpeare, eram os Vingadores lutando contra uma invasão alien e ponto final. E assim foi. E foi muito bem.

Minha nota para “Man of Steel”?

Num escala em que Superman Returns é 0 e Superman II edição do Richard Donner é 10:

Minha nota é 7 (deveria ser 6, mas ganhou 1 ponto por causa das referências escondidas)

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30 comentários em “100Grana Viu: Man of Steel – Por Diego Andrade

  1. Pow irmão, confundir Kevin Costner com Dennis Quaid é dose!

  2. HhahHAHAHhahaha. Cara. Morri de rir aqui. Tava vendo um filme do Dennis Quaid e confundi. hahahahahHAH Desculpe

  3. Cara, primeiro é o Kevin Costner que faz Jonathan Kent, não o Dennis Quaid! HAUHAUAHAUAHUAHAU

    Bom, não vi o filme ainda então não posso dar minha opinião “full”. O que podemos garantir é que fazia tempos que um filme não dividia tantas opiniões como esse. Exemplo: enquanto você diz que o filme não tem coração/alma [não cativa], vi depoimento de gente que chorou ou ficou com nó na garganta em algumas partes [acho que o Jim Lee foi um deles!] Enfim, é bem subjetivo, mas certamente que vícios de direção podem atrapalhar e MUITO!

    Não sou Nolete [ele nem tá no meu top 5 de diretores!] e acho o Snyder medíocre, com alguns apuros visuais. Mas concordo que dar um tom documental com shaky cam pro Superman pode realmente ter sido uma má escolha, já que o personagem é a personificação do épico! Colocar naturalismo em excesso desvirtua a essência do personagem, que merece toda a grandiosidade de uma cinematografia de classe, e não seguir “modernidades” como “Poder Sem Limites”, etc. Mas só terei ctz vendo e o consenso geral é esse mesmo – é bom, mas não é FODÃO! [talvez por se tratar do Super, se fosse qualquer outro herói, aposto que todos iriam achar FODÃO]

    Mas enfim, não acho justo acabar sempre nas comparações, principalmente com Vingadores – seria como comparar maçãs com laranjas. Muito menos com a trilogia do Nolan, que é outro tipo completamente de bicho!!

    Sim, Vingadores cumpre o que promete, apesar de ter achado o terceiro ato [e sua motivação] muito fraco [não sei até hoje se os chitauri eram robôs ou não, já que o final copiado de Ameaça Fantasma me deixou cabreiro], mas tirando esse e HF 1, todos os outros filmes da Marvel são medianos e lugar comum – não tem nada de excepcionais. Acho que a melhor saída pra DC seria fazer o caminho inverso da Marvel, qualquer tentativa, por menor que seja, de copia-la será desastrosa. Não queria tá na pele de quem decide!

  4. Não sei que filme você assistiu, mas não vi o Dennis Quaid nesse filme!!!

  5. Oi, Willie!

    Já corrigi o nome do ator e até expliquei. Tava vendo um filme do cara e confundi os nomes. A comparação com Vingadores é pura em simplesmente em relação a EXECUÇÃO. Não estou comparando os heróis ou quem tem a melhor história. Como você disse, ambos são coisas muito diferentes. Porém, a EXECUÇÃO do projeto Vingadores rolou muito mais fluída do que em Man of Steel.

    Muito obrigado pelas observações!

  6. O foda é chegar à conclusão de que MADRUGADA DOS MORTOS é o filme mais bem dirigido deste filho da puta.

    “Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe dinheiro e efeitos especiais.”

    Primeira metade de Man of Steel: “ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZz… q? o q foi q ele falou q eu não prestei atenção?“

    Segunda metade de Man of Steel: DIMINUI O VOLUME DESSA PORRA!

    Ps.: não fale mal de “Superman IV: Em busca da paz“ na minha presença.

  7. A melhor cena foi a do superman pegando o zod e batendo nele falando pra ele não mexer com a mãe dele.

  8. Dan mantendo a tradição de dormir de calça jeans! huahauahu

  9. melhor filme do ano e o de tds tratando de super herois

  10. e esse filme merece nota 7 então thor, iron, capitão, x man que so tem ação no final do filme e pouca merece nota 1

  11. transformes então tem robô de bengala robô chato e optimus que nem aparece direito nota 0,5

  12. e hulk brigando com cachorrosssssssssssssss que merda nota 0000000000000000ZERO

  13. O @Aldo levantou um ponto interessante: vcs acham Thor, CA, X-men FC, TASM, HF 3 e Incrível Hulk [TIH] melhor que MOS?

