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Eric Bana comenta sua encarnação do Hulk dez anos depois

A iniciativa era, no mínimo, ousada: trazer à tela grande um personagem que era um desafio para roteiro e efeitos especiais. Marcado no imaginário popular do público como Lou Ferrigno pintado de verde e peruca de limpar parede de casa, agora o Hulk teria a chance de ser em CG e mais parecido com sua versão das HQs, grande e capaz de arremessar tanques como peso de papel.

Infelizmente o público não curtiu o roteiro cabeça, mais focado no lado psicológico de Banner e do golias esmeralda. E o CG até hoje causa polêmica, com muita gente ditando o discurso decorada do “Hulk-shrek-bola de borracha”. No meu entender, o defeito ali era que a variação de tamanho do Hulk era algo muito desproporcional. Se a idéia era passar o clássico “quanto mais raiva, mais forte fica”, devem ter trocado para “mais alto”. Mas o filme tem seus méritos, sobretudo ao elenco, com destaque para a Jennifer Connelly, Sam Elliot e Nick Nolte.

hulk-bruce-banner-by-eric-bana

E o que o protagonista, Eric Bana, na época semi-desconhecido, tem a dizer sobre isso tudo, incluindo a repercussão negativa?

“Estou orgulhoso do que tentei fazer. Peço desculpas a todas as pessoas que ficaram tão bravas com isso … Eu sou fascinado por pessoas que odiavam esse filme e se sentiram obrigada a vê-lo novamente, me deixa estarrecido. Mas, sim, é o que é e eu certamente não me arrependo de ter feito.”

Bana ainda feliz que o filme não tenha rendido continuações o que o permitiu fazer outros projetos:

“Eu acho que tive muita sorte por não acontecer …. Uma das coisas da qual eu tinha mais medo naquele momento era ser um enorme sucesso … Se eu tivesse feito três Hulks, teria acabado – e sempre leva um longo tempo para fazer esses filmes – assim levaria uns seis dos meus filmes do meu currículo”.

Bem, façamos as contas. Consultando a filmografia dele, ele não teria feito Tróia, Munique, Star Trek, A Outra, só para citar os mais relevantes. Bem, no fim das contas, acho que deu certo para todo mundo, pois o verdão ganhou novos protagonistas, sendo que o último rendeu bons momentos:

Mas na boa, eu gostaria de ver um dia o Bana fazendo alguma herói em HQ. Em 2003, em entrevista à  extinta  Revista SET, ele revelou que, embora tivesse escolhido o Hulk, outros personagens foram oferecidos para ele. Quem seria bom para ele. Embora não tenha muito a ver, ele me lembra um pouco o espírito do atual Ciclope do quadrinhos. Mas esse sou eu falando. E vocês?

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3 comentários em “Eric Bana comenta sua encarnação do Hulk dez anos depois

  1. Eu acho que sou um dos poucos que gostam desse filme.

  2. Os grandes problemas desse filme são:
    1 – Quadricular a tela como se fosse um gibi (isso é um filme!).
    2 – A toda hora o Hulk muda de tamanho!!!
    3 – A cena final em que o Hulk briga com seu pai em um lago ao entardecer (quase não dá para reconhecer os personagens na cena).
    Tirando isso, até que não é um filme tão ruim.

  3. Poderia ser o Ciclope, o Gambit, quem sabe o Reed Richards?

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