    Comparar os Universos [propostas] é mesmo complicado.

  14. Wille, como eu expliquei em resposta ao seu comentário anterior, quando comparei aos Vingadores eu quis ressaltar a questão da fluidez do filme. O enredo exigia muito mais esforço para equilibrar tantos elementos diferentes num só longa e conseguiu, graças um trabalho harmônico entre produção e direção. Desses que você citou eu só usaria um para comparar: X-Men First Class. Ele acerta nos mesmo pontos que Vingadores acertou, o que faz dele um projeto bem melhor executado do que “Man of Steel”. Se quiser dar uma olhada na crítica que fiz na época é só acessar o link https://100grana.wordpress.com/2011/06/06/100grana-viu-x-men-first-class/ . Wille, a gente tem um painel aqui que mostra todas as atividades do site, tava reparando que tu é o nosso principal comentador com 108 participações até agora. Valeu, cara! Obrigado!

  15. Hoje assisti Man Of Steel pela segunda vez no intervalo de poucos dias. Costumo fazer isso apenas com os filmes que realmente me agradam. E definitivamente achei que MoS é uma ótima adaptação de heróis de quadrinhos para o cinema.

    A propósito, não se esperava nada menos do que isso, considerando o elenco, a produção e toda carga de expectativa que havia em torno dele. Acho que cumpriu com a sua missão com êxito. No entanto sou forçado a concordar com quase tudo nessa crítica aqui, escrita pelo Diego,

    Eu queria ver um filme épico, emocionante, cativante e no fim da projeção a sensação mais próxima isso que eu tive foi: “ufa, pelo menos não puseram tudo a perder, estou mais relaxado”, ou “não foi épico, mas pelo menos não descaraterizaram o personagem”, ou ainda “uau, mostraram do que o personagem título é realmente capaz, foi quase épico!”.

    Também senti falta de humor nesse filme, o Zack Snyder me parece ter um certo bloqueio quanto a isso. Mas humor, bem empregado e na dose certa, é a arma secreta que deixa qualquer obrar de arte mais humanizada e inteligente.

    Tive a mesma percepção do Diego quanto ao desempenho do elenco, qualidade e cuidado com a produção e participação do Nolan como supervisão adulta para Snyder na realização de um blockbuster dessa dimensão e com essa importância. Não tenho muito a acrescentar aqui ao texto do 100 Grana.

    Inclusive o corte final poderia ter sido deixado a cargo do Nolan e as cenas de luta, com o Snyder (apesar dos tropeços usuais ele manja disso mais do que o Nolan, certamente).

    E por falar em Nolan, na minha opinão da pra apontar (não se preocupem, não vou dar spoilers) cada uma das sacadas, escolhas e cenas em que ele certamente teve maior participação.

    É isso. E que venha MoS II e Liga da Justiça. E por que não!?

    A propósito, The Avengers é a melhor adaptado de quadrinhos jamais feita.

  16. Uma retificação no meu comentário anterior: favor substituir “cenas de ação” por “seqüências de luta” ou “trocarão de porrada” mesmo. Obrigado.

  17. @Diego, eu entendi tua explicação, foi apenas uma provocaçãozinha! heheh

    Cara, não tem que agradecer, vcs fazem um belo trabalho. Descobri o 100grana na época do TDK, quando vcs postaram uma análise completa do trailer daquele filme. Sensacional! Daí descobri que vcs são da minha terra – Belém. Nasci aí e vim pro Rio aos 7 anos de idade [hj tenho 37].

    Naquela época, tinha uma velha guarda que comentava aqui [Apolo, Migueru, etc], mas parece que quase todos sumiram. Eu mesmo andei sumido!

    @Antonio, fico surpreso de vc ter gostado de MOS, já que é tão reverente ao clássico original. Isso é um bom sinal! Ok você achar Avengers a melhor adaptação, a maioria acha! Eu por exemplo prefiro o HF 1 [em se tratando de filmes da Marvel]. Fora a Marvel, acho TDK e Begins [empatados] imbatíveis! Junto de Conan o Bárbaro 82, claro! hehe

  18. Willie, gosto muito de HF 1 também e do Conan de 82. Quanto a trilogia do Batman do Nolan, realmente o primeiro filme é ótimo e o segundo é simplesmente uma obra-prima do cinema. Na minha opinião está em um patamar superior, não é apenas uma filme de gênero. Quanto ao terceiro, as coisas vão relativamente bem até aproximadamente a metade do filme. Depois e acho que o Nolan ambandonou o set e deixou o filme nas mãos de alguma outra pessoa, porque não é possível. O roteiro desse filme é uma das coisas mais inconsistentes na carreira do Nolan. Algo de muito errado realmente aconteceu.

  19. @Antonio, concordo que faltou algo em TDKR, realmente é meio zoneado. Ou talvez ele tenha levantado tanto o nível nos dois primeiros que ficou difícil pro terceiro! heheh
    Li em algumas entrevistas, que o Nolan deixou mesmo correr solto, se deu mais liberdades pra “brincar” e deixar tudo mais “quadrinhos”. Isso na minha terra tem outro nome: “ligar o foda-se”! huahauha

  20. Finalmente… Duas pessoas além da nossa equipe do 100Grana que perceberam que o Nolan abandonou TDKR e ligou o foda-se total. O filme simplesmente afunda e termina sem encontrar o fundo de tão ruim que é o resultado final.

  21. “Russel Crowe foi o Jor El mais casca grossa que eu tenho lembrança: cientista, gênio, político e guerreiro.”

    É exatamente isso o ue vai me levar pro cinema… 🙂

  22. @Diego, opa – calma lá, cara! não foi isso que quis dizer. huahauhaua
    Acho TDKR um filmaço! quando disse que correu solto, não quis dizer necessariamente que é ruim, apenas que ele não teve o mesmo preciosismo dos outros que foram excepcionais. Não tá no mesmo nível, mas também não compromete, na minha opinião achei o final digno. Quase forçou a barra com o Robin, quase, faltou pouco. MAs que é uma puta trilogia sim senhor, isso é inegável!

  23. Discordo da opinião do Willie. TDKR é como um mergulho no precipício quando comparado aos dois filmes anteriores.

  24. Adorei a critica, diretor vira um michael bay é exatamente o q pensei, mas dizer q nolan foi um salvador… discordo, esse lance de deixar momentos marcantes passarem quase despercebidos e momentos chatos arrastarem e queimarem mais que 15 minutos de gravação, foi visto nos 3 batmans dele, os cabeças do homi de aço foram culpados e acho q nem os cameras escapam, só os atores q tentaram salvar, situação quase idêntica ao que aconteceu num certo batman contra t-800 de gelo, ainda não acredito q depois de um menosprezado Juiz deu uma lição de como usar efeitos especiais, os filmes dos heróis desse ano puderam ter falhas tão absurdas!

  25. “bom roteiro”?
    ” a melhor cena é quando ele bate no Zod por ter maltratado a mãe dele?”
    Cara, eu queria MUITO gostar desse filme, mas simplesmente não tem como.
    A quantidade de falhas de roteiro é absurda, e quase uma afronta..

    Exemplo 1: Ele detona o Zod (e leva ele pro meio da ‘cidade’, mas isso não vem ao caso agora) pq ele maltratou a Martha…E deixou a mãe sozinha com QUATRO ( ou três, não lembro) kryptonianos!!! Tipo, wtf?
    Exemplo 2: Os caras chegam pra pegar o Clark e do nada, dizem que vão levar a garota junto. Dai vc tem que por a cabeça pra rodar e achar justificativa pra isso (que ok, da pra fazer isso), mas o filme ignora! Assim como ignora o momento em que o amor acontece, porque depois de 3 encontros eles já se amam…
    Exemplo 3: Depois de beijar a mocinha e atravessar a cidade com o Zod na porrada, eis que a Louis surge do nada na estação. Louis ‘Allen’….
    E por ai vai… =[

  26. Dani, o filme é um queijo suiço triplo.

  27. =[
    Fico triste pq era um daqueles casos ‘tinha tudo pra ser bom, mas…’

  28. […] SPOILERS!!!! Não vamos fazer mais nenhuma comentário sobre esse filme. Vídeo diz tudo Hhahahahah. Mas se quiser saber o que a gente achou é só ler a crítica do Sérgio Fiore ou a minha clicando aqui. […]

  29. Vocês tão tudo loucos! Quase analistas da Academy!
    Falar que o TDKR é um precipício de ruim e que o Homem de Aço ficou Michael Bay é insano… Queria ver se vocês tudo juntos fariam melhor que eles com 200mi de budget.

  30. Concordo, as cenas de lutas são bem catastróficas ao estilo “Dragon Ball” o roteiro infinitamente melhor q o anterior (2006) o elenco de prima, fotografia, cenários e efeitos perfeitos e bem convincentes. o filme perfeito para uma história cuja seu antecessor pecou e muito. pra mim vale concorrer o Oscar de trilha e efeitos e fotografia… nota 1000.

